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Finalmente: liberte sua fúria 8-bits em Abobo’s Big Adventure
0Ah, Abobo’s Big Adventure. Se tem um jogo que me faz abrir um sorriso daqueles – mesmo que só vendo os trailers – é esse. E hoje, 11 de janeiro, finalmente o mundo pode jogar este tributo em Flash aos clássicos do Nintendinho – e estrelado por um dos mais bizarros personagens daquela época: aquele gigante disforme que vez por outra te jogava pelos ares em Double Dragon.
Sério: é o tipo de jogo que eu pagaria pra jogar… naturalmente, se não fosse uma avalanche de processos esperando acontecer (viva a carta branca às paródias sem fins lucrativos!). E mesmo se fosse um projeto comercial, é provável que seria um pesadelo de licenciamento tão grande quanto um Jump Super Stars da vida – no Japão é fácil, quero ver fazer o malabarismo pra trazer tudo aquilo ao Ocidente. Enfim, se liga na insanidade que te aguarda:
Post-Review: VVVVVV
0Tem certas coisas que as gerações mais recentes de jogadores simplesmente não reconhecerão. Aquele maldito barulho de modem conectando, as telas de apresentação que precediam o resto do carregamento de jogos gravados em fita cassete – e que dependendo da regulagem do infame azimute do gravador, podia desperdiçar minutos de sua vida ao não funcionar após minutos de transferência – e por aí vai. Chega a ser um pouco engraçado ver parte do público atual sendo nostálgico de forma retroativa.
Alguns jogos capitalizam direto em cima das estéticas dos consoles 8-bit (Mega Man 9), 16-bit (Jamestown: Legend of the Lost Colony), e até mesmo de alguns computadores das antigas, como o MSX (La-Mulana, cujo remake pro WiiWare sai do Japão em breve). Mas tem um sistema que passou muito tempo sem um tributo digno de nota foi o Commodore 64… que, ironicamente, eu não tive. Oh não, será que eu também entrei nessa pilha retroativa?
Enfim, a espera acabou em 2010 com o infame VVVVVV - que finalmente zerei e achei incrível.
Google Galaxy Nexus e os ninjas do unboxing
0Você deve estar se perguntando por que diabos eu postei algo relacionado à promoção de um celular (no caso, o Google Galaxy Nexus). Bem, melhor você clicar aqui e descobrir por si próprio – pois eu fiz isso ao me mandarem o link e achei muito bacana.
Dica: se você tiver um celular movido a Android, a experiência será ainda melhor…
Miyamoto’s Angels: heroínas da Nintendo pagando de agente secreto
0Então é isso: Miyamoto’s Angels é um filminho zoando As Panteras e algumas personagens clássicas da Nintendo – e que nem rolou naquele trailer interativo de Orcs Must Die!, com finais diferentes dependendo de qual agente você escolher para resolver o caso.
Avante, Samus, Peach e Zelda! A lei precisa de vocês, ou algo assim.
“Imersão nos jogos é isso”, prova fã tailandês de Ghost Squad
0Tem gente que se empolga jogando videogame, né? Esse mesmo tipo de gente precisa comer muito arroz com feijão para chegar ao nível deste jogador de Ghost Squad:
E aí, se sentiu um sujeito contido e controlado?
Vinheta da Fox Retro homenageia clássicos da TV em estilo 8-bit
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Afinal de contas, não é todo dia que se vê B.A. Baracus bancando o Donkey Kong ou o Fonzie quase atropelando o sapo de Frogger.
Orcs Must Die! ganha trailer interativo no estilo “livro-jogo”
1Ok, isso é maneiro demais para deixar passar. O estúdio Robot Entertainment – formado por veteranos da extinta Ensemble – usou uma maneira muito bacana para promover sua primeira grande produção, Orcs Must Die!
Vá lá, não é a primeira vez que vejo alguém usar o recurso de links na janela do YouTube apontando para caminhos diferentes – como nos livros-jogos de outrora, tipo A Cidadela do Caos e O Feiticeiro da Montanha de Fogo… “para lutar, vá para a página 25; para fugir, vá para a página 40″ – mas o deste jogo deve ter dado um trabaaaaalho… Olho no lance (e deixe as anotações do YouTube ligadas!)
