Posts marcados com Multiplayer

Hybrid: inscrições para o beta no ar!

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Variant enfrenta Paladin - escolha sua facção

Quem acompanha o blog deve lembrar que Hybrid é um dos jogos vendidos por download de 2012 que mais me deixaram intrigado. Afinal de contas, o negócio é uma mudança tão radical dos outros jogos que botaram o estúdio 5th Cell no mapa (como a incrível série Scribblenauts) que não tem como deixar de ficar curioso.

Enfim, isto está prestes a ser aplacado: foram abertas as inscrições para a fase de teste beta do jogo!

Portanto, se você tem um Xbox 360 e uma conta Ouro e vontade de conferir qual é a desta mistura de sci-fi, tiroteio e parkour, cadastre-se já! E se puder usar este link, serei grato; sabe como é, tirar onda com um capacete dourado na versão final promete.

 

 

Journey: às montanhas, às estrelas e ao grande silêncio

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Chegaremos ao nosso objetivo... juntos?

Outro dia eu estava conversando com amigos no Facebook sobre o andamento da série Lost. O final, polarizante como poucos (afinal, a falta de algo mais mastigado ou que revisitasse todos os mistérios da série decepcionou uma boa parte dos espectadores), não foi tão importante quanto a jornada. Embora eu tenha curtido o final, tenho certeza que o caminho até lá foi mais interessante. É mais ou menos assim que me senti ao terminar Journey, o terceiro título da thatgamecompany para o PlayStation 3, pela primeira vez.

Este era um dos jogos que eu mais queria jogar em 2012, e pode ter certeza de que saí impressionado com a beleza da experiência como um todo. Sim, o visual é incrível e a trilha é assombrosa, mas isto é apenas uma pequena parte do que o torna tão especial. Confira um vídeo do jogo e as minhas impressões na sequência:

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Noobz traz de volta os jogadores de videogame para a telona

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Em breve, numa sala perto de você. Talvez

Você sabe que a percepção dos videogames pelo grande público e as produtoras voltou a crescer quando anunciam um novo filme sobre esta cultura — e desta vez, a novidade é a comédia Noobz, que tem lançamento previsto para o terceiro trimestre deste ano nos Estados Unidos.

É isso mesmo: quatro amigos decidem cair na estrada para participar – e vencer, claro! – o Cyberbowl, um campeonato de videogames. E qual o jogo escolhido como o principal, no qual o intrépido clã vai competir? Gears of War 3. Olho no trailer:

O filme reúne um elenco que é, no mínimo, inusitado: Jason Mewes (é, o Jay, aquele amigo doidão do Silent Bob), Blake Freeman (um dos roteiristas do filme e que gravou o documentário de mentira Gawd Bless America), Casper Van Dien (Tropas Estelares), um irreconhecível Jon Gries (o Napoleon Dynamite) e a nova queridinha dos gamers e filha do seu Robin, Zelda Williams.

Agora… se o filme sair aqui, como ele se chamaria? Newbas: O Filme? A melhor sugestão ganha o direito de tirar onda com os amigos por ter dado a sugestão mais maneira nos comentários.

A identidade gamer

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É, saber rir de si mesmo também faz parte da vida

Na busca eterna por reconhecimento, não é surpresa que as pessoas tendam a formar grupos por interesses e afinidades comuns. Pode ser música, cinema, culinária, literatura – e, obviamente, videogames. No entanto, uma troca de tweets com o meu amigo Rique Sampaio sobre Will the Real Gamer Please Stand Up? – um artigo publicado no site da ótima Kill Screen, leitura sempre recomendada – me fez pensar se havia algo de danoso ou ofensivo quanto às pessoas se definirem como “gamers”. Embora eu entenda a argumentação apresentada, não vejo problema algum…

Jason Johnson, o autor do artigo em questão, faz um bom apanhado sobre o uso do termo – indo da etimologia até os desdobramentos sociais da parada, como citar que a definição de gamer é segregacional e formadora de guetos. Tirando do caminho os parâmetros regionais do texto de Johnson (por motivos óbvios, seus exemplos da representação e reconhecimento dos fãs de videogame na mídia são americanos), acho que não há problema nenhum em se referir – ou definir outras pessoas – como “gamers”. Com ressalvas? Claro, mas no geral, não há ofensa envolvida. Vamos ver…

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Hawken: inscrevam-se na batalha de mechs, soldados

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Resolva a briguinha "mech não é robô gigante" na arena

Quando a galera fala em “jogos indies”, a tendência dos mais cínicos é desmerecê-los como “pretensiosos”, “metidos a artísticos”, “sensíveis”, “remando contra a corrente da indústria” e por aí vai. Enquanto é óbvio que eu também curta as produções que caem nesta definição (mesmo que nem sempre em todas as categorias), isso não quer dizer que todos sejam assim – e prova disto é Hawken, da Adhesive Games. Fiquei pasmo ao ver os primeiros vídeos do jogo – e mais ainda quando descobri que era por um grupo bem pequeno de desenvolvdores. Saca só um dos trailers mais recentes:

Pois é. A equipe da Adhesive cresceu, e agora tem 7 funcionários e 3 estagiários, e eis aí o estado atual do projeto! Para quem gosta de combates de mech – com direito a customização de armas e visual – em modo multiplayer, parece uma grande pedida. O jogo sai em 12 de dezembro deste ano: se o mundo não acabar, já sabe como comemorar! As inscrições para a fase beta já começaram – e se você quiser se adiantar e reservar seu nick para a batalha, cadastre-se e convoque três amigos com seu endereço customizado (sim, este é o meu e eu já garanti meu nick para dezembro!).

