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The Secret World, ou “o MMORPG que mais quero jogar na vida”

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The Secret World (Preview)

Digamos que um dia você acorde, prepare seu café da manhã, e, de repente, descubra que tudo o que você dava como fictício se revela real. Lendas urbanas, teorias da conspiração, seres fantásticos, tudo isto era verdade o tempo todo e você passa a saber disto por ser um dos escolhidos para o começo do fim dos tempos. De repente seu cereal nem ficou tão saboroso, heim?

Acho que você já sacou que eu estou pilhado para jogar The Secret World, né? A temática escolhida pela Funcom me parece incrível. Leia a prévia que escrevi para o Arena Turbo e veja se você está apto para jogar (e se você deveria ser um Templar, Illuminati ou Dragon).

Gears of War 3: E esse vício no beta multiplayer, hein?

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Gears of War 3

Aqueles que compraram Bulletstorm em sua versão para o Xbox 360, reservaram Gears of War 3 na pré-venda em outras regiões ou simplesmente ficaram de olho nas redes sociais estes dias já estão jogando três modalidades multiplayer – em quatro mapas diferentes – que foram disponibilizadas a cada semana. O Arena também invadiu as trincheiras para te contar como vai o front da guerra.

É, comprar o Bulletstorm no Xbox 360 rendeu esta vantagem: testar o beta multiplayer do novo Gears uma semana antes do resto do mundo. E é até engraçado, porque eu meio que perdi o bonde do zeitgeist em se tratando do MP desta série. Minhas impressões estão no Arena Turbo – e querendo jogar, é só me adicionar na Live.

Skulls of the Shogun: Que comam caveiras!

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Dizem que a história é contada pelos vencedores. No caso do protagonista de Skulls of the Shogun (Xbox Live Arcade, Steam e Windows Phone 7), o primeiro jogo da Haunted Temple Studios, esta frase pode ser bem questionável: a morte de seu personagem princial é apenas o começo.

Bati um papo com o Jake Kazdal – o cara já trabalhou com o Tetsuya Mizuguchi na época do Rez e Space Channel 5, respect – e estou jogando uma versão de testes de Skulls of the Shogun. Bom saber que este jogo divertido vai sair completamente traduzido para português do Brasil. Isso mesmo! Estes e outros detalhes estão na prévia do Arena Turbo.

Los Angeles: terra de contrastes

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L.A. Noire

Em cerca de uma hora e meia de apresentação fechada da produção da australiana Team Bondi (conhecida por seu trabalho na série The Getaway), é fácil notar que o foco do jogo não está na ação desenfreada ou mesmo no formato de mundo aberto e caos que isso pode proporcionar – isto é, nada de sair atropelando pessoas a esmo como alguns jogadores de GTA fazem: por mais que estes elementos estejam presentes no jogo -, jogadores que curtem elementos de investigação – trabalho de detetive mesmo – estão prestes a ter seus desejos atendidos.

Semana passada, fui a NY conhecer a sede da Rockstar Games e ver esta prévia de L.A. Noire. Particularmente, entrou na lista de jogos que quero no lançamento. Leia a matéria completa no blog de coberturas do Arena!

Old!Gamer #3 vem aí…

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OldGamer 3 (capa)

... e sim, tem matéria minha lá!

Após um longo e doloroso processo de fechamento, a terceira edição da revista de retrogaming com a periodicidade mais não-ortodoxa do Brasil (mas vá lá, o Humberto Martinez explicou direitinho a razão disto acontecer em uma entrevista) terá uma entrevista minha com Al Lowe, criador de Leisure Suit Larry e gente fina de plantão. Afinal de contas, já que a revista fala de games das antigas e o cara é veterano da indústria e participou da época áurea da Sierra On-Line, por que não fazer uma entrevista focada na época em questão?

Valeu ao Orakio Rob – o Gagá, que foi recentemente contratado pela Editora Europa… congratulações ao senhor! – por revelar a capa no blog… e fique de olho, pois posso trazer uma surpresinha para você em breve. 🙂

Passando o controle: King’s Quest, Space Quest, Quest For Glory, Manhunter… Qual a sua série de adventures favorita da Sierra?

