Posts marcados com Análise

História antiga: minhas matérias do FinalBoss!

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BioShock

Faz tempo que eu não passo por aqui, né? Desde que entrei para a Riot, a vida tem sido corrida – e não posto nada sobre isso aqui porque, bem a página oficial de League of Legends existe pra isso e não quero deixar aqui monotemático – mas isso não quer dizer que esse blog tenha morrido. Se tanto, “ressuscitar” é uma palavra bem apta pra este post!

Trabalhei entre 2004 e 2010 no FinalBoss, fazendo a cobertura diária de notícias, fazendo entrevistas e escrevendo análises de jogos dos sistemas da época. No entanto, quem acessava lá lembra que praticamente nada disso era creditado ao autor – por motivos que incluem focar a discussão no material (e não nas discussões inúteis sobre fulano ou sicrano ser tendencioso. É, as guerrinhas de sistemas deveriam ter morrido nos anos 90).

No entanto… na boa, isso já prescreveu, né? Eis aqui o resultado de um papo recente com o ERVO, editor do site: estou publicando análises que eu escrevi para eles aqui no blog, com as datas originais e tudo mais. Agora a galera pode saber pelo menos uma parte de quem estava por trás de certas resenhas. 🙂 As entrevistas que realizei mais diretamente, elaborando perguntas ou falando com os entrevistados, também pintam por aqui.

Ah, sim: botei a tag “FinalBoss” em todas para facilitar a navegação.

Para quem lia o na época e ficava nas apostas: e aí, alguma análise que eu tenha escrito e não achava que era minha? Compartilhe nos comentários!

FreakyForms apresenta: o planeta do Doutor Moreau

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Sim, dá para criar bichos em formato de letra

 Vivemos em uma época em que o espectador não é meramente passivo. Na real, não é de hoje que o compartilhamento de conteúdo criado pelo usuário é a menina dos olhos de certas produtoras de games – seja de uma forma leve, como a customização de carros para partidas online de Forza Motorsport, ou mesmo algo que tem nesta função sua razão de ser, como a criação de fases de LittleBigPlanet. Agora, chegou a vez dos jogadores do 3DS demonstrarem sua criatividade com FreakyForms: Your Creations, Alive!

Pois é: agora é a Nintendo que está atacando de conteúdo gerado pelo usuário no 3DS. Leia minha análise completa de FreakyForms: Your Creations, Alive! no TechTudo.
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The War of the Worlds: até o H.G. Wells curtiria

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Os alienígenas estão chegando (estão chegando os alienígenas)

A trama é apresentada de um ponto de vista um tanto diferente do visto no filme de 1953. Ao retornar para Londres no final do século XIX, o protagonista a vê devastada pela chegada de invasores espaciais hostis. Seguindo a escolinha de Out of This World, Flashback e Prince of Persia, temos uma boa combinação de ação, plataforma e furtividade – afinal de contas, Arthur não é um fuzileiro espacial, e sim um sujeito normal…

Taí uma prova de que nem toda adaptação de livro ou filme para os videogames vira tranqueira. O fato de não sair na rebarba do lançamento de algo recente ajuda, mesmo que isso não seja algo 100% eficaz. Enfim, eis aí minha análise completa de The War of the Worlds para o TechTudo.

Sequence: músicas para detonar a oposição

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Essa é a mistura do DDR com o RPG (DRDPRPGDPOPRPPDPDG?)

Em Sequence, disponível para PC e Xbox Live Indie Games, a produtora independente Iridium Studios fez uma combinação similar ao do exemplo acima: a mistura do dia é a de RPG com jogos de ritmo – o primeiro a vir à cabeça é Dance Dance Revolution, mas também é possível jogar com controles de Guitar Hero / Rock Band.. e, naturalmente, gamepads, teclado e mouse. Parece esquisito? Em primeira impressão, é normal o estranhamento… mas funciona!

O que poderia parecer uma mistura esdrúxula – os jogos de ritmo e os RPGs – se revelou um formato bacana graças ao esforço da Iridium. Leia minha análise completa de Sequence no TechTudo, e saiba que o ingresso vale o show.

BurgerTime: World Tour não reinventa o hambúrguer (e nem precisa)

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Vai querer um completão?

Certos clássicos precisam ser relembrados, às vezes até mesmo para saber se aqueles óculos rosados da nostalgia não o fazem parecer melhores do que realmente eram na época. Na minha tenra infância, um dos jogos que mais me divertiam era BurgerTime. Lançado em 1982 pela Data East, este tinha um pouco daquele clima surreal dos jogos da época: um cozinheiro que precisava montar hambúrgueres gigantes enquanto fugia de ingredientes ambulantes e raivosos. Ah, os anos 80…

… e aí a Konami e a Monkey Paw Games revisitam a série com BurgerTime: World Tour, vendido por download nos consoles e dando aquela incrementada na receita original. Leia minha análise completa do jogo para o TechTudo.