Semana boa pros durangos: Zelda, Broken Sword e City of Heroes grátis

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Um Link só? Acho pouco. Chame mais três

Um Link só? Acho pouco. Chame mais três

Esta é uma semana incrível para quem está sem grana no fim de mês. Para quem tem o Nintendo DSi ou 3DS, foi disponibilizado – um dia antes da atualização semanal de conteúdo – The Legend of Zelda: Four Swords Anniversary Edition, remake do divertido multiplayer. Além de jogar via wireless desta vez, esta versão tem novas fases e campanha singleplayer. Para baixar, é só visitar o DSi Shop / eShop.

O que um americano faz em Paris? Se enrola com templários

O que um americano faz em Paris? Se enrola com templários

Para quem joga no PC, a Good Old Games comemora os 6 milhões de downloads com um presente para seus usuários: a versão do diretor de Broken Sword: Shadow of the Templars, um adventure da Revolution Software repleto de mistérios e conspirações. Vale lembrar que esta edição oferecida no GOG tem material exclusivo! Se você curte o gênero, vale o download.

Você pode ser um herói único (como qualquer outro)

Você pode ser um herói único (como qualquer outro)

Já os fãs de RPGs online e super-heróis dos quadrinhos com a carteira mais leve curtirão saber que a NCsoft anunciou City of Heroes: Freedom, versão free-to-play daquele MMO. Claro, neste aqui ainda tem o lance de micropagamentos e mensalidades para quem preferir algumas vantagens, como campanhas exclusivas… Mas ainda assim, o que você está esperando? É grátis!

Nada de tribunais: criador de Minecraft desafia Bethesda no Quake III Arena

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Scrolls

Estes "Scrolls" não são tão antigos assim...

Guerrinhas de patentes costumam ser um saco, mesmo quando não são algo tão oportunista e imbecil como o caso do nome Edge ser registrado por Tim Langdell e ele sempre tentar cavar uma grana por fora em jogos com esta palavra no nome. Isto já virou motivo de piada na indústria, diga-se de passagem.

O mais recente evento deste tipo é, ao meu ver, meio besta. O estúdio sueco Mojang – conhecido pelo sucesso independente Minecraft – anunciou no começo deste ano o jogo Scrolls. Produzido em parceria com o Jerry Holkins (ou Tycho Brahe), da tirinha online Penny Arcade, o lance mistura elementos de cards colecionáveis e RPG.

No entanto, os representantes legais da Bethesda na região enviaram uma notificação judicial pedindo a mudança do nome, pois infringe uma marca deles. Pois é: a série The Elder Scrolls (afinal, é tão fácil confundir um peso-pesado dos RPGs gigantescos e distribuidoras enormes com um jogo indie de cartas…)

Markus “Notch” Persson, da Mojang, levantou uma proposta interessante para resolver a pinimba: em vez de ir pros tribunais, que tal uma partida de Quake III Arena? Três de cada lado em uma partida de 20 minutos. Quem conseguir a melhor pontuação, ganha. O pior (ou melhor) de tudo é que parece que a proposta é séria!

E aí, Bethesda? Vai encarar? Podem chamar seus irmãozinhos da id Software, já que é tudo da Zenimax

Quake III Arena

Processos, não! Lanca-foguetes, sim!

Section 8: Prejudice declara guerra, mas não ao seu bolso

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Section 8: Prejudice

Este ano, a produtora TimeGate decidiu fazer algo diferente. Embora não fosse ruim, o FPS Section 8 – lançado em 2009 – não teve uma recepção calorosa demais, e a baixa população nas partidas multiplayer foi seu carimbo no passaporte para a categoria de jogos vendidos a preço de banana em lojas. Então por que não lançar Section 8: Prejudice (PC, Xbox Live Arcade e futuramente PlayStation Network) já a um preço camarada? US$ 15 está bom para você?

Pois é, eis aí um bom motivo para não desistir quando algo não dá certo: Section 8: Prejudice é melhor do que seu antecessor e vem num precinho camarada. Leia minha crítica do jogo no Arena Turbo!

 

Gears of War 3: E esse vício no beta multiplayer, hein?

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Gears of War 3

Aqueles que compraram Bulletstorm em sua versão para o Xbox 360, reservaram Gears of War 3 na pré-venda em outras regiões ou simplesmente ficaram de olho nas redes sociais estes dias já estão jogando três modalidades multiplayer – em quatro mapas diferentes – que foram disponibilizadas a cada semana. O Arena também invadiu as trincheiras para te contar como vai o front da guerra.

É, comprar o Bulletstorm no Xbox 360 rendeu esta vantagem: testar o beta multiplayer do novo Gears uma semana antes do resto do mundo. E é até engraçado, porque eu meio que perdi o bonde do zeitgeist em se tratando do MP desta série. Minhas impressões estão no Arena Turbo – e querendo jogar, é só me adicionar na Live.

Magicka: Feitiçaria coletiva

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Se um jogador fica perdido no canto do mapa enquanto o resto do time toma uma surra épica daquele chefão gigante, a zombaria dos colegas está garantida. Agora imagine um jogo no qual a cooperação não é apenas recomendada, como também forçada. Qualquer vacilo bobo é garantia de tudo ir para a proverbial vala. Isto é, conheça Magicka, jogo da Arrowhead para PC distribuído pela Paradox Interactive.

Na época do GameCube, eu curtia a ideia de Final Fantasy: Crystal Chronicles – é uma pena que era tão complicado formar um time para jogar direito. Já o Magicka parece mais fácil – e o caos de jogar em grupo com o fogo amigo sempre ligado é interessante. Leia a análise completa no Arena!

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