Conferindo a New Xbox Experience

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[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]

Sexta-feira passada, quando eu menos esperava, recebi um email da Microsoft: acabei entrando na terceira e última leva da prévia da New Xbox Experience, a nova versão do sistema do Xbox 360. No final de outubro, rolou uma inscrição no site da MS para os interessados tentarem a sorte e conferirem de antemão a novidade. Uma leva foi, e não fui chamado; na segunda, também não… aí eu já tinha deixado para lá, achando que só dia 19. Engano meu 🙂

Enfim, depois de um download considerável, valeu a pena. Os novos avatares são bem engraçadinhos, um meio-termo entre os Miis e o esquema Second Life-esco da PlayStation Home: pois tem mais recursos que os da Nintendo — como roupinhas e acessórios afins — mas não tem a flexibilidade de edição das características como aumentar ou reposicionar orelha, nariz, olhos etc… e de resto, a navegação melhorou a olhos vistos.

Poder pular de qualquer aplicativo para outro sem ter que passar pelos menus, que acaba remetendo a barra Iniciar do Windows, economiza tempo se você quiser sair de um GTA IV da vida para jogar Geometry Wars 2. A navegação geral está bem menos confusa, tudo mais clean e estiloso. Por falar no GTA, instalei-o para o HD — também nova função — para agilizar o carregamento. Bem mais rápido, mas foi esquisito ver uma vez as texturas pipocando no cenário quando acabei de voltar de uma intermissão.. mas o resto compensa que é uma beleza. Outra parada que eu gostaria de testar, mas não sei se me arrisco por minha conexão não ser grande coisa e também envolver acrobacias de cadastro e tal, é a locação online de filmes na Netflix. Quem sabe um dia…

Para quem se inscreveu, a atualização já deve ter sido disponibilizada hoje; senão, é só esperar até amanhã, quando ela será oficialmente liberada a todos os usuários. E eis aí minha versão avatar para vocês rirem um pouco:

Meu avatar na Live!

Prelúdio ao vício: testando o Spore Creature Creator

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Spore Creature Creator

[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]

Um dos jogos que mais espero este ano no PC é Spore, o ambicioso projeto do Will “Sim” Wright. Todo o lance de você criar um ser vivo desde sua fase celular até uma civilização inteira desta espécie — e criando mesmo, com direito a um sistema incrivelmente elaborado (e amigável!) de construção de personagem / objeto / veículo etc… — sempre pareceu muito interessante, e o último projeto de um certo jogo chamado The Sims fez um pequeno sucesso (sic).

Aí me vem a Maxis e lança uma demo jogável de Spore Creature Creator, um editor da fase “indivíduo” com 25% das peças da versão completa (eles também vão vender este editor com todas as peças por US$ 10, e rola desconto deste valor para quem comprar o game completo por download… eu vou do de loja mesmo, então me resta ter paciência ou pintar lá no trabalho). Que paradinha mais viciante, hein? Se com as partes que estão lá — pernas, braços, mãos, pés, cabeças, olhos e outras paradas — já dá pra fazer miséria, imagina na versão final do game…

Um negócio extremamente bacana é que o programa é integrado com o Sporepedia (um website em formato Wiki populado automaticamente com as criaturas inventadas pelos jogadores), e é possível mandar fotinhos direto pro email dos seus amigos — e até mesmo capturar um vídeo e fazer o upload automático pro YouTube. Em menos de uma semana, já tem mais de 400 mil criações — e eu já fiz algumas! Outra parada legal foi o site Spore Vote, onde celebridades de várias áreas foram convidadas para criar seus bichos e serem votados — tem David Lynch, Stan Lee, Santana, Masi Oka, Richard Branson… e até mesmo o MC Hammer!

Se existe um jogo que define com toda propriedade toda a idéia de “web 2.0”, com o conteúdo criado e compartilhado pelos usuários, é este. E setembro que não chega, hein?

Ideias de Iwata em 2001 de Kubrick Ressuscita Gamers na Terra*

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Nintendo Revolution
[a convite do blog Speakorama]

Na boa, a Nintendo nunca deixa de me surpreender. Depois de meses e meses de puro hype sobre seu controle revolucionário para o sucessor do Gamecube — sem contar os malucos que ficavam garimpando páginas de registro de patente, outros que ficavam pendurados no Photoshop inventando onda, e os boatos que iam de “tela de toque” até “controle mental” entulhando a Internet — o lugar onde a surpresa da Nintendo foi revelado foi a Tokyo Game Show… e o que eles tinham na manga, galera, é o bicho. Todo mundo que estava pensando que ia ser um lance todo babaca deu de cara na parede com chapisco. Controle com sensor de movimento em três dimensões reais? É a melhor parada desde a criação do pão de forma.