Para quem ainda não conhece, Orcs Must Die! – previsto para outubro no PC e Xbox Live Arcade – mistura ação e tower defense. O jogador controla um herói que deve impedir a invasão pelos orcs, tanto ao preparar defesas no meio do caminho quanto partindo direto para o campo de batalha.
O lance é que este vídeo sempre tem uma opção no final – e se você prestar bastante atenção, verá que os desdobramentos têm a ver com suas escolhas anteriores, formando nada menos do que 30 caminhos diferentes. Taí: é o fator replay aplicado a vídeos na internet, quem diria.
Se quiser começar do zero, é só visitar a página inicial do trailer-jogo no YouTube.
[Atualização, 16/09, 10h41] E o que era bom ficou melhor: Patrick Hudson, da Robot, me confirmou por email que o jogo foi completamente localizado em português do Brasil. Mais um ponto pra gente, galera! Thanks for the support, Robot Entertainment!
Super Mario Ceremony: Mashup épico celebra 30 anos do bigodudo
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É isso: uma montagem de nada menos que dezoito minutos – que vai da calmaria à mais acentuada psicodelia – do encanador mais famoso dos videogames e seus asseclas em uma pá de jogos. E aí, quantos deles você jogou?
Que trabalho para montar isso e selecionar a trilha sonora, hein… Saiba mais da produção (com a ajuda da tradução do Google – se você não souber japonês, é claro) no wiki comemorativo dos 30 anos de Mario.
The Beast Is Unleashed: Justin vs. Daigo, agora em versão 8-bit!
0Pois é: um dos grandes momentos da edição 2004 da EVO foi recriada em estilo 8-bits. Ainda me emociono ao lembrar, e olha que nem costumo acompanhar tão a fundo estas competições. Olho no lance:
Ainda me emociono ao ver o vídeo original – e ainda é difícil definir se é pela virada épica, pela habilidade monstra em aparar os golpes do inimigo enquanto está beirando o nocaute, ou a galera torcendo.
Pedido de casamento geek vem em pacote de mapas para Portal
0Existem pedidos de casamento nerds de vários patamares, como o cara que fez uma versão customizada de Bejeweled e o outro que mandou seu pedido via correio dentro de Animal Crossing. A mais recente de que se tem nota tem a ver com bolo, inteligências artificiais passivas-agressivas: é isso aí, Portal foi o tema da vez.
Gary Hudston não estava de brincadeira: após contratar os serviços de Rachel van der Meer e Doug Hoogland para criar três fases para o jogo (que culminam no pedido de casamento), ninguém menos que a própria Ellen McLain – sim, a voz de GLaDOS – gravou frases originais para este pedido tão especial. O resultado você vê no vídeo a seguir:
Juro que eu adoraria ver a reação de Stephanie – e se ela não aceitou o pedido, deveria ser condenada a viver para sempre com o Weighted Companion Cube como única relação social.
Álbum clássico do Neutral Milk Hotel vira tema de RPG criado por fãs
0Eu gosto de jogos independentes. Eu gosto de bandas independentes. Ainda assim, acho que nada poderia me preparar psicologicamente para ver uma união tão insólita destas duas mídias quanto o fan game In The Time Machine Over the Sea. Criação do BroPortal (é, só achei até agora o canal YouTube) via RPG Maker, o jogo é inspirado pela banda Neutral Milk Hotel e seu álbum mais icônico, In the Aeroplane Over the Sea.
Reza a lenda que a principal inspiração de Jeff Magnum – líder da banda e protagonista deste jogo – para o álbum de 1998 veio dos sonhos que ele teve ao ler O Diário de Anne Frank. Pode até ser factoide, mas Magnum ele admite que a história da jovem teve influência na obra.
