PSN – Jigu http://www.jigu.com.br o blog de jogos de Pedro Giglio Sun, 10 Apr 2016 23:40:42 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://i0.wp.com/www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2016/09/JiguComBr-Botao-500x500.jpg?fit=32%2C32 PSN – Jigu http://www.jigu.com.br 32 32 33514019 Journey: às montanhas, às estrelas e ao grande silêncio http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/09/journey-as-montanhas-as-estrelas-ao-grande-silencio/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/09/journey-as-montanhas-as-estrelas-ao-grande-silencio/#respond Fri, 09 Mar 2012 15:48:20 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2293 Continue reading Journey: às montanhas, às estrelas e ao grande silêncio ]]>
Chegaremos ao nosso objetivo... juntos?

Outro dia eu estava conversando com amigos no Facebook sobre o andamento da série Lost. O final, polarizante como poucos (afinal, a falta de algo mais mastigado ou que revisitasse todos os mistérios da série decepcionou uma boa parte dos espectadores), não foi tão importante quanto a jornada. Embora eu tenha curtido o final, tenho certeza que o caminho até lá foi mais interessante. É mais ou menos assim que me senti ao terminar Journey, o terceiro título da thatgamecompany para o PlayStation 3, pela primeira vez.

Este era um dos jogos que eu mais queria jogar em 2012, e pode ter certeza de que saí impressionado com a beleza da experiência como um todo. Sim, o visual é incrível e a trilha é assombrosa, mas isto é apenas uma pequena parte do que o torna tão especial. Confira um vídeo do jogo e as minhas impressões na sequência:

Embora seja em formato de videogame, com elementos de exploração e resolução de mistérios puramente por meio da curiosidade, não dá para não perceber Journey como uma metáfora da vida – como se o nome, “jornada”, já não fosse descritivo o suficiente. Sim, você imagina que exista um objetivo naquela montanha ao longe; no entanto, é necessário aprender como o mundo funciona e como lidar com o desconhecido (seja este outro peregrino ou um ambiente desconhecido) para chegar lá. Aliás, este esquema de esbarrar com um jogador desconhecido via internet – esqueça nomes e comunicação verbal – é uma dos lances mais intrigantes do jogo.

Não é todo dia em que eu me sinto realmente mal e chateado por deixar um outro jogador na mão por um deslize meu – e no fim da aventura, eu soube que tive três companheiros de viagem na minha partida original – e sei como notar isso na próxima vez. Porque, sim, jogarei de novo; lembra quando eu disse que a viagem era mais importante do que o final? Isto não quer dizer que eu não queira ver como serão os outros possíveis desfechos – já que, né, cheguei desacompanhado ao final e a aventura inteira pode ser realizada em menos de uma hora. Ainda assim, minha vontade é sugerir que seus jogadores o seguinte: passem bem longe de guias, FAQs, ou até mesmo dicas dos amigos de como passar de determinadas sequências. A graça da descoberta é um dos pontos mais forte de Journey.

Então é isso aí: em breve, sigo mais uma vez rumo ao desconhecido, ainda sem saber se chegarei ao seu final… sozinho ou não. Só há uma maneira de descobrir, certo?

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BurgerTime: World Tour não reinventa o hambúrguer (e nem precisa) http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/16/burgertime-world-tour-nao-reinventa-o-hamburguer-e-nem-precisa/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/16/burgertime-world-tour-nao-reinventa-o-hamburguer-e-nem-precisa/#respond Mon, 16 Jan 2012 20:28:01 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2112 Continue reading BurgerTime: World Tour não reinventa o hambúrguer (e nem precisa) ]]>
Vai querer um completão?

Certos clássicos precisam ser relembrados, às vezes até mesmo para saber se aqueles óculos rosados da nostalgia não o fazem parecer melhores do que realmente eram na época. Na minha tenra infância, um dos jogos que mais me divertiam era BurgerTime. Lançado em 1982 pela Data East, este tinha um pouco daquele clima surreal dos jogos da época: um cozinheiro que precisava montar hambúrgueres gigantes enquanto fugia de ingredientes ambulantes e raivosos. Ah, os anos 80…

… e aí a Konami e a Monkey Paw Games revisitam a série com BurgerTime: World Tour, vendido por download nos consoles e dando aquela incrementada na receita original. Leia minha análise completa do jogo para o TechTudo.

]]> http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/16/burgertime-world-tour-nao-reinventa-o-hamburguer-e-nem-precisa/feed/ 0 2112 O que eu quero jogar em 2012… via distribuição digital? http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/30/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-via-distribuicao-digital/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/30/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-via-distribuicao-digital/#comments Fri, 30 Dec 2011 15:57:29 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2150 Continue reading O que eu quero jogar em 2012… via distribuição digital? ]]>

Do topo desta pirâmide (maia), um mundo de jogos o aguarda

É isso aí: no post anterior, você conheceu os dez jogos de 2012 que serão vendidos nas lojas que mais me intrigam. Agora é a vez de listar os títulos que terão venda, em princípio, exclusivamente por download para vários sistemas. Pode ter certeza de que tem muita coisa boa vindo aí, de projetos mais ambiciosos a outros no esquema “pegue e jogue”.

Dez jogos são prioridades no meu radar. Vamos lá? Mesmo esquema de ontem: listinha, descrição, galeria e aqueles que não entraram na lista por pouco.

Alan Wake: American Nightmare (XBLA): Bem que o Saku Lehtinen, diretor de arte da Remedy (que conheci na GDC deste ano e vi sua palestra), me avisou que a empresa não tinha desistido do Alan Wake. Estou curioso para ver o que o perturbado escritor de livros de terror vai enfrentar desta vez… o que me lembra de algo – ainda não zerei os dois DLCs do original!

