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Teste seu conhecimento de videogames em Arcade Aid
0Como eu não tinha visto isso antes? Para promover o lançamento de Tron Legacy, o Yahoo lançou o webgame Arcade Aid. Cento e sessenta e sete jogos de várias eras, de clássicos a contemporâneos, são representados nesta enorme cidade em estilo pixel art.
Enquanto alguns são bem fáceis de reconhecer, prepare-se mentalmente para decifrar alguns trocadilhos bizarros em inglês – sem contar, é claro, alguns jogos que talvez você não conheça ou lembre.
Por aqui, são 40 jogos e contando.
The World Is Saved: Música para quem não cansa de ser herói
2Quem nunca virou noite para zerar aquele jogo, se sentiu o mestre do universo por ter salvo o mundo (e às vezes, até mesmo o universo) e ficou com aquele vazio de 5 minutos quando a aventura acabou… só para lembrar que vinha outra missão em seguida no próximo game da fila?
Juro que me emocionei um bocado com esse vídeo. Depois que fui ver que foi um esforço colaborativo da galera que acompanha o podcast de games da IGN. Bravo, caras, me fizeram verter uma lágrima.
Aled Lewis mistura jogos e pinturas clássicas para a iam8bit
0Calma, não se trata de mais um capítulo daquela perene discussão “games são arte?” que sempre volta à tona. Aled Lewis é um dos participantes da edição 2011 da exposição iam8bit, na qual artistas apresentam obras inspiradas na cultura gamer dos anos 80. Já rendeu um livro, e outro está por vir.
Cada um dos quadros de Lewis é uma homenagem a um mestre da arte. Salvador Dali, Vincent Van Gogh, Leonardo da Vinci e Edward Hopper são respectivamente revisitados por Indiana Jones, Guybrush Threepwood (Monkey Island), Sonny Bonds (Police Quest) e Larry Laffer (Leisure Suit Larry).
Quer um para sua sala de estar? São 60 quadros numerados e autografados! A exposição deste ano começou no último dia 11 e vai até 10 de setembro em Los Angeles. Olha aí os outros quadros de Lewis abaixo – e eu queria muito o do Larry.
Feliz Dia dos Namorados gamer!
0É, galera, os tempos mudaram: felizmente, cada vez mais o estigma do fã de videogame solitário perde a força. A bem da verdade, os videogames sempre tiveram um aspecto social, desde muito antes do termo “jogos sociais” existir. Convenhamos: o estereótipo do jogador de videogame que não consegue entrar em um namoro caiu por terra faz tempo.
Para quem curte videogames, namorar alguém que também compartilhe deste hobby é lindo. Conheça algumas histórias de amor com jogos em uma matéria que preparei para o Arena Turbo.
Mas e se o Billy Joel fosse fã de videogame?
0… provavelmente teríamos esta versão acima.
Power Glove como você nunca viu
0… aliás, acho que tudo ali como você nunca viu. Cate as referências aí e boa sorte…
Super Nintendo versus Xbox 360. Quem ganha?
0Passando o controle: Qual o inimigo mais chato da série Final Fantasy?
Das Racist matando saudade da Sierra On-Line
1Ou “como juntar Elevator Action, Frogger, Leisure Suit Larry e Renegade em um videoclip”.
Passando o controle: Who’s that?
Gnarcade, esportes radicais e jogos clássicos
2O título do post diz tudo. Faça-se o favor e veja o vídeo!
Vou ali morrer de OMG e já volto.
Post-Review: Escapee Go! (DSiWare)
0A distribuição digital tem vantagens como a chance de comprar jogos que dificilmente veriam a luz do dia nas prateleiras das lojas. E enquanto é natural ter um pé atrás com games vendidos a preço reduzido, não há dúvida quanto às pérolas que custam mais barato que um PF honesto.
Como os consoles e portáteis costumam usar sistemas de créditos na conta de cada usuário ou sistema, às vezes rola aquela sobra que pode ser economizada… ou valer o risco de tentar aquele joguinho de preço camarada para ver qual é. As impressões dos amigos e imprensa ajudam, claro, mas no final a palavra é sua.
Foi em uma destas que comprei Escapee Go! no DSiWare. Afinal, custava US$ 2, menos do que eu gasto em um dia indo e voltando do trabalho… e não é que o joguinho se revelou bem divertido? A historinha de Claire, uma paranormal com amnésia que foge de um hospital e é perseguida por enfermeiros, policiais e outros inimigos ameaçadores, mistura elementos de furtividade — sério, o jingle a la Metal Gear Solid quando você é detectado deixa qualquer um tenso — e labirinto.
Além de “sentir” onde os inimigos estão, a jovem ganha mais poderes nas fases, como resistência física aumentada, visão além do alcance (ops) e velocidade; outros afetam os inimigos, deixando-os lentos, ou apavorando-as com a terrível Gorgon. Dose é jogar as 17 fases, achar que o jogo é uma metáfora pra lá de elaborada sobre a paranoia, e o final não explicar muita coisa. Beleza, eu espero o 2.
Passando o controle: Qual o seu jogo de ação furtiva favorito? E com paranormais? Ou – opa – outro que combine estes dois elementos?