Já neste RPG, Magnum e seus colegas de banda viajam no tempo para evitar que Hitler consiga matar a jovem. Er, é, isso aí mesmo. Claro que isso é representado como um RPGzinhos marotos que remete à era dos consoles 16-bits…
O jogo tem várias referências à obra da banda – personagens como Naomi, Two-Headed Boy e até mesmo o molequinho espanhol da capa acima – além de outras figuras do rock indie em patamares diferentes, indo dos manjados Radiohead, Muse e MGMT aos menos conhecidos pelo grande público, como Bon Iver, Fleet Foxes e Grizzly Bear. Sim, alguns deles com suas canções gloriosamente adaptadas para chiptune. Olho no lance:
Quer fazer o intensivo de indie rock mais inesperado do ano? Baixe o jogo, então.
Teste seu conhecimento de videogames em Arcade Aid
0Como eu não tinha visto isso antes? Para promover o lançamento de Tron Legacy, o Yahoo lançou o webgame Arcade Aid. Cento e sessenta e sete jogos de várias eras, de clássicos a contemporâneos, são representados nesta enorme cidade em estilo pixel art.
Enquanto alguns são bem fáceis de reconhecer, prepare-se mentalmente para decifrar alguns trocadilhos bizarros em inglês – sem contar, é claro, alguns jogos que talvez você não conheça ou lembre.
Por aqui, são 40 jogos e contando.
Diablo III invade calçada na Alemanha; cidadãos o temem
0Se tem um lance no qual eu me amarro, é o street art. Seja no grafite, stencil ou o que for, sempre gosto de ver o que ilustra os muros de cada cidade. Vez por outra pinta uma referência bacana a videogame, e aí é um combo duplo pra mim.
Durante a GamesCom, que acontece nesta semana na Alemanha e vai até domingo, o artista Manfred Stader preparou esta incrível ilustração 3D inspirada em Diablo III em uma rua próxima ao centro de convenções que abriga o evento.
No vídeo a seguir, veja como o painel demoníaco foi criado:
Quando perguntado, Diablo disse não saber quando ele realmente chega aos computadores dos jogadores mundo afora; pelo menos a fase de teste beta está prevista para setembro.
Nada de tribunais: criador de Minecraft desafia Bethesda no Quake III Arena
0Guerrinhas de patentes costumam ser um saco, mesmo quando não são algo tão oportunista e imbecil como o caso do nome Edge ser registrado por Tim Langdell e ele sempre tentar cavar uma grana por fora em jogos com esta palavra no nome. Isto já virou motivo de piada na indústria, diga-se de passagem.
O mais recente evento deste tipo é, ao meu ver, meio besta. O estúdio sueco Mojang – conhecido pelo sucesso independente Minecraft - anunciou no começo deste ano o jogo Scrolls. Produzido em parceria com o Jerry Holkins (ou Tycho Brahe), da tirinha online Penny Arcade, o lance mistura elementos de cards colecionáveis e RPG.
No entanto, os representantes legais da Bethesda na região enviaram uma notificação judicial pedindo a mudança do nome, pois infringe uma marca deles. Pois é: a série The Elder Scrolls (afinal, é tão fácil confundir um peso-pesado dos RPGs gigantescos e distribuidoras enormes com um jogo indie de cartas…)
Markus “Notch” Persson, da Mojang, levantou uma proposta interessante para resolver a pinimba: em vez de ir pros tribunais, que tal uma partida de Quake III Arena? Três de cada lado em uma partida de 20 minutos. Quem conseguir a melhor pontuação, ganha. O pior (ou melhor) de tudo é que parece que a proposta é séria!
E aí, Bethesda? Vai encarar? Podem chamar seus irmãozinhos da id Software, já que é tudo da Zenimax…
Animation Block: Person Pinball é de sair quicando pelas ruas da cidade
0E por “pessoa” , leia-se “hipster”, Ame-os ou odeie-os, você pode curtir este vídeo – afinal de contas… nada como imaginá-los se debatendo em um enorme ambiente fechado, quicando de um lugar para o outro e levando bordoadas dos rebatedores.
Em breve, voltaremos à nossa programação normal.
















