Posts marcados com PlayStation 3

Top 15 jogos de 2011 na Rolling Stone Brasil: eu votei

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Eu ia jogar mais, mas tomei uma flec-- ok, essa piada fica em 2011

E em meio aos preparativos dos espumantes, petiscos e roupas brancas – ou não -, o mestre Pablo Miyazawa publicou a lista dos 15 melhores jogos de 2011 no site da Rolling Stone Brasil. Dez jornalistas foram consultados… e mais uma vez, fui convidado – sempre uma honra participar disso!

Cada participante votou em 10 jogos. Dos meus, somente dois não entraram: Bulletstorm e Shadows of the Damned (sim, tô devendo um post-review desse). E aí, em quais da lista deles será que eu votei? Aproveitando o ensejo, qual a sua lista de jogaços de 2011? Comentaí!

O que eu quero jogar em 2012… via distribuição digital?

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Do topo desta pirâmide (maia), um mundo de jogos o aguarda

É isso aí: no post anterior, você conheceu os dez jogos de 2012 que serão vendidos nas lojas que mais me intrigam. Agora é a vez de listar os títulos que terão venda, em princípio, exclusivamente por download para vários sistemas. Pode ter certeza de que tem muita coisa boa vindo aí, de projetos mais ambiciosos a outros no esquema “pegue e jogue”.

Dez jogos são prioridades no meu radar. Vamos lá? Mesmo esquema de ontem: listinha, descrição, galeria e aqueles que não entraram na lista por pouco.

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O que eu quero jogar em 2012… do varejo?

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Os jogos de 2012 vêm aí! Marque seu calend-- uh oh

É isso mesmo: a gente pode reclamar o quanto quiser, se pega dizendo coisas como “mas não tem nada que me interesse tão cedo!”, e no fim das contas todo ano é cheio de jogos interessantes para todos os gostos. Sim, o ano que vem terá sistemas novos como o Wii U e o lançamento ocidental do PlayStation Vita, mas como eu não tenho nenhum deles no momento (obrigado, Capitão Óbvio!), minha lista dos mais esperados de 2012 é para os sistemas atuais.

Separei uma lista com os dez jogos do varejo que mais me empolgam para o ano que vem (em breve, um post sobre os vendidos somente por download), sem ordem específica – além de uma galeriazinha marota de imagens de cada um no final do post…

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Post-Review: Catherine (PS3)

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"Hmmm, delícia!"

“Aposto que você estaria bem mais [feliz / triste] se eu não estivesse na sua vida”, “quando é que vamos nos casar e ter filhos?” são frases que devem ser ditas por uns 956.213 casais no mundo neste exato momento. Além de achar que, na real, o que importa é o agora, é impossível dizer com precisão o que teria sido.

Ver estes dilemas e pressões da fase adulta retratados em um jogo como Catherine é refrescante. O thriller psicossexual da Atlus é um exemplo clássico de “cuidado com o que você deseja”. (pra não dizer que não avisei, spoilers leves da trama neste post, ok?)

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Post-Review: inFamous (PS3)

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"Todas as paredes desta cidade serão minhas"

Acho que nem se eu fosse um pintor ou mestre de obras eu teria visto paredes por tanto tempo como quando joguei inFamous, só de ficar pulando de janela em janela para chegar ao topo dos prédios. Ok, péssima maneira de começar um texto, quem lê vai achar que eu odiei a aventura superpoderosa da Sucker Punch. Na real, eu curti bastante – mesmo que eu tenha demorado tanto para zerar. Para começo de conversa, só comprei quando saiu na linha Greatest Hits… e não é como se outros jogos interessantes também não tivessem aparecido neste meio-tempo, naturalmente.

Quando inFamous foi lançado, lembro que foi um daqueles casos de jogos parecidos demais anunciados com proximidade. No fim das contas, deixei Prototype pra lá por duas razões: a primeira foi a exclusividade a um console, o que costuma fazer com que o jogo não fique capenga em uma das versões; a outra foi o esqueminha de karma e poder agir como herói ou vilão. Como eu estava me sentindo particularmente bem-humorado ao começar a jogar, fui de herói mesmo. Papo de recuperar bolsa de ladrão, reanimar quase todos os desmaiados nas ruas e sempre algemar a bandidagem.

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Sony celebra todos os Michaels deste mundo em comercial bacana

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Nathan Drake jogando um papinho meio canastra... pra Lightning?

Enquanto acho que a Sony errou a mão em campanhas publicitárias anteriores – pelo fator de choque gratuito, uso de picuinhas dignas da época do colégio para alfinetar a concorrência e afins – esta aqui é simplesmente incrível.

