Arquivo para November, 2011

Post-Review: Catherine (PS3)

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"Hmmm, delícia!"

“Aposto que você estaria bem mais [feliz / triste] se eu não estivesse na sua vida”, “quando é que vamos nos casar e ter filhos?” são frases que devem ser ditas por uns 956.213 casais no mundo neste exato momento. Além de achar que, na real, o que importa é o agora, é impossível dizer com precisão o que teria sido.

Ver estes dilemas e pressões da fase adulta retratados em um jogo como Catherine é refrescante. O thriller psicossexual da Atlus é um exemplo clássico de “cuidado com o que você deseja”. (pra não dizer que não avisei, spoilers leves da trama neste post, ok?)

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Lembra daquela minha palestra sobre conteúdo online?

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Nem é meu NOME, mas você entendeu

O evento não aconteceu, né? Mas como eu já tinha a apresentação pronta, decidi fazer uma versãozinha do lance em vídeo – e como grande parte dos exemplos que citei têm a ver com minha área de especialidade (videogames, duh!), pode ver sem medo. Tá lá em cima, em “Apresentações”. Ou clicando aqui. 🙂

Ugly Americans: Apocalypsegeddon não é o fim do mundo, mas quase

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"Esses capirotos só me dão trabalho, putz"

Exibida no Brasil na VH1, a animação Ugly Americans mostra uma versão alternativa de Nova York onde humanos, feiticeiros, demônios, zumbis e mais criaturas fantásticas tentam conviver em harmonia – e vez por outras dão um trabalhão para o Departamento de Integração. Em Apocalypsegeddon, quatro personagens do desenho – o assistente social Mark Lilly, a diabinha Callie Maggotbone, o policial Frank Grimes e o mago Leonard Powers – encaram uma dessas, unindo forças para desvendar quem está tentando trazer o fim dos tempos.

Adoro o desenho Ugly Americans e fiquei feliz ao saber que um jogo estava a caminho – pena que o produto final não é tudo o que eu esperava. Mas é ruim? Nah, mas poderia ser melhor. Leia minha análise completa de Apocalypsegeddon no TechTudo e entenda qual é.

Ação de Graças também é aqui – via distribuição digital, claro

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Faça como Philip J. Fry

Você pode reclamar o quanto quiser sobre alguns feriados e tradições “emprestadas” de outros países, mas admita: nunca é demais deixar passar uma boa promoção. Na rebarba da semana de Ação de Graças nos EUA – e a Black Friday, época mais movimentada das lojas, com gente acampando para atacar as pechinchas imperdíveis – temos algumas pedidas incríveis mesmo estando no Brasil varonil.

A primeira veio por parte da Blizzard, que está oferecendo descontos de 50% em sua loja virtual – e a jogada mais bombástica da vez é o upgrade do StarCraft II para a versão de acesso ilimitado por R$ 17. É isso aí: se você comprou a versão nacional que requeria cartões de tempo (ou o upgrade) depois de seis meses, tá aí a sua chance!

Na sequência, o Steam ataca com o Autumn Sale, comemorando o outono e selecionando um bocado de jogos com promoções monstras de jogos selecionados por 24 horas até o dia 27. No primeiro dia, já temos boas pedidas como Portal 2, Orcs Must Die, Duke Nukem Forever (na boa: por US$ 20 já valia, tudo o mais considerado) e o pacotão com as três temporadas de Sam & Max.

Por fim, a Trion Worlds também partiu pra generosidade e oferece RIFT de graça até o dia 28 de novembro – mas com uma condição: esta promoção não inclui aquele mês grátis que costuma vir nestes jogos, hein? Pra baixar o jogo, é necessário assinar um mês que seja. Pra quem curte RPG online, parece uma boa pedida.

“Mas só tem coisa pra PC? E os consoles?” Calma, quem tem console não vai ficar de fora da festa: tanto a Xbox Live quanto a PlayStation Network também lançaram descontos para parte de seu acervo nesta semana – lembrando aí as diferenças no catálogo das lojas online para os EUA e Brasil, naturalmente. De qualquer forma, sua carteira deve ficar vazia em breve. 😉

Post-Review: inFamous (PS3)

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"Todas as paredes desta cidade serão minhas"

Acho que nem se eu fosse um pintor ou mestre de obras eu teria visto paredes por tanto tempo como quando joguei inFamous, só de ficar pulando de janela em janela para chegar ao topo dos prédios. Ok, péssima maneira de começar um texto, quem lê vai achar que eu odiei a aventura superpoderosa da Sucker Punch. Na real, eu curti bastante – mesmo que eu tenha demorado tanto para zerar. Para começo de conversa, só comprei quando saiu na linha Greatest Hits… e não é como se outros jogos interessantes também não tivessem aparecido neste meio-tempo, naturalmente.

