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Life Defenders: começou a fase open beta

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Salvando o planeta - um bicho de cada vez

No ano passado, comentei aqui no blog minha participação no roteiro de Life Defenders, jogo social criado pelo FinalBoss com um tema bem interessante: cuidados e readequação de animais selvagens ao seu habitat (e com um tanto de simulação de parque, já que você cria sua própria reserva!). Agora você também pode jogá-lo!

É isso aí: a fase de teste open beta começou hoje, e todos podem começar a jogar. Uma bobagenzinha ou outra pode pintar, já que é uma versão de teste; se você reparar em algo que possa ser corrigido, basta entrar em contato com a galera do FB na página oficial do jogo no Facebook.

O lançamento oficial de Life Defenders está previsto para 30 de abril, mas o que você está esperando para jogar agora? Vai lá! 😉

O mistério acabou, episódio #2: eu sou um Life Defender!

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Eu falei que o projeto era animal, não falei? 😉

Dando continuidade à fantástica (heheh) sequência de revelações aqui no blog, eis aqui a segunda referenciada naquele post do mês passado: participei na criação do conteúdo de Life Defenders, um jogo para o Facebook que está na reta final de desenvolvimento. A produção é do FinalBoss – sim, a mesma empresa que tantos conhecem pelas análises, artigos e cobertura de notícias sobre videogames não trabalha somente nisso.

A premissa do Life Defenders é bem bacana: o jogador herda uma ilha que serve de lugar para a cura e readaptação de animais selvagens afetados por doenças ou que tenham sido feridos – tanto por outros bichos quanto pelo homem, tanto por ação direta (caçadores) ou indireta (expansão de cidades para o habitat natural). Também há uma área para os visitantes da ilha relaxarem, brincarem e passearem – e até mesmo dar uma voltinha de balão sobre a reserva natural!

Como é de se esperar, há toda uma consciência ecológica no jogo – até as construções são sustentáveis, com placas solares e tudo mais! Além do apoio do IBAMA (e talvez não pare por aí, mas fiquem ligadinhos), o jogo também tem a participação do doutor Thiago Muniz, veterinário especializado em vida selvagem. Veja aí o primeiro teaser trailer do jogo:

“E o que diabos você fez neste jogo, Jigu?”, você pergunta. Baseado em como o jogo foi idealizado, escrevi os textos relacionados à chegada dos animais – no lançamento inicial, está na casa das dezenas – à ilha, as condições em que chegam e uma ficha contando informações e curiosidades sobre cada um deles.

Portanto, já sabem quem xingar quando pintar aquela tirada mais engraçadinha no meio do texto… 😉 Assim que o jogo for ao ar – assim como anúncios oficiais do mesmo até seu lançamento – comentarei por aqui.

[Atualização, 18/10, 12:05] O FinalBoss publicou uma prévia mais detalhada sobre o Life Defenders, vai lá ler!

Organ Trail: um software educativo contra a ameaça zumbi

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"Aprenda a sobreviver ao apocalipse zumbi brincando!"

"Aprenda a sobreviver ao apocalipse zumbi brincando!"

Por muito tempo, um jogo esteve instalado nos computadores dos colégios norte-americanos – e sem que os professores torcessem o nariz: The Oregon Trail. De fins educativos, este jogo – que teve uma variedade de versões novas até hoje – mostra a vida de uma família de pioneiros atravessando os Estados Unidos em uma diligência no século XIX.

O jogo tem elementos de gerenciamento de recursos e pessoal, como controlar a quantidade de comida (e caçar animais selvagens quando necessário) e tomar conta da saúde de seus familiares. É um dos poucos jogos – se não o mais popular – no qual é possível morrer por disenteria, o que já virou uma piada por si só.

Aí vem o estúdio independente The Men Who Wear Many Hats e lança Organ Trail, uma paródia do jogo acima – inclusive dizendo que o jogo foi feito com o mesmo objetivo de ser um jogo educativo – que põe o jogador para atravessar os EUA após uma epidemia que transformou grande parte da população em zumbis.

As decisões caberão a você: quanto combustível você precisa pro carro? E kits de primeiros socorros? Comida enlatada? Munição? Será que alguém do grupo deverá ser deixado para trás – leia-se “morto” – para que os demais cheguem com sucesso ao outro lado do país? Quem disse que o mundo é um lugar justo?

(Ah, e também tem uma versão para Facebook.)

Music City: Olha o convite pro jogo nacional de Facebook! Quem vai?

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Music City

O sempre alerta Beto Largman mandou a dica, e fui conferir a fase beta do Music City, jogo social da Gazeus para o Facebook. Feito aqui no Brasil, o jogo combina elementos de jogos de ritmo – como bem disse uma amiga minha, “é um Guitar Hero social?” – e customização de personagem, cenário e instrumentos. As músicas são licenciadas, então pode procurar sua favorita para brilhar no palco.

Claro, como é um jogo para o Facebook, contar com a ajuda dos amigos é vital. Eis o lance: a Gazeus liberou 100 convites aqui para o blog. Boa, hein?

Seguinte: se você quer ver qual é a do jogo (e ainda ajudar os desenvolvedores a dar os retoques finais, se for o caso), é simples: site a página do Music City e use a senha jigu321gazeus para jogar. Agora você pode realizar seu sonho de tocar “Adocica” “Enter Sandman” para uma plateia empolgada!

Talentos brasileiros no exterior

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O Brasil já teve uma boa cota de jogos totalmente produzidos aqui – indo de títulos para PC e console até joguinhos mais simples para celular e navegador – mas uma coisa é inegável: em comparação ao mercado exterior, ainda temos muito chão pela frente. Esperançosamente, não por muito tempo, porque talento local nós temos de sobra. Prova disto é termos profissionais brasileiros trabalhando em estúdios nos quatro cantos do planeta.

Leia a matéria na íntegra na Revista Digital de hoje!

Além disto, nesta semana a íntegra das conversas com os profissionais entrevistados para esta matéria serão publicadas diariamente no Arcadia.

Passando o controle: Qual a sua impressão do mercado de criação de games no Brasil no momento, e como você vê seu futuro?

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