Quantos personagens deste vídeo você reconhece na primeira assistida? ;)  Mantenha a classe, Sony. Long Live Play!

Uncharted 3: drama da dublagem brasileira bate às portas da Naughty Dog

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Uncharted 3

Nathan, em um quase-facepalm, pergunta o que fizeram de sua voz

Fico muito feliz ao saber que as produtoras de games têm se esforçado para oferecer seus jogos em português do Brasil. Do ano passado pra este, tivemos títulos como StarCraft II: Wings of Liberty, Mortal Kombat, Killzone 2 e inFamous 2 totalmente adaptados ao nosso idioma. Sem contar outros anúncios para o futuro, como o de World of Warcraft e suas expansões e a Nintendo à procura de profissionais de localização (o sistema do 3DS já inclui o nosso português…). Isto é, nada de expressões dos nossos irmãos d’além-mar.

O mais recente anúncio de jogo a receber tal tratamento foi Uncharted 3: Drake’s Deception, da série de ação para o PlayStation 3. O trailer apresentado no blog oficial do PlayStation no Brasil dividiu opiniões: houve quem achasse a voz desanimada e inadequada aos personagens, quem reclamasse da mixagem do áudio, e até mesmo quem não ligasse muito. Eis que a Laura, do Pink Vader, publicou um vídeo que foi dispensado pela Naughty Dog, e a impressão geral foi de um trabalho mais convincente do que o tal “estúdio de Miami” que dubla filmes da TNT e outras paradas menos amigáveis.

Caso você ainda não tenha visto os vídeos, veja-os abaixo (e saiba como reclamar sobre isto):

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Octodad 2: Gente, vamos ajudar os moluscos?

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Octodad

Quando fui cobrir a Game Developers Conference em San Francisco fevereiro passado, troquei uma ideia com Majdi Badri, designer da equipe responsável pelo hilário Octodad. Testei uma demo do jogo no Kinect, e foi tão desengonçado quando engraçado – o que cai bem para um jogo de comédia.

Agora, Badri manda um alô sobre o próximo projeto da equipe (agora chamada Young Horses): a produção de Octodad 2, claro! Para garantir que a volta do elegante papai polvo disfarçado aconteça, eles lançaram uma campanha no Kickstarter para arrecadar um mínimo de US$ 20 mil até o dia 10 de agosto.

Eles já passaram da metade do valor pedido – ainda bem! – mas se você quiser dar aquela força para eles, saiba que a grana extra será usada para a compra de kits de desenvolvimento para Xbox 360 e PlayStation 3 (Kinect e Move!), uma adaptação para o iPad e a participação em eventos como a Penny Arcade Expo.

Como em toda iniciativa do Kickstarter, há uma variedade de bônus e presentinhos dependendo de quanto você doar. E se você ainda não jogou o original, baixa que é grátis.

Section 8: Prejudice declara guerra, mas não ao seu bolso

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Section 8: Prejudice

Este ano, a produtora TimeGate decidiu fazer algo diferente. Embora não fosse ruim, o FPS Section 8 – lançado em 2009 – não teve uma recepção calorosa demais, e a baixa população nas partidas multiplayer foi seu carimbo no passaporte para a categoria de jogos vendidos a preço de banana em lojas. Então por que não lançar Section 8: Prejudice (PC, Xbox Live Arcade e futuramente PlayStation Network) já a um preço camarada? US$ 15 está bom para você?

Pois é, eis aí um bom motivo para não desistir quando algo não dá certo: Section 8: Prejudice é melhor do que seu antecessor e vem num precinho camarada. Leia minha crítica do jogo no Arena Turbo!

 

Portal 2: Unidos pela ciência

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Portal 2

Há quatro anos, a Valve desafiou seus jogadores a “pensar com portais” – com uma arma manual, cria-se até dois portais no cenário: entra por um, sai pelo outro – e agora isto é elevado a outra potência. No desafiador Portal 2 (PC, PlayStation 3, Xbox 360), o jogo em primeira pessoa que mistura elementos de quebra-cabeça, noções de espaço e tempo e agilidade volta não só melhor como bem maior e repleto de novos truques na manga.

Cada minuto de espera valeu, hein, Valve? Portal 2 é maior e melhor do que seu antecessor – que já era inacreditável. Então vai lá no Arena e leia minha crítica do jogo, vai.

Chime Super Deluxe: Lumines e Tetris se casaram!

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Certa vez, comprei um CD que tinha como uma de suas recomendações do encarte “