Black Knight Sword (PSN, XBLA): Uma das paradas mais engraçadinhas de Shadows of the Damned era a ocasional fase de tiroteio 2D, lembrando bonecos de recorte – e este novo jogo por download também brinca com este formato: um teatrinho de sombras, bonecos e cenários de papel, e o tal cavaleiro negro do título em uma aventura. Periga ser bacana.

Dillon’s Rolling Western (eShop): É, os jogos exclusivos ao 3DS na eShop estão mostrando a começar ao que vieram – e este é um dos que parecem legais para o ano que vem. O negócio mistura combate, exploração de cenário e tower defense… e convenhamos: o herói é um tatu cowboy. Estileira.

Hybrid (XBLA): Depois de fazer a criatividade da galera vir à tona com a série Scribblenauts, a 5th Cell muda radicalmente de gênero e estilo – sem contar que é a primeira produção da empresa para o Xbox 360. O que pode sair de uma combinação de tiroteio em terceira pessoa, modo versus para dois times, ficção científica e parkour?

I Am Alive (PSN, XBLA): Originalmente previsto para venda em disco, agora o projeto da Ubisoft é para download. Ambientado em uma cidade afetada por uma calamidade em escala global, este “jogo-catástrofe” põe o jogador para sobreviver em meio às ruínas, lidando com sobreviventes – amigáveis ou hostis – enquanto busca sua família.

Journey (PSN): Além do estilo visual incrível, a nova produção da thatgamecompany tem um conceito bem curioso: você controla seu personagem em um deserto, podendo esbarrar com outros jogadores online para sua jornada… sem saber seu nome, privados de qualquer comunicação verbal, podendo ajudá-los ou não a alcançar seu destino final. Completos desconhecidos.

La-Mulana (WiiWare): Este é outro que já saiu no Japão e está demorando uma cara para sair nas Américas. Este é um remake de um jogo freeware que, em sua versão original, tem um estilo visual que remete à era do saudoso MSX… como se pode ver na foto abaixo, rolou um banho de loja no visual. Parece que sairá para mais sistemas – isto foi citado neste mês, na real – mas não especificaram quais.

Quantum Conundrum (PC, PSN, XBLA): Este é o projeto novo de Kim Swift, uma das criadoras de Portal, fora da Valve. A parada parece tão digna de dar nó na mente do jogador quanto o outro jogo: desta vez, a jogada envolve a manipulação do ambiente em quatro dimensões com propriedades diferentes. Prepare-se para queimar os neurônios de novo.

Runner 2: Future Legend of Rhythm Alien (PSN, XBLA): Um dos meus jogos favoritos de 2010 para o WiiWare (e que depois saiu para PC e Mac) vai ganhar um sucessor para os consoles de alta definição. Ah, e parece que o jogo de plataforma e ritmo tamém sairá no Wii U em algum momento; reza a lenda que a Gaijin Games já tem o kit de desenvolvimento do novo console.

Skulls of the Shogun (PC, XBLA): Se você curte jogos de estratégia tipo Advance Wars, o Japão feudal e uma boa dose de comédia, vai que este é maneiro. Tive a oportunidade de experimentar uma versão de testes este ano e troquei uma ideia com seu criador, Jake Kazdal… e o lance é bem divertido – e olha que a versão que joguei tem quase um ano, quero ver é a final!

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Correndo por fora: Fez, Sakura Samurai: Art of the Sword, Diabolical Pitch, Counter-Strike: Global Offensive, Sine Mora, Amy, DUST 514, Awesomenauts, Warp, Battleblock Theater

E aí, deu falta de algum jogo? Acha que algum deles não vale a empolgação? Fique à vontade para comentar por aqui, e lembre-se: todo ano tem jogo bom, e você sempre vai ter uma fila interminável de coisa maneira pra jogar dos anos anteriores. Divirta-se e feliz 2012!

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Ugly Americans: Apocalypsegeddon não é o fim do mundo, mas quase http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/24/ugly-americans-apocalypsegeddon-nao-e-o-fim-do-mundo-mas-quase/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/24/ugly-americans-apocalypsegeddon-nao-e-o-fim-do-mundo-mas-quase/#respond Thu, 24 Nov 2011 16:44:40 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1984 Continue reading Ugly Americans: Apocalypsegeddon não é o fim do mundo, mas quase ]]>
"Esses capirotos só me dão trabalho, putz"

Exibida no Brasil na VH1, a animação Ugly Americans mostra uma versão alternativa de Nova York onde humanos, feiticeiros, demônios, zumbis e mais criaturas fantásticas tentam conviver em harmonia – e vez por outras dão um trabalhão para o Departamento de Integração. Em Apocalypsegeddon, quatro personagens do desenho – o assistente social Mark Lilly, a diabinha Callie Maggotbone, o policial Frank Grimes e o mago Leonard Powers – encaram uma dessas, unindo forças para desvendar quem está tentando trazer o fim dos tempos.

Adoro o desenho Ugly Americans e fiquei feliz ao saber que um jogo estava a caminho – pena que o produto final não é tudo o que eu esperava. Mas é ruim? Nah, mas poderia ser melhor. Leia minha análise completa de Apocalypsegeddon no TechTudo e entenda qual é.

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Ação de Graças também é aqui – via distribuição digital, claro http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/23/acao-de-gracas-tambem-e-aqui-via-distribuicao-digital-claro/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/23/acao-de-gracas-tambem-e-aqui-via-distribuicao-digital-claro/#respond Wed, 23 Nov 2011 18:50:16 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2027 Continue reading Ação de Graças também é aqui – via distribuição digital, claro ]]>
Faça como Philip J. Fry

Você pode reclamar o quanto quiser sobre alguns feriados e tradições “emprestadas” de outros países, mas admita: nunca é demais deixar passar uma boa promoção. Na rebarba da semana de Ação de Graças nos EUA – e a Black Friday, época mais movimentada das lojas, com gente acampando para atacar as pechinchas imperdíveis – temos algumas pedidas incríveis mesmo estando no Brasil varonil.

