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Voice Studio: ajude a agilizar os comandos em português no Kinect

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Converse um pouco com seu Kinect e ele te entenderá

Quando a Microsoft revelou o Kinect, o esquema de controle de voz parecia algo digno de filme de ficção científica – menos do que a interface por movimento, mas vá lá. O lance é que, mesmo com o lançamento oficial do acessório do Xbox 360 no Brasil, a prometida atualização de sistema que incluiria reconhecimento para o nosso bom e velho português continua na promessa.

No finalzinho de maio, estou eu perambulando pela dashboard do console e vou no Mercado de Aplicativos e vejo um lance chamado “Voice Studio”. Depois de baixar, vejo que é um programa grátis para ajudar a Microsoft a otimizar o reconhecimento de voz em vários idiomas, levando em conta até mesmo o sotaque.

Embora minha configuração do console esteja em inglês, o aplicativo carregou em português, perguntando cidade e até mesmo o sotaque (incluindo “caipira” e “manezinho da Ilha”, ora veja). A parada funciona assim: você cria um perfil (sexo, idade, local, sotaque etc…) e escolhe um de até oito testes diferentes para gravar. Frases e expressões soltas – como nomes de jogos, filmes, artistas, músicos e produtos da MS – devem ser lidos pro Kinect e enviados.

O interessante do Voice Studio é ver que as possibilidades de leituras e pronúncias diferentes é levada em conta. Como você leria “0,5%” em voz alta? “Meio por cento” ou “zero vírgula cinco por cento”? Sem contar os vários verbetes em idiomas que nem todos têm o dever de saber pronunciar direito, como nomes de filme em inglês, empresas chinesas, atores latinos e aí por diante.

Bem, já fiz minha parte gravando todos os testes – e para quem gosta de brindes de avatar e Achievements fáceis de desbloquear, taí um motivo a mais para ajudar o Kinect a entender, finalmente, os seus comandos em português. Quando será que isso chega aos usuários? Tô louco pra ser preguiçoso e dizer, sei lá, “Xbox, Netflix” e “Reproduzir Killer Klowns From Outer Space”. De novo.

Time Fortaleza 2: na sexta-feira que vem, joguemos TF2 em Português!

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É isso aí, pessoal: na próxima sexta-feira (19 de maio), os jogadores de Team Fortress 2 terão a chance de conhecer a versão do jogo em português. Sim, eu sei, não é de hoje que isto está disponível para todos os jogadores (afinal de contas, lembra daquela matéria que escrevi no começo de abril para o Arena iG?), mas sexta é – como o banner aí de cima já dedurou – o Dia do Team Fortress 2 em Português.

A proposta é promover este trabalho coletivo e conscientizar o jogador brasileiro que, sim, há uma versão no nosso Português – bastando buscar direitinho nas configurações do Steam o idioma correto. Ainda por cima, há uma parceria com o Terra, cujos servidores hospedarão as partidas nas quais integrantes do STS estarão presentes… tanto para entrar em contato com a comunidade quanto para jogar, claro!

Visite a página do evento no Facebook para mais detalhes – e nos vemos nos servidores amanhã. 😉

Jogos da Valve em português têm apoio da comunidade de jogadores

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Este rapaz aí tem o maior número de intérpretes do mundo

Mesmo levando em consideração a boa vontade das fabricantes, a comunidade parece insatisfeita com certas decisões. Às vezes, dá vontade de entregar o documento completo com o conteúdo escrito de cada game na mão dos jogadores e dizer: “Quer saber? Façam vocês mesmos!”. Brincadeiras à parte, a Valve fez algo que dá margem à capturar o que soa natural à comunidade gamer e usá-los em seu conteúdo: Counter-Strike: Global Offensive e Dota 2 já estão em português para seu lançamento oficial.

É isso aí: tive a oportunidade de entrevistar Bárbara Velho Barreto – representante de tudo relacionado à língua portuguesa na casa de Gordon Freeman e GLaDOS – e Bernardo Lopes, moderador da iniciativa Steam Translation Server no Brasil, para saber mais detalhes dos jogos da Valve traduzidos para o nosso idioma. Leia a matéria completa no Arena iG!

Passando o controle: Qual a sua opinião quanto a passar a tradução dos jogos pelo crivo dos jogadores?

Poison: vídeo desmistifica a “armadilha” do gênero?

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Poison voltou!

E aí, achou gata?

Fãs de jogos de luta estão prestes a alcançar aquela marquinha no calendário, já que Street Fighter X Tekken chega às lojas em 8 de março para o Xbox 360 e PlayStation 3 (e mais pra frente, PC e Vita). É isso aí: personagens das séries da Capcom e Namco resolverão quais participantes serão os reis e rainhas da pancadaria… o que me leva ao elefante branco, curvilíneo e de madeixas rosas na sala: Poison. Rei? Rainha? Drag queen?

Pois é. Já não é de hoje que a discussão sobre o gênero da personagem que estreou como oponente na série Final Fight rende. Muito se falou sobre a substituição dela para a versão caseira ocidental no Super Nintendo, mas – sem trocadilhos, por favor – o buraco é bem mais embaixo.  Um vídeo publicado pelo usuário MegatonStammer vem mostrar por A+B que, sim, Poison não é 100% mulher – na acepção mais abrangente / aulinha de Biologia do termo, naturalmente.

Em inglês, o documentário tem cerca de 19 minutos, e você pode assistir por aqui ou no YouTube. Olho no lance:

É curioso pensar nisso: o que poderia ser desmerecido como outra discussão besta entre fãs de videogame sobre personagens terem ou não apelo sexual – lembro de ter lido um comentário sobre a Lara Croft ter sido criada mulher porque seria mais agradável aos olhos do jogador ver uma mulher na tela, já que veria alguém pelas costas na maioria da aventura – reflete bastante sobre a percepção das pessoas quanto à questão do gênero.