Quando inFamous foi lançado, lembro que foi um daqueles casos de jogos parecidos demais anunciados com proximidade. No fim das contas, deixei Prototype pra lá por duas razões: a primeira foi a exclusividade a um console, o que costuma fazer com que o jogo não fique capenga em uma das versões; a outra foi o esqueminha de karma e poder agir como herói ou vilão. Como eu estava me sentindo particularmente bem-humorado ao começar a jogar, fui de herói mesmo. Papo de recuperar bolsa de ladrão, reanimar quase todos os desmaiados nas ruas e sempre algemar a bandidagem.

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The Binding of Isaac: uma infância nem um pouco feliz

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"Meu lugar feliz... meu lugar feliz..."

Além da dificuldade elevadíssima (e de mais de dez finais diferentes), a natureza aleatória do jogo garante sua longevidade. Mesmo porque vencê-lo uma vez torna a partida seguinte mais difícil, com mais áreas para chegar antes do combate final com o oponente mais óbvio do universo. É o tipo de experiência que vale revisitar: há uma recompensa em explorar o máximo de salas e segredos possível para aumentar sua chance de não morrer miseravelmente antes – afinal, Isaac só tem uma vida. Morreu? Volte ao começo. Quem sabe da próxima vez você devesse ter aceito aquele pacto com Baphomet? Até mesmo oportunidades únicas de vender a alma ao capiroto aparecem neste jogo.

Como é que um jogo de US$ 5 feito em Flash pode ser tão bom? Quem sou eu pra responder? Melhor perguntar para o Edmund McMillen e o Florian Himsl, porque eles fizeram e conseguiram com muito sucesso. Leia minha análise completa de The Binding of Isaac no TechTudo.

Dungeon Defenders: muito mais do que tower defense

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Eles são ou não são o orgulho dos pais?

Além de seguir a atual tendência de colocar o jogador em movimento na área que precisa ser defendida – isto é, direto na linha de frente -, DD é surpreendentemente profundo. Como se não bastasse a variedade de classes, o jogador pode evoluir seu personagem tal qual em um RPG tradicional, melhorando seus atributos. E não termina por aí: os itens também podem receber upgrades, e aí cabe ao jogador balancear, por exemplo, qual espada vale mais: a que causa mais dano, ou a mais propensa à customização?

A Trendy Entertainment está de parabéns. Olha que os estúdios que têm se inspirado neste gênero andam trabalhando duro para sobressaírem – como o hilário Orcs Must Die! -, mas Dungeon Defenders parece um sério candidato ao melhor do ano na categoria. Leia a análise completa no TechTudo!

Post-Review: The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D (3DS)

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É oficial: mesmo 13 anos depois, continua incrível

A bordo de um ônibus entre São Paulo e Rio de Janeiro, no meio do nada, o medley dos créditos finais de The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D fez virar para a janela, olhar os campos verdejantes e sentir falta de uma aventura que eu ainda não tive a oportunidade de encarar. Sabe aquela sensação de que há um propósito maior na vida do que o ciclo imposto pelo mundo? Ao mesmo tempo, quem disse que precisamos vagar o mundo e termos itens mágicos para sermos heróis?

Enfim, digressiono. O lance é o seguinte: às vezes, simplesmente não rola de dar atenção a todos os filmes, livros, jogos e afins. Se as pessoas e a história acabam definindo alguns como “clássicos”, há aquela chance das pessoas te olharem com ar de surpresa e dispararem: “O quê? Como assim, você não assistiu / leu / jogou XYZ?” Da minha experiência, o Ocarina of Time original é um destes exemplos. E imaginar que este tesouro estava guardado na minha estante por tanto tempo…

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Serious Sam: Double D deve ser o jogo favorito do Xzibit

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Olha que gat... AAAAAH!! FEMIKAZE!

Jogadores de PC com mais cabelos brancos na cabeça devem se lembrar de Abuse, jogo de tiroteio 2D no qual a mira era com o mouse – e se pensarmos nos padrões atuais, combina direitinho com o esquema de duas alavancas analógicas no gamepad. Serious Sam: Double D segue o mesmo estilo, colocando o herói de jeans e camisa branca contra um mundo de inimigos – tanto os clássicos, como os Gnaars, quanto inéditos, como as mulheres gigantes kamikaze sem cabeça e de topless… mas com bombas na frente.

Sinceramente? Tô curtindo a maneira como Serious Sam está se alastrando por outros gêneros fora do FPS. Leia a análise completa de Serious Sam: Double D no TechTudo, e cuidado com os Vuvuzelators!

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