A primeira veio por parte da Blizzard, que está oferecendo descontos de 50% em sua loja virtual – e a jogada mais bombástica da vez é o upgrade do StarCraft II para a versão de acesso ilimitado por R$ 17. É isso aí: se você comprou a versão nacional que requeria cartões de tempo (ou o upgrade) depois de seis meses, tá aí a sua chance!

Na sequência, o Steam ataca com o Autumn Sale, comemorando o outono e selecionando um bocado de jogos com promoções monstras de jogos selecionados por 24 horas até o dia 27. No primeiro dia, já temos boas pedidas como Portal 2, Orcs Must Die, Duke Nukem Forever (na boa: por US$ 20 já valia, tudo o mais considerado) e o pacotão com as três temporadas de Sam & Max.

Por fim, a Trion Worlds também partiu pra generosidade e oferece RIFT de graça até o dia 28 de novembro – mas com uma condição: esta promoção não inclui aquele mês grátis que costuma vir nestes jogos, hein? Pra baixar o jogo, é necessário assinar um mês que seja. Pra quem curte RPG online, parece uma boa pedida.

“Mas só tem coisa pra PC? E os consoles?” Calma, quem tem console não vai ficar de fora da festa: tanto a Xbox Live quanto a PlayStation Network também lançaram descontos para parte de seu acervo nesta semana – lembrando aí as diferenças no catálogo das lojas online para os EUA e Brasil, naturalmente. De qualquer forma, sua carteira deve ficar vazia em breve. 😉

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Dungeon Defenders: muito mais do que tower defense http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/11/dungeon-defenders-muito-mais-do-que-tower-defense/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/11/dungeon-defenders-muito-mais-do-que-tower-defense/#respond Fri, 11 Nov 2011 21:07:02 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2006 Continue reading Dungeon Defenders: muito mais do que tower defense ]]>
Eles são ou não são o orgulho dos pais?

Além de seguir a atual tendência de colocar o jogador em movimento na área que precisa ser defendida – isto é, direto na linha de frente -, DD é surpreendentemente profundo. Como se não bastasse a variedade de classes, o jogador pode evoluir seu personagem tal qual em um RPG tradicional, melhorando seus atributos. E não termina por aí: os itens também podem receber upgrades, e aí cabe ao jogador balancear, por exemplo, qual espada vale mais: a que causa mais dano, ou a mais propensa à customização?

A Trendy Entertainment está de parabéns. Olha que os estúdios que têm se inspirado neste gênero andam trabalhando duro para sobressaírem – como o hilário Orcs Must Die! -, mas Dungeon Defenders parece um sério candidato ao melhor do ano na categoria. Leia a análise completa no TechTudo!

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Section 8: Prejudice declara guerra, mas não ao seu bolso http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/12/section-8-prejudice-declara-guerra-mas-nao-ao-seu-bolso-2/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/12/section-8-prejudice-declara-guerra-mas-nao-ao-seu-bolso-2/#respond Thu, 12 May 2011 23:00:34 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1370 Continue reading Section 8: Prejudice declara guerra, mas não ao seu bolso ]]> Section 8: Prejudice

Este ano, a produtora TimeGate decidiu fazer algo diferente. Embora não fosse ruim, o FPS Section 8 – lançado em 2009 – não teve uma recepção calorosa demais, e a baixa população nas partidas multiplayer foi seu carimbo no passaporte para a categoria de jogos vendidos a preço de banana em lojas. Então por que não lançar Section 8: Prejudice (PC, Xbox Live Arcade e futuramente PlayStation Network) já a um preço camarada? US$ 15 está bom para você?

Pois é, eis aí um bom motivo para não desistir quando algo não dá certo: Section 8: Prejudice é melhor do que seu antecessor e vem num precinho camarada. Leia minha crítica do jogo no Arena Turbo!

 

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Chime Super Deluxe: Lumines e Tetris se casaram! http://www.jigu.com.br/blog/2011/04/04/lumines-e-tetris-se-casaram/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/04/04/lumines-e-tetris-se-casaram/#respond Mon, 04 Apr 2011 23:00:05 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1190 Continue reading Chime Super Deluxe: Lumines e Tetris se casaram! ]]>

Certa vez, comprei um CD que tinha como uma de suas recomendações do encarte “curti-lo com fones de ouvido” (“Post”, da Björk? Talvez, talvez). Não deu outra: as audições seguintes do álbum pareciam guardar suas surpresas, com pequenos detalhes melódicos aqui e ali, estavam escondidos em meio à música. Desde então, passei a prestar mais atenção nisso, melhorando ainda mais a experiência dependendo da obra da vez. Acreditem, o que não falta é disco com essas pegadinhas sonoras.

Já tinha comprado este puzzle musical no Xbox 360, mas Chime Super Deluxe é ainda melhor por várias razões. Quer saber mais? Então leia a análise completa no Arena Turbo!

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Hard Corps Uprising: Vamos atacar agressivamente! http://www.jigu.com.br/blog/2011/03/28/vamos-atacar-agressivamente/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/03/28/vamos-atacar-agressivamente/#respond Mon, 28 Mar 2011 22:00:19 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1163 Continue reading Hard Corps Uprising: Vamos atacar agressivamente! ]]>

Ah, o “Konami Code”. Este deve ser uma das fundações do universo gamer que mais vazou para o mundo real. Já virou nome de canções dos Ataris e Deftones, é recitada na letra de “Anyone Else But You” (the Moldy Peaches), e até mesmo sites incluíram brincadeiras para quem tentasse o imortal cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A (e variações) e Start. Embora não tenha sido o primeiro jogo a usá-lo, o Contra original do Nintendinho foi quem o popularizou de vez.