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A identidade gamer

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É, saber rir de si mesmo também faz parte da vida

Na busca eterna por reconhecimento, não é surpresa que as pessoas tendam a formar grupos por interesses e afinidades comuns. Pode ser música, cinema, culinária, literatura – e, obviamente, videogames. No entanto, uma troca de tweets com o meu amigo Rique Sampaio sobre Will the Real Gamer Please Stand Up? – um artigo publicado no site da ótima Kill Screen, leitura sempre recomendada – me fez pensar se havia algo de danoso ou ofensivo quanto às pessoas se definirem como “gamers”. Embora eu entenda a argumentação apresentada, não vejo problema algum…

Jason Johnson, o autor do artigo em questão, faz um bom apanhado sobre o uso do termo – indo da etimologia até os desdobramentos sociais da parada, como citar que a definição de gamer é segregacional e formadora de guetos. Tirando do caminho os parâmetros regionais do texto de Johnson (por motivos óbvios, seus exemplos da representação e reconhecimento dos fãs de videogame na mídia são americanos), acho que não há problema nenhum em se referir – ou definir outras pessoas – como “gamers”. Com ressalvas? Claro, mas no geral, não há ofensa envolvida. Vamos ver…

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World of Warcraft: o caminho das pedras para cair matando em Azeroth

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Acredite: você não quer mexer com ela (sem saber o que está fazendo)

Então você passou anos sonhando com o dia em que World of Warcraft, o RPG online mais popular do planeta, chegaria oficialmente ao Brasil varonil? Pois esta longa espera acabou no dia 6 de dezembro de 2011, com o lançamento oficial do MMORPG da Blizzard e suas expansões (The Burning Crusade, Wrath of the Lich King e Cataclysm) totalmente localizadas ao português do nosso país. (…) Mas aí é aquilo: tem muita gente daqui que já jogava faz um tempão e você não quer ficar de fora da festa – e muito menos fazer feio frente aos veteranos, quiçá aos novatos.

Surpresa! Taí o primeiro de uma série de matérias que estou preparando para o Arena iG: Guia de Sobrevivência, oferecendo dicas e sugestões para alguns jogos de sucesso – algumas delas com declarações de especialistas no assunto. E como vocês podem ver acima, a estreia é com World of Warcraft, recém-lançado no Brasil. Leiam a versão completa no Arena!

Lembra daquela minha palestra sobre conteúdo online?

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Nem é meu NOME, mas você entendeu

O evento não aconteceu, né? Mas como eu já tinha a apresentação pronta, decidi fazer uma versãozinha do lance em vídeo – e como grande parte dos exemplos que citei têm a ver com minha área de especialidade (videogames, duh!), pode ver sem medo. Tá lá em cima, em “Apresentações”. Ou clicando aqui. 🙂

Estarei no Eagecon 2011; venha você também!

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Nos dias 9 e 10 de novembro, o Rio de Janeiro sediará o Eagecon, o Encontro Anual de Geradores de Conteúdo Online. O evento reunirá pessoas que, bem, criam conteúdo online – seja em blogs, vlogs, redes sociais, o que for – ou têm interesse nesta área em uma série de palestras!

“E daí?”, você pergunta.

Calma, gafanhoto: é que fui convidado para realizar uma palestra no evento. O tema? “Princípios da geração de conteúdo”. Quer saber do que se trata e como será? Simples:

Minha palestra está marcada para as 17 horas de quarta-feira, 9 de novembro. Ficou curioso? Veja o serviço completo a seguir:

Eagecon 2011
Quem estará lá?: Veja a programação completa
Quando?: 09 e 10 de novembro, das 17h às 21h
Onde? Auditório da Infnet (Rua São José, 90 / 2o. andar – Centro, próximo ao Largo da Carioca)

Winnitron: rede indie de arcade tem dever moral de chegar ao Brasil

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Winnitron 1000: em breve no Brasil?

Winnitron 1000: em breve no Brasil?

Acho que não é novidade para nenhum leitor sério deste blog o meu apreço por jogos independentes. Claro, estou amarradaço jogando os títulos do “esquemão” – se as caixas vazias na mesa servem de referência, as bolas da vez são Nier, L.A. Noire, Epic Mickey e The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D… sem contar o Deus Ex: Human Revolution no PC – mas é claro que curto as produções indies.

Outro dia estava lembrando do quanto me diverti na GDC 2011 jogando Nidhogg – um jogo de esgrima, pancadaria e plataforma para dois jogadores em modo versus… e que agora há pouco soube que teve participação do Andy Serkis – e como eu queria jogá-lo de novo… mas ainda não foi lançado para o grande público. Exceto, é claro, aqueles que tiverem acesso ao Winnitron.

“E o que diabos é o Winnitron?”, você pergunta. Veja o vídeo abaixo e continue lendo:

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Rock N’ Roll Racing 3D: Já que a Blizzard não faz…

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Rock 'n Roll Racing 3D

Muito bem, tovarisch!

… o estúdio russo Yard Team prepara aquela homenagem ao clássico de corrida e combate da era 16-bits. E aí, Blizzard? Sua vez – e rápido, antes que os camaradas lancem o jogo deles!

Perdi muitas horas jogando o Rock N’ Roll Racing original no Super Nintendo, era divertido demais. É até engraçado pensar que hoje, quando vários jogos têm trilha sonora licenciada, logo este – que leva o rock ‘n roll no nome! – não ganha uma releitura.

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