Ugly Americans: Apocalypsegeddon não é o fim do mundo, mas quase

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"Esses capirotos só me dão trabalho, putz"

Exibida no Brasil na VH1, a animação Ugly Americans mostra uma versão alternativa de Nova York onde humanos, feiticeiros, demônios, zumbis e mais criaturas fantásticas tentam conviver em harmonia – e vez por outras dão um trabalhão para o Departamento de Integração. Em Apocalypsegeddon, quatro personagens do desenho – o assistente social Mark Lilly, a diabinha Callie Maggotbone, o policial Frank Grimes e o mago Leonard Powers – encaram uma dessas, unindo forças para desvendar quem está tentando trazer o fim dos tempos.

Adoro o desenho Ugly Americans e fiquei feliz ao saber que um jogo estava a caminho – pena que o produto final não é tudo o que eu esperava. Mas é ruim? Nah, mas poderia ser melhor. Leia minha análise completa de Apocalypsegeddon no TechTudo e entenda qual é.

The Binding of Isaac: uma infância nem um pouco feliz

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"Meu lugar feliz... meu lugar feliz..."

Além da dificuldade elevadíssima (e de mais de dez finais diferentes), a natureza aleatória do jogo garante sua longevidade. Mesmo porque vencê-lo uma vez torna a partida seguinte mais difícil, com mais áreas para chegar antes do combate final com o oponente mais óbvio do universo. É o tipo de experiência que vale revisitar: há uma recompensa em explorar o máximo de salas e segredos possível para aumentar sua chance de não morrer miseravelmente antes – afinal, Isaac só tem uma vida. Morreu? Volte ao começo. Quem sabe da próxima vez você devesse ter aceito aquele pacto com Baphomet? Até mesmo oportunidades únicas de vender a alma ao capiroto aparecem neste jogo.

Como é que um jogo de US$ 5 feito em Flash pode ser tão bom? Quem sou eu pra responder? Melhor perguntar para o Edmund McMillen e o Florian Himsl, porque eles fizeram e conseguiram com muito sucesso. Leia minha análise completa de The Binding of Isaac no TechTudo.

Dungeon Defenders: muito mais do que tower defense

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Eles são ou não são o orgulho dos pais?

Além de seguir a atual tendência de colocar o jogador em movimento na área que precisa ser defendida – isto é, direto na linha de frente -, DD é surpreendentemente profundo. Como se não bastasse a variedade de classes, o jogador pode evoluir seu personagem tal qual em um RPG tradicional, melhorando seus atributos. E não termina por aí: os itens também podem receber upgrades, e aí cabe ao jogador balancear, por exemplo, qual espada vale mais: a que causa mais dano, ou a mais propensa à customização?

A Trendy Entertainment está de parabéns. Olha que os estúdios que têm se inspirado neste gênero andam trabalhando duro para sobressaírem – como o hilário Orcs Must Die! -, mas Dungeon Defenders parece um sério candidato ao melhor do ano na categoria. Leia a análise completa no TechTudo!

Serious Sam: Double D deve ser o jogo favorito do Xzibit

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Olha que gat... AAAAAH!! FEMIKAZE!

Jogadores de PC com mais cabelos brancos na cabeça devem se lembrar de Abuse, jogo de tiroteio 2D no qual a mira era com o mouse – e se pensarmos nos padrões atuais, combina direitinho com o esquema de duas alavancas analógicas no gamepad. Serious Sam: Double D segue o mesmo estilo, colocando o herói de jeans e camisa branca contra um mundo de inimigos – tanto os clássicos, como os Gnaars, quanto inéditos, como as mulheres gigantes kamikaze sem cabeça e de topless… mas com bombas na frente.

Sinceramente? Tô curtindo a maneira como Serious Sam está se alastrando por outros gêneros fora do FPS. Leia a análise completa de Serious Sam: Double D no TechTudo, e cuidado com os Vuvuzelators!

Rock of Ages: em algum lugar, Terry Gilliam verte uma lágrima

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Só falta tocar "Liberty Bell" na trilha sonora

Quarenta e dois anos depois, o estúdio chileno ACE Team lança Rock of Ages; mesmo se não houvesse uma influência declarada das intervenções animadas de Gilliam, não dá para evitar a impressão de que o jogo não seria tão “Pythonesco” se fosse feito pelos próprios. E isto não é uma reclamação: se tanto, parece uma grande homenagem ao trabalho de Gilliam – e, indiretamente, ao Monty Python – em forma de jogo eletrônico.

E não é que a ACE Team conseguiu juntar dois favoritos meus – Marble Madness e Monty Python’s Flying Circus – em jogo só? Leia a análise completa de Rock of Ages no TechTudo.

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