O Contra original só me traz boas memórias, e jogar Hard Corps: Uprising no Xbox 360 me lembrou do quanto gosto dos jogos da série. Leia minha análise completa no Arena!

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Pac-Man Championship Edition DX: Eu poderia comer um trem! http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/14/eu-poderia-comer-um-trem/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/14/eu-poderia-comer-um-trem/#respond Tue, 14 Dec 2010 14:18:49 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1122 Continue reading Pac-Man Championship Edition DX: Eu poderia comer um trem! ]]> Pac-Man Championship Edition DX

Havia algo de envolvente na simplicidade de comer as pílulas e fugir dos fantasmas – ou mesmo devorá-los instantes após comer a especial, batendo aquele senso de vingança. Mas isto já tem 30 anos, e muita coisa mudou na história dos videogames… inclusive o próprio Pac-Man. Aprimorando a versão lançada em 2007, Pac-Man Championship Edition DX (PlayStation Network, Xbox Live Arcade) conseguiu melhorar uma fórmula que já tinha sido melhorada na edição anterior ao incluir mais estratégias de jogo – tanto para quem joga casualmente quanto para aqueles que aderiram ao elemento “campeonato” do título.

Protelei tanto para comprar o (ótimo) Pac-Man CE original que acabou saindo Pac-Man Championship Edition DX, reinvenção do clássico dos fliperamas. E minha crítica completa do jogo está lá no Arena. 😉

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Spelunker HD: “Meu pai me ensinou que os cara era underground” http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/08/meu-pai-me-ensinou-que-os-cara-eram-underground/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/08/meu-pai-me-ensinou-que-os-cara-eram-underground/#respond Wed, 08 Dec 2010 15:00:04 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1112 Continue reading Spelunker HD: “Meu pai me ensinou que os cara era underground” ]]> Spelunker HD

Escudos de energia, saúde regenerativa, poções de cura, fadinhas mágicas… é, os jogadores mais novos estão meio mal-acostumados. Por mais que os games contemporâneos ofereçam desafios que justifiquem estes recursos, seus heróis costumam ser resistentes e fortes. Mas e se o protagonista fosse o exato oposto disto: um sujeito frágil como porcelana?

Spelunker HD, remake do clássico dos anos 80 para a PlayStation Network, é para os fãs de jogos difíceis… mesmo porque o herói é um banana. Vista o capacete de mineiro e leia minha crítica no Arena!

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The City That Dares Not Sleep: Dormir é para os fracos http://www.jigu.com.br/blog/2010/08/31/the-city-that-dares-not-sleep-dormir-e-para-os-fracos/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/08/31/the-city-that-dares-not-sleep-dormir-e-para-os-fracos/#respond Tue, 31 Aug 2010 13:00:54 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=916 Continue reading The City That Dares Not Sleep: Dormir é para os fracos ]]> [Post originalmente publicado no Arcadia]

Existem muitos seriados bacanas que se garantem nos episódios soltos, mesmo se houver uma linha narrativa abrangente… não que os contínuos não o sejam! Nesta semana, os fãs de adventures passam por algo similar: o final de “The Devil’s Playhouse”, a terceira temporada de Sam & Max.

Em “The City That Dares Not Sleep”, Sam deverá reunir uma equipe safa o suficiente para enfrentar Max, transformado em um monstro gigante (pontos bônus pra quem chamá-lo de “Cthoelho”) no episódio anterior. É isso ou a cidade ser destruída, né?

Sam & Max: Ok, uma abeça flamejante do Max

Insanidade Máxima: Esta temporada comprova que não dá para achar que a esquisitice chegou ao fundo do poço, pois sempre há um alçapão no fundo. Os quebra-cabeças continuam elaborados, mas nunca crueis (demais). É o caso clássico de bater na testa e se perguntar como não tinha pensado naquilo antes.

Homenageando os Antepassados: Não é a primeira vez, mas as referências para os fãs das antigas da dupla são de chorar. Não contentes em puxarem material das temporadas anteriores, desta vez até “Hit the Road” dá as caras.

Sam & Max: Call of Cthoelho

Você Precisava Estar Lá: Tenho a impressão de que quem chegar nesta temporada como novato vai ficar boiando um pouco com certas sacadas, e fatalmente acharão que é só outra bizarrice – uma delas, importante à série, deve funcionar bem para quem jogou uma das outras temporadas. Enfim, não é como se grande parte dos que acompanham a saga da dupla não fossem jogar… infelizmente, não abrange quem começou na PSN ou no iPad.

Mais uma temporada fechada com sucesso, Telltale. Mantendo a tradição de garantir uma experiência tão engraçada quanto bizarra, o desfecho de “The Devil’s Playhouse” fez bonito – e também vale dizer que os outros capítulos (no Arcadia, o terceiro e o quarto foram analisados) acertaram a mão ao variar um pouquinho a fórmula do adventure. E agora é esperar para ver o que o futuro nos reserva… mas do jeito que vocês andam ocupados – não, não nos esquecemos dos jogos de “Jurassic Park” e “De Volta Para o Futuro” – será que Sam & Max demoram a voltar?

“The City That Dares Not Sleep” (PC, PSN, iPad) tem classificação etária sugerida para maiores de 10 anos. O jogo está à venda por download e faz parte da temporada “The Devil’s Playhouse”, que pode ser comprada em um pacote fechado. À medida que são lançados, são liberados para download aos compradores.