Eu ainda me lembro de quando o presidente da empresa, Satoru Iwata, revelou o próximo console deles cujo codinome é “Revolution”. Acho que fui o único do meu trabalho a achá-lo o mais bonito dos três, enquanto meus colegas falavam que ele parecia “um Zip Drive” ou “um drive de 5.25 polegadas” (grande coisa, eu achei o Playstation 3 parecido com um George Foreman Grill ou um estádio esportivo, enquanto o Xbox 360 parece um gabinete desktop da Dell… de qualqur maneira, não é como se algum deles fosse realmente feio, cada um na sua), e surgiu a piada de que a próxima era de console seria a era dos monolitos, graças ao formato deles. E eu sempre dizia “ah, mas o da Nintendo é o mais foda, porque é preto que nem o monolito de ‘2001: Uma Odisséia no Espaço’, então nem rola comparar”. Tá, eu fiz tal comparação de sacanagem mesmo… e no fim das contas, a palavra “revolução” sugerida no nome pode ser interpretada de várias maneiras: a palavra pode se aplicar à mudança na forma de pensamento de uma pessoa, idéia ou ponto-de-vista; não só isso, como em relação a movimento também… coisa que combina perfeitamente com o esquema do novo controle. É, parece que os caras da Nintendo também passam tempo brincando com o significado das palavras no intervalo entre os jogos que criam.

“Tá, mas e daí? Qual é a da referência do Kubrick que você falou?”, vocês devem estar se perguntando. Cara, não sei se você já viu o filme (ou leu o livro), mas uma parada que rola por lá é a seguinte… a cada vez que a humanidade calha de esbarrar naqueles misteriosos blocos de pedra, acontece um início de um salto evolucionário. Então, voltemos ao console da Nintendo: enquanto o controle propriamente dito simplifica a jogabilidade para todos, ele é bem diferente do que maioria espera de um “console de próxima geração”, estando mais próximo de ser “jogabilidade da próxima geração” — que são duas coisas completamente diferentes. Claro que é muito alucinante ver trailers como o de Metal Gear Solid 4 e um porrilhão de outros jogos promissores pra o Playstation 3 e Xbox 360, mas a apresentação do controle do Revolution me fez pensar o quanto poderia ser maneiro ter uma nova maneira de jogar as paradas que eu conheço (e outras que ainda não conheço), e isto seria uma mudança muito bem-vinda. Revolução alavancando a evolução, eu acho.

Claro, a galerinha que odeia a empresa por passatempo já começa a reclamar, tipo: “porra, maluco, como eu vou jogar ‘Winning Eleven’ nesse controle? Nem tem botão o suficiente nele!” (onde o WE pode ser trocado por qualquer outro jogo de qualquer outro gênero, aí fica a escolha pro cara que vai contra). Em primeiro lugar: essa galera parece que não se tocou de um lance crucial… o que um botão faz? Normalmente funciona como um interruptor, ligando ou desligando algo, né? Beleza. Então, se você substitui um botão por um movimento — por exemplo, mover a mão para cima e pra frente — um botão já foi substituído. Então, voltemos ao jogo de futebol… digamos que você poderia mover o sem-fio para a direita pra passar a bola, para a esquerda para ficar com ela; enquanto isso, o stick analógico ligado em anexo serve pro jogador da vez caminhar, e os gatilhos para selecionar para quem ele passa a bola, e aí por diante. Pense em três dimensões, quantas possibilidades surgem e bingo: aí só depende dos estúdios que estiverem fazendo os jogos pro console. Outra: a galera tá pensando diretamente nos jogos atuais — e exatamente como eles são feitos para os controles atuais. Na boa, não acho que seria difícil adaptar um Splinter Cell, Soulcalibur ou Burnout pro controle novo. Mas aí é o papo de aprender como o novo esquema funciona… mudou o paradigma, galera, acostumem-se com a idéia… (e a vontade sinistra de trabalhar numa desenvolvedora de jogos agora? porra, milhares de idéias desde que vi o novo controle. Putz.)

Chega logo, 2006! Traz o Rev!

* [O título é uma referência às infames placas Toynbee]
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