Posts marcados com Ubisoft

Participei do Co-Op Podcast #06! E sim, é sobre a E3 2012

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Bem, promessa é dívida. Eu falei que comentaria a E3 2012 aqui no blog, mas admito que o tempo anda curto para escrever algo mais a fundo. Felizmente, fui convidado a participar do sexto episódio do podcast Co-Op, junto ao Zé Saika e o Ives Aguiar.

Considerado um dos podcasts mais difíceis de gravar de todos os tempos – sério: com direito a blecaute, Skype via celular e outros percalços – este mamute de 2:50 já está disponível pra download no novíssimo site dos brothers. Baixa lá! 🙂

Splinter Cell 3D: Manual do Jovem Espião

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Splinter Cell 3D

Outro argumento apresentado na defesa do PSP era a possibilidade de jogar títulos equivalentes aos de console em qualquer lugar – mesmo que, na real, nem sempre é isso que o jogador quer. Acontece que agora as produtoras já estão mais espertas em se tratando de adaptar suas criações ao meio portátil. Para provar esse argumento – e aproveitando o embalo da chegada do 3DS – a Ubisoft lançou recentemente Splinter Cell 3D.

É, até que essa versão light de Splinter Cell: Chaos Theory para o 3DS ficou bem honesta – mas não muito além disso, né… Leia minha crítica para o Arena Turbo.

Michael Jackson: The Experience canta, dança e sapateia no Kinect (ou “agora vai”)

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Michael Jackson: The Experience (Kinect)

Voltemos a novembro de 2010, quando a Ubisoft lançou Michael Jackson: The Experience para o Wii. O que deveria ser uma grande homenagem ao legado do Rei do Pop se revelou uma produção que, embora reverente à sua obra, pecou pela preguiça no visual e mecânica de jogo. “E as versões para Kinect e PlayStation Move?”, você pergunta. “Volte no ano que vem”, eu respondo. Finalmente chegou a hora de vermos como o jogo ficou console da Microsoft.

E não deu outra: além de uma apresentação audiovisual muito mais cuidadosa – sério, Ubi, você desleixou na versão Wii – a versão Kinect de Michael Jackson: The Experience é bem melhor. Obviamente, muito mais difícil. Leia minha crítica para o Arena Turbo!

Michael Jackson: The Experience – eles não ligam para a gente!

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Michael Jackson: The Experience (Análise)

Capitalizando em cima da imagem e da partida do astro, a Ubisoft lançou Michael Jackson: The Experience (Wii, DS, PSP), um daqueles jogos que deixa o jogador se perguntando onde diabos eles estavam com a cabeça. Vá lá, faz todo o sentido do mundo criarem um jogo de dança em homenagem aos passos de Jacko – ano que vem sai para Kinect e PlayStation Move -, mas qual a razão de fazer uma produção tão preguiçosa quanto uma versão customizada de Just Dance? E ainda assim, não descartá-lo apesar disto? É, este é o tipo de título que provoca reações e emoções conflitantes. Vista sua luvinha prateada e acompanhe o caso.

O Rei do Pop já se amarrava em um videogame, então nada mais justo do que celebrar sua obra em um jogo. Enquanto Michael Jackson: The Experience está longe de ser um primor de execução, não dá para dizer que não diverte. Leia a crítica completa no Arena Turbo!

Passando o controle: Qual a sua canção favorita de Jacko?

Haze: O Puro Néctar da “Bad Trip”

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Haze (PS3)

[Originalmente publicado no FinalBoss]

O estúdio inglês Free Radical Design criou uma boa reputação como produtora de jogos de tiro em primeira pessoa; não contente em contar com talentos egressos da Rare e envolvidos na produção de GoldenEye 64, sua franquia TimeSplitters esbanjava humor, boa jogabilidade e uma experiência multiplayer local bastante divertida. Mesmo a incursão mais séria fora do meio FPS (Second Sight, um game de ação em terceira pessoa) obteve boa recepção de crítico e pública, mesmo que não tanto quanto TS. Com a chegada da atual geração de consoles, fãs da empresa ficaram curiosos com seu primeiro projeto — e após rumores de exclusividades indo e vindo, eis que Haze tornou-se um exclusivo ao PlayStation 3. Infelizmente, este é mais um daqueles games a serem arquivados sob a categoria “de boas intenções, o Inferno está cheio”. (more…)

Lost: Via Domus – Apenas para iniciados da Dharma?

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Lost: Via Domus (PC)

[Originalmente publicado no FinalBoss]

Lost, a série de televisão da ABC, é um grande sucesso mundial. O constante mistério envolvendo a queda de um avião em uma ilha desconhecida, cujos sobreviventes enfrentam várias ameaças desconhecidas, alto grau de paranóia e elementos que dão margem ao científico ao sobrenatural, já está na quarta temporada… com o costume de criar pelo menos dois novos enigmas para cada um resolvido, e nem por isso os fãs desanimam quanto a descobrir o que diabos está acontecendo por lá. Aproveitando a popularidade do programa, a Ubisoft oferece Lost: Via Domus, uma aventura ambientada nas duas primeiras temporadas da série. Aí cabe aquela boa e velha pergunta: será que uma ótima série pode render um jogo de igual qualidade? (more…)

No More Heroes: Rumo ao Jardim da Loucura!

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[Originalmente publicado no FinalBoss]

“Excentricidade” é uma palavra que poderia ser encaixada sob o verbete “Grasshopper Manufacture” no grande dicionário das produtoras de videogame. Desde o princípio, o estúdio chefiado por Goichi Suda (ou Suda 51, caso prefira usar seu pseudônimo) optou por criar jogos de tramas e situações inusitadas, com temas que vão de dias cíclicos em um hotel fantasma, operador de câmera em uma cidade com monstros e um grupo de assassinos profissionais que são fruto da mente de um só. O mesmo se aplica à jogabilidade de seus títulos: em se tratando de franquias originais da GHM, elementos de jogo incomuns são inseridos. A recepção crítica de Killer 7, seu mais recente game de franquia original para consoles, teve recepção de público e imprensa bastante misturada, com gente aplaudindo seu estilo audiovisual, trama elaborada e o fato deles jogarem o manual de jogabilidade padrão pela janela… e outros não curtindo pelos mesmos motivos. De qualquer forma, o trabalho deles em K7 atraiu a atenção de várias publishers, incluindo a Namco e a Marvelous. E foi em parceria com esta última que foi produzido No More Heroes, um game de ação exclusivo para o Wii que fugia de franquias estabelecidas, direcionadas à família e partidas em grupo, ou compilações equivocadas de minigames: o jogo era sangrento, ridiculamente violento, parecendo uma sátira / respostinha à visão americana da cultura japonês. Aproveitando este ensejo dos poucos jogos com a classificação Mature para o sistema – os primeiros a virem à mente são The Godfather e Manhunt 2 – a Ubisoft decidiu trazê-lo aos EUA em sua glória sangrenta.

(more…)

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