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Beyond the Alley of the Dolls: Esquisitice no volume 11 http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/22/beyond-the-alley-of-the-dolls-esquisitice-no-volume-11/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/22/beyond-the-alley-of-the-dolls-esquisitice-no-volume-11/#respond Thu, 22 Jul 2010 13:00:40 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=901 Continue reading Beyond the Alley of the Dolls: Esquisitice no volume 11 ]]> [Post originalmente publicado no Arcadia]

Mais um mês, mais um episódio de “Sam & Max: The Devil’s Playhouse”! Em “Beyond the Alley of the Dolls”, Nova Iorque é assolada por uma horda de zumbis… e por “zumbis”, leia-se “clones de Sam vestindo sungas”. Eles estão à procura dos Toys of Power, e farão de tudo para levá-los ao seu mestre.

Quem será que está por trás de toda esta situação? O general Skun-ka’pe? O faraó Sammun-Mak? O misterioso doutor Norrington? Monsieur Papierwaite? Sal, a barata gigante? Steve Purcell? Guybrush Threepwood? No fim das coisas, uma coisa é certa: finalmente sabemos qual a origem da Devil’s Toybox, e o que deve ser feito dela… mas a que preço!

Sam & Max: A Luger fiel de Max

Boooomeeer!: Se você gosta de “Left 4 Dead”, prepare-se para rir um bocado: a sequência inicial do game dá uma senhora tirada de chapéu ao jogo cooperativo da Valve, mostrando os quatro personagens (note as semelhanças entre o quarteto original de “L4D” e o grupo com Sam, Max, Grandpa e Stinky) em um cenário digno de filme de zumbi. Só faltava mesmo um shopping center!

Invasores de Mentes: A volta do baralho para a leitura de mentes rende momentos hilários – por exemplo, os monólogos noir do detetive Flint Paper. É o tipo de recurso que vale ficar testando pelo cenário para sacara s piadas… (e tem pelo menos um objeto inanimado que funciona com este item, procure-o!)

Brincadeira do Copo: Uma sessão espírita. Com a presença de Sam e Max. Que têm os Toys of Power. Sério, precisa explicar mais? É óbvio que só pode dar em coisa bizarra, para a alegria do jogador. 🙂

Sam & Max: Samulacra (Dogglegangers)!

Tente Outra Vez: A reta final do jogo dá uma aumentada no grau de dificuldade dos puzzles como visto poucas vezes nesta temporada. Prepare-se para tentar várias vezes, e de repente até mesmo pegar um caderninho para anotar seu progresso…

É o Fim… Peraí, Não é Não: Claro que não dá para considerar isto spoiler porque já tinha sido anunciado que seriam cinco episódios, mas que climão de “capítulo final” neste! Será uma longa espera até o próximo…

“Beyond the Alley of the Dolls” cai naquele exemplo do penúltimo capítulo que sabe que precisa deixar o espectador louco pelo próximo: a enxurrada de esquisitices que acontece – sério, a horda de Sam de sunga é só a ponta do iceberg – culminha em um evento de cair o queixo. Foi o melhor episódio até agora, e o final da temporada – “The City That Dares Not Sleep” – vai ter que fazer bonito! É mês que vem, né? NÉ?

“Sam & Max: Beyond the Alley of the Dolls” (PC, Mac, PSN, iPad) tem classificação etária sugerida para maiores de 10 anos. O jogo está à venda por download e faz parte da temporada “The Devil’s Playhouse”, que pode ser comprada em um pacote fechado. À medida que são lançados, são liberados para download aos compradores.

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Söldner-X 2: Versão ‘Agora Vai’ http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/16/soldner-x-2-versao-agora-vai/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/16/soldner-x-2-versao-agora-vai/#respond Fri, 16 Jul 2010 13:00:45 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=891 Continue reading Söldner-X 2: Versão ‘Agora Vai’ ]]> [Post originalmente publicado no Arcadia]

Parte dos frequentadores do site Play-Asia (que eu não ganhei um centavo sequer para citar aqui; se tanto, eu que já deixei uma grana considerável na conta deles!) curte jogos de nave espacial, e o pessoal da loja online sabe disto: eles costumam dar uma atenção especial quando sai algum game do gênero para os sistemas atuais… que diabos, até mesmo para o Dreamcast, quando algum estúdio se mete a fazê-lo anos depois de sua descontinuação.

E qual não foi a surpresa da galera ao ver que eles mesmos entrariam no ramo com “Söldner-X: Himmelsturmer”? Infelizmente, as impressões gerais do primeiro game indiicavam que não ficou tão bacana assim (ou os jogadores andaram mimados com pérolas como “Ikaruga” e “ESPGaluda” – mas admito que o joguei pouco). Felizmente, aquela máxima “se não funcionar da primeira vez, tente de novo” foi lembrada, e “Söldner-X 2: Final Prototype” se saiu melhor do que seu antecessor.

Söldner-X 2: "Bullet hell" para as massas

Variedade é o Tempero da Vida: O sistema de combate, envolvendo alternar três tipos de armas diferentes, dá uma variedade boa – assim como os ataques especiais por powerup obtido ou prolongar uma sequência de acertos. E do jeito que pintam naves diferentes para enfrentar, ficar trocando de armas é praticamente uma necessidade.

Fique Um Pouco, Fique Para Sempre: O jogo dá motivos de sobra para os jogadores voltarem. Além da tabelinha de recordes online e troféus destrancáveis, a estrutura de fases requer que o jogador ache ícones de chaves douradas em meio aos powerups, e de tantos em tantos as fases seguintes são destrancadas. Isto sem contar os desafios extras, como encarar as três primeiras fases sem perder uma nave.

Visual Bacana…: Os gráficos do jogo são bonitos, mesmo que não precisem arrancar leite de pedra do processamento do PS3 – e obviamente isto é uma coisa boa. Ver os paredões de disparos dos inimigos sem slowdowns também ajuda – e alguns chefões do jogo são bem bacanas, como este aí abaixo.

Söldner-X 2: Bosses gigantes? Sim, trabalhamos

… Mas Não o Tempo Todo: Enquanto eu não esperava que tivesse nada como full-motion videos para contar a trama, as sequências com historinhas – todas com aqueles “desenhos desanimados”, que usam ilustrações fixas em movimento – não convencem muito. Mas sorria: ainda bem que é um shoot ’em up, e não um adventure.

Level Designer Nascido Por Geração Espontânea: Vulgo “fulano não deve ter mãe”. Algumas disposições de disparos são bem difíceis (mesmo considerando que há o elemento “bullet hell”, no qual o jogador tem que esquivar de enxurradas de tiros difíceis de esquivar), e certos lugares onde as chaves douradas estão são de lascar. Quem jogou a fase das ilhas flutuantes sabe…

A segunda tentativa deu certo: “Söldner-X 2: Final Prototype” é uma boa pedida para saciar a sede por shoot ’em ups na PSN. Outro aspecto bem positivo do jogo está no quanto ele é mais amigável a jogadores menos escolados no assunto – afinal, vamos deixar mais gente se divertir, não é? – mas reserva desafios a mais para os veteranos no assunto. “Protótipo final”, diz o título? Fico na torcida pelo próximo com ainda mais melhorias.

“Söldner-X 2: Final Prototype” é vendido por download na PlayStation Network e não tem restrições etárias.

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Sam & Max: Onde está minha mente? http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/07/sam-max-onde-esta-minha-mente/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/07/sam-max-onde-esta-minha-mente/#respond Wed, 07 Jul 2010 13:00:24 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=855 Continue reading Sam & Max: Onde está minha mente? ]]> [Post originalmente publicado no Arcadia]

Se tem um estúdio que aperfeiçoou a arte dos jogos episódicos, seu nome é Telltale. Não contente em resgatar os personagens Sam & Max do limbo e transformá-los em astros de sua primeira série episódica, o formato deu tão certo que a dupla já está em sua terceira temporada. A empresa foi adaptando e atualizando seu engine, assim oferecendo seus jogos para cada vez mais sistemas…

“The Devil’s Playhouse”, a atual temporada, praticamente leva a bizarrice ao nível dos quadrinhos de origem (até hoje, inéditos no Brasil – alô, editoras!), e “They Stole Max’s Brain!” não faz a menor questão de mudar isso. Se tanto, só o reforça… afinal de contas, não é todo dia que o cérebro de um dos protagonistas é roubado, não é? E a culpa é de quem? Hmmmm…

Sam & Max: Sam está descontrolado!

Um Cão Raivoso: A transformação de Max em um peso de papel sem vida deixou Sam descompensado como nunca o vimos. Isto rende uma introdução hilária ao episódio, que pega pesado no clima noir, mas sem perder o bom humor. Sam está sem chapéu, mangas dobradas, barba por fazer (e considerando que ele é um cachorro, isto quer dizer muita coisa), bom humor zero e um arsenal de declarações intermináveis e frases feitas… e aí entra outro aspecto interessante do jogo…

Ligando os Pontos: Lembrando jogos como “Phoenix Wright”, os interrogatórios da introdução poderiam virar parte integrante da série. No comecinho do episódio, Sam está atormentado e em busca de respostas, vagando pela cidade e conversando com três suspeitos. A diferença é que, desta vez, é possível interrompê-los nas frases na hora em que acha alguma inconsistência na arugmentação. Acha que o sujeito está mentindo e tem provas para isso? Corte o papo e arranque a verdade dele.

De Repente, Tudo Mudou: Não pretendo estragar a surpresa de ninguém, mas há um momento no meio da aventura que lembra daquelas quebras surpreendentes no mundo de jogo, como aconteceu em “Final Fantasy VI” e “The Legend of Zelda: Ocarina of Time” (guardadas as mais do que devidas proporções, óbvio). É curioso, é inesperado e o resultado é engraçado demais.

Sam & Max: Pobre Max, virou uma alface.

Ih, o SAP Não Está Funcionando: Quando for jogar, não deixe de ativar as legendas antes da aventura começar, por mais que você se garanta no inglês. Os motivos? Um dos suspeitos da introdução do jogo fala com uma verdadeira mistureba de sotaques europeus… mas a real razão não é esta: só dá para habilitar as legendas no menu de opções depois de resolver esta introdução. Para evitar o “quit” na marra para reiniciar o jogo, fica a dica: ative as legendas antes.

“They Stole Max’s Brain!” mantém o humor surreal da dupla, o clima bizarro da temporada como um todo e uma série de enigmas curiosos. Os novos itens da Devil’s Toybox – como a massinha de modelar que transforma o personagem no objeto copiado – abrem possibilidades bem engraçadas para os enigmas apresentados.

“Sam & Max: They Stole Max’s Brain!” (PC, Mac, PSN, iPad) tem classificação etária sugerida para maiores de 10 anos. O jogo está à venda por download e faz parte da temporada “The Devil’s Playhouse”, que pode ser comprada em um pacote fechado. À medida que são lançados, são liberados para download aos compradores.

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Post-Review: Wipeout HD (PSN) http://www.jigu.com.br/blog/2010/06/15/post-review-wipeout-hd-psn/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/06/15/post-review-wipeout-hd-psn/#respond Tue, 15 Jun 2010 12:30:56 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=772 Continue reading Post-Review: Wipeout HD (PSN) ]]> Post-Review: WipeOut HD (PSN)

Admito: não sou o maior fã dos jogos de corrida, principalmente os mais dedicados à simulação realista ao extremo. É por essas e outras que prefiro os mais arcade, seja com carros tradicionais (Burnout Paradise) ou não (Mario Kart)… e um dos que mais joguei na geração passada foi F-Zero GX, para o GameCube. Desde então, fico na espera de um novo título da série…

Enquanto isso, examino o que a bem-vinda concorrência (quanto mais jogos, melhor) tem a oferecer, e um dos títulos da promoção de primavera da PlayStation Network foi WipeOut HD. Foi uma aquisição muito bem-vinda, mesmo que as semelhanças com o título da Nintendo não passem muito do lance “corrida de naves em pistas vertiginosas”.

Pra começar, há um elemento de combate mais evidente no jogo da Sony. Não que em GX não tenha, mas foi mais comum eu me ver às voltas com a caça de mísseis e afins do que na pilotagem propriamente dita. O chamado efeito “rubberband”, que tenta dar chances aos jogadores em situações ruins — os mais conhecidos devem ser o Bullet Bill e o infame casco azul de Mario Kart — também é deixado de lado. Jogou mal? Aprenda e tente de novo.

Ainda bem que o formato das missões por campanha — time trials, etc… — ajuda um bocado por ser atrelado ao avanço entre elas. Enquanto as chances de eu comprar um novo F-Zero quando sair são altas, até que o chá de sumiço da série teve um bom efeito ao me fazer conferir outro jogo de corrida bem sólido.

Go team Harimau!

Passando o controle: Qual o seu jogo de corrida favorito? E você prefere arcade ou realismo?

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Post-Review: Flower (PS3) http://www.jigu.com.br/blog/2010/05/06/post-review-flower-ps3/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/05/06/post-review-flower-ps3/#comments Thu, 06 May 2010 16:35:41 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=716 Continue reading Post-Review: Flower (PS3) ]]> Post-Review: Flower

No começo desta geração de consoles, um dos elementos mais discutidos tanto pela indústria quanto pelos fãs foi a complexidade dos controles. Seja lá de qual acampamento você for — os defensores dos gamepads tradicionais de Xbox 360 e PlayStation 3, ou os adeptos do combo Wii Remote + Nunchuk — é inegável que a popularização dos controles sensíveis ao movimento fez ondas no oceano gamer. Mas mesmo antes de Sony e Microsoft lançarem suas novas interfaces (o PlayStation Move e o Project Natal), o Sixaxis / DualShock 3 já atestava que um possível caminho estava aí, misturando o esquema “dois sticks analógicos, um direcional digital, pelo menos oito botões” com o sensor de inclinação.

Em meio a esta guerra de controles, um título de raro relaxamento surgiu em meio aos fuzileiros espaciais carecas, guerreiros com lâminas ensanguentadas e soldados da Segunda Guerra Mundial: Flower. Se o nome por si só já soa singelo, a jogabilidade em si deixa isto mais evidente ainda: usando somente um botão (a gosto do freguês) e a inclinação do controle inteiro, fazer o vento soprar para carregar sua revoada de pétalas de flor é estranhamente relaxante. E o senso de descoberta ao jogar também, já que não há uma linha de texto ou dublagem para te guiar o que pode ou deve ser feito. Pelo menos não explicitamente…

Embora seja curta, a experiência geral de Flower é belíssima, e com aquele clima onírico — como os criadores disseram, o jogo é “o sonho de uma flor” — com margens para suas próprias interpretações. E uma vontade de céus azuis e tranquilidade no meio desta cidade grande.

Passando o controle: E você, já jogou Flower? O que achou do jogo?

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A ascensão dos indie games http://www.jigu.com.br/blog/2010/03/09/a-ascensao-dos-indie-games/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/03/09/a-ascensao-dos-indie-games/#comments Tue, 09 Mar 2010 16:55:56 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=505 Continue reading A ascensão dos indie games ]]> Indie Games (CarneyVale, La-Mulana, Meat Boy, Spelunky, Fez)

À medida que a tecnologia empregada na criação de videogames se torna mais complexa, os custos de produção dos jogos tendem a se tornarem mais elevados. Uma prova disto está no aumento do preço final ao consumidor: enquanto os títulos de Xbox 360 e PlayStation 3 costumam ter o preço sugerido de US$ 60 no varejo, os jogos para o Wii – que roda seus jogos em definição aprimorada (EDTV) com resolução 480p – continuam na faixa dos US$ 50.

Infelizmente, nem todo estúdio tem bala na agulha para bancar um projeto do calibre de um God of War III, que custou US$ 44 milhões à Sony – ainda mais aqueles que ainda ficam à procura de distribuidoras novas, levando portas na cara até conseguirem; felizmente, nem toda produtora está restrita a criar projetos multimilionários, assim como as novas maneiras de oferecer jogos as ajudaram neste objetivo.

Não é de hoje que joguinhos grátis e independentes têm chamado a atenção das companhias maiores. Alguns exemplos relativamente recentes disto são Every Extend Extra Extreme, Blast Works e flOw. Os três games em questão são releituras de jogos freeware (no caso, Every Extend – que já tinha sido revisitado no PSP -, Tumiki Fighters e, hã, flOw) que acabaram tendo sua chance ao sol por capturar a atenção da Q Entertainment, Majesco e Sony. Fosse por distribuição em disco ou por download, o trabalho de desenvolvedores menores foi reconhecido. Outro exemplo que passa perto disto mas se revelou mais elaborado foi Narbacular Drop, criação de estudantes da universidade DigiPen que garantiu a contratação destes pela Valve para o desenvolvimento de um game inédito baseado no mesmo princípio: Portal.

Outro fator que pesou muito nisto foi a popularização da distribuição digital nos consoles. Jogos vendidos na PlayStation Network, WiiWare e Xbox Live Arcade – valendo notar que esta última também contam com uma área especificamente dedicada aos produtores com a iniciativa Indie Games, que vende jogos de US$1 a US$ 5, passa por fora dos dos órgãos de classificação etária e é gerido pela própria comunidade de game designers associados ao XNA Creators Club… vale notar que até mesmo estúdios estabelecidos, como Arika e Arkedo, também lançam seus jogos lá! – permitiram trazer jogos mais simples, mais baratos e não necessariamente ligados às tendências do que se vê nas prateleiras disputadas a tapa.

Na virada deste mês, vieram à tona duas novas iniciativas para manter este espírito independente unido pela mesma causa – e os dois anúncios vieram em menos de uma semana. A primeira é a Indie Fund, que reúne uma variedade de estúdios indies – que tiveram sucessos como Braid, Flower e World of Goo possibilitados por esta mudança na indústria – em prol de “apoiar o crescimento dos jogos como um meio ao ajudar desenvolvedores independentes a se tornarem financeiramente independentes e continuarem financeiramente independentes” e oferecer um modelo de publicação de jogos diferente do atual. A outra vem do outro lado do Atlântico: no Reino Unido, a iniciativa State of Independence também tem como objetivo apoiar os novos estúdios no processo de captação de recursos, promoção de seus jogos, e como obter o melhor lucro mesmo se com um orçamento apertado.

Outra jogada que achei interessante foi a fundação da Tomorrow Corporation, unindo as forças de integrantes dos estúdios responsáveis por World of Goo e Henry Hatsworth in the Puzzling Adventure… isto é, profissionais da independente 2D Boy e da subdivisão Tiburon da gigante Electronic Arts. Pois é – logo a Tiburon, mais conhecida por seus jogos esportivos, já tinha dado suas cabeçadas em gêneros diferentes como o ação, plataforma e quebra-cabeças.

Voltando à linha Xbox Live Indie Games, pelo menos dois jogos que surgiram como pequenos lançamentos online obtiveram distribuição por companhias externas para o PC: Clover, da Binary Tweed, que foi lançado neste ano em uma versão renovada; e Carneyvale: Showtime, do estúdio cingapurense Team GAMBIT, é o próximo. É o que costumo dizer para quem torce o nariz para os jogos dessa linha XBLIG: há público para todos, mas quem fizer um joguinho mais-ou-menos provavelmente continuará no limbo, e os realmente bons acabam chegando à atenção de todos.

E a lista dos independentes invadindo os consoles e PC continua crescendo: de cabeça e previstos para este ano, temos novas releituras para Cave Story, La-Mulana, Super Meat Boy, Spelunky HD… sem contar as produções totalmente inéditas, como o curioso Fez.

Passando o controle: Tem muito jogo independente legal que poderia ganhar nova versão, como Yume Nikki e Warning Forever… você conhece alguma pérola perdida que podia ganhar nova vida para PC ou consoles?

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Será que Sonic 4 vai quebrar o ciclo? http://www.jigu.com.br/blog/2010/02/04/sera-que-sonic-4-vai-quebrar-o-ciclo/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/02/04/sera-que-sonic-4-vai-quebrar-o-ciclo/#comments Thu, 04 Feb 2010 13:58:10 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=335 Continue reading Será que Sonic 4 vai quebrar o ciclo? ]]> Sonic the Hedgehog 4

O que é o timing, né? Um dia depois de publicar um post sobre jogos episódicos aqui no blog, a Sega revela que Sonic the Hedgehog 4 – até então só era conhecido pelo codinome “Project Needlemouse”; em Japonês, ouriço é “harinezumi”, que une as palavras “agulha” e “rato”… sacaram? – será um vendido em capítulos por download no Xbox 360, PlayStation 3, Wii e mais algum sistema a ser anunciado (PC? iPhone? Zeebo?). Vá lá, tenho noção que o ouriço azul não é precisamente popular por sua trama densa… se tanto, complicar a simplicidade bela dos jogos da era Mega Drive só piorou as coisas, já que grande parte dos games 3D de Sonic e seus amiguinhos foram despencando em qualidade com o tempo.

Juro que bateu uma felicidade quando vi Sonic Unleashed bebendo da fonte dos clássicos — até, é claro, a Sega botar tudo a perder incluindo fases de ação e pancadaria com o herói se transformando em um lobisomem. Lobisouriço. Ouriçomem. Ah, sei lá, enfim… ver que os melhores jogos recentes do ouriço foram os em disposição 2D nos portáteis, como Sonic Rush e Sonic Rivals, faz pensar. Fico na esperança de que este seja o jogo que quebrará o infame “Sonic cycle”, o ciclo vicioso dos jogos do personagem que se vê entre seus fãs? Segue uma tradução de uma das muitas definições que se vê por aí na net:

Fase 1: Primeiras informações do novo jogo de Sonic são reveladas; amigos de Sonic estão ausentes; as esperanças aumentam; os fãs afirmam que é a volta triunfante do personagem.

Fase 2: Novas telas e informações são divulgadas. Amigos de Sonic aparecem, e alguns inéditos também. A jogabilidade parece a mesma de sempre, e a esperança despenca.

Fase 3: O jogo é lançado, as resenhas o massacram, todos ficam desapontados e os fãs afirmam que jamais serão enganados novamente.

Volte à fase 1, enxágue e repita.

“Sonic the Hedgehog 4 – Episode I” sai no terceiro trimestre, e a empresa promete uma experiência mais próxima dos clássicos da série, com alguns novos itens extras e o inevitável gancho para o episódio seguinte. Esperemos que fique bacana o suficiente para tirar a má impressão do consciente coletivo gamer, o que rendeu piadas recentes como esta:

[collegehumor 1928753]

Passando o controle: Na sua opinião, que outra série de outrora poderia receber um tratamento similar?

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