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Caine’s Arcade: papelão, brinquedos, fita adesiva – e criatividade

Caine Monroy, 9 anos, é game designer sem tocar em um computador

Pensar nos avanços da tecnologia é algo que sempre me deixa maravilhado. Gosto de botar em perspectiva o que vejo agora, imaginando qual seria a minha reação quando criança se ouvisse que chegaria um dia em que eu teria um computador que cabia na palma da mão e que poderia se comunicar com o outro lado do mundo.

No domingo de Páscoa, em meio a uma conversa com um amigo da família, ele comentou da época em que seus brinquedos – carrinhos, patinetes e assim por diante – eram improvisados com madeira, rolamentos de bilha e tempo livre para construí-los.

Aí me vem a Kotaku e apresenta um post sobre Caine Monroy, um garoto de 9 anos de idade que criou seu próprio fliperama na Califórnia. Os jogos do Caine’s Arcade não são feitos de circuitos, televisores e joysticks; brinquedos, papelão, barbante, fita adesiva e criatividade à toda prova.

Acho que nada mais pode te preparar pro vídeo a seguir. É, tio Alédio, veja que certas coisas não mudam.

Noobz traz de volta os jogadores de videogame para a telona

Em breve, numa sala perto de você. Talvez

Você sabe que a percepção dos videogames pelo grande público e as produtoras voltou a crescer quando anunciam um novo filme sobre esta cultura — e desta vez, a novidade é a comédia Noobz, que tem lançamento previsto para o terceiro trimestre deste ano nos Estados Unidos.

É isso mesmo: quatro amigos decidem cair na estrada para participar – e vencer, claro! – o Cyberbowl, um campeonato de videogames. E qual o jogo escolhido como o principal, no qual o intrépido clã vai competir? Gears of War 3. Olho no trailer:

O filme reúne um elenco que é, no mínimo, inusitado: Jason Mewes (é, o Jay, aquele amigo doidão do Silent Bob), Blake Freeman (um dos roteiristas do filme e que gravou o documentário de mentira Gawd Bless America), Casper Van Dien (Tropas Estelares), um irreconhecível Jon Gries (o Napoleon Dynamite) e a nova queridinha dos gamers e filha do seu Robin, Zelda Williams.

Agora… se o filme sair aqui, como ele se chamaria? Newbas: O Filme? A melhor sugestão ganha o direito de tirar onda com os amigos por ter dado a sugestão mais maneira nos comentários.

Finalmente: liberte sua fúria 8-bits em Abobo’s Big Adventure

2010 tá longe! Chega de teaser! Hora da porrada!

Ah, Abobo’s Big Adventure. Se tem um jogo que me faz abrir um sorriso daqueles – mesmo que só vendo os trailers – é esse. E hoje, 11 de janeiro, finalmente o mundo pode jogar este tributo em Flash aos clássicos do Nintendinho – e estrelado por um dos mais bizarros personagens daquela época: aquele gigante disforme que vez por outra te jogava pelos ares em Double Dragon.

Sério: é o tipo de jogo que eu pagaria pra jogar… naturalmente, se não fosse uma avalanche de processos esperando acontecer (viva a carta branca às paródias sem fins lucrativos!). E mesmo se fosse um projeto comercial, é provável que seria um pesadelo de licenciamento tão grande quanto um Jump Super Stars da vida – no Japão é fácil, quero ver fazer o malabarismo pra trazer tudo aquilo ao Ocidente. Enfim, se liga na insanidade que te aguarda:

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Post-Review: VVVVVV

O que você está fazendo no teto? / Não seria você?

Tem certas coisas que as gerações mais recentes de jogadores simplesmente não reconhecerão. Aquele maldito barulho de modem conectando, as telas de apresentação que precediam o resto do carregamento de jogos gravados em fita cassete – e que dependendo da regulagem do infame azimute do gravador, podia desperdiçar minutos de sua vida ao não funcionar após minutos de transferência – e por aí vai. Chega a ser um pouco engraçado ver parte do público atual sendo nostálgico de forma retroativa.

Alguns jogos capitalizam direto em cima das estéticas dos consoles 8-bit (Mega Man 9), 16-bit (Jamestown: Legend of the Lost Colony), e até mesmo de alguns computadores das antigas, como o MSX (La-Mulana, cujo remake pro WiiWare sai do Japão em breve). Mas tem um sistema que passou muito tempo sem um tributo digno de nota foi o Commodore 64… que, ironicamente, eu não tive. Oh não, será que eu também entrei nessa pilha retroativa? 🙂 Enfim, a espera acabou em 2010 com o infame VVVVVV – que finalmente zerei e achei incrível.

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Google Galaxy Nexus e os ninjas do unboxing

"Ninjas do Unboxing" não é o nome de um trio musical

Você deve estar se perguntando por que diabos eu postei algo relacionado à promoção de um celular (no caso, o Google Galaxy Nexus). Bem, melhor você clicar aqui e descobrir por si próprio – pois eu fiz isso ao me mandarem o link e achei muito bacana.

Dica: se você tiver um celular movido a Android, a experiência será ainda melhor… 😉

Orcs Must Die! ganha trailer interativo no estilo “livro-jogo”

"Só por cima do meu cadáver!"
"Só por cima do meu cadáver!"

Ok, isso é maneiro demais para deixar passar. O estúdio Robot Entertainment – formado por veteranos da extinta Ensemble – usou uma maneira muito bacana para promover sua primeira grande produção, Orcs Must Die!

Vá lá, não é a primeira vez que vejo alguém usar o recurso de links na janela do YouTube apontando para caminhos diferentes – como nos livros-jogos de outrora, tipo A Cidadela do Caos e O Feiticeiro da Montanha de Fogo… “para lutar, vá para a página 25; para fugir, vá para a página 40” – mas o deste jogo deve ter dado um trabaaaaalho… Olho no lance (e deixe as anotações do YouTube ligadas!)

Para quem ainda não conhece, Orcs Must Die! – previsto para outubro no PC e Xbox Live Arcade – mistura ação e tower defense. O jogador controla um herói que deve impedir a invasão pelos orcs, tanto ao preparar defesas no meio do caminho quanto partindo direto para o campo de batalha.

O lance é que este vídeo sempre tem uma opção no final – e se você prestar bastante atenção, verá que os desdobramentos têm a ver com suas escolhas anteriores, formando nada menos do que 30 caminhos diferentes. Taí: é o fator replay aplicado a vídeos na internet, quem diria. 🙂 Se quiser começar do zero, é só visitar a página inicial do trailer-jogo no YouTube.

[Atualização, 16/09, 10h41] E o que era bom ficou melhor: Patrick Hudson, da Robot, me confirmou por email que o jogo foi completamente localizado em português do Brasil. Mais um ponto pra gente, galera! Thanks for the support, Robot Entertainment!

Super Mario Ceremony: Mashup épico celebra 30 anos do bigodudo

 

Trinta anos, mas com um corpinho de... vinte?
Trinta anos, mas com um corpinho de.... vinte?

É isso: uma montagem de nada menos que dezoito minutos – que vai da calmaria à mais acentuada psicodelia – do encanador mais famoso dos videogames e seus asseclas em uma pá de jogos. E aí, quantos deles você jogou?

Que trabalho para montar isso e selecionar a trilha sonora, hein… Saiba mais da produção (com a ajuda da tradução do Google – se você não souber japonês, é claro) no wiki comemorativo dos 30 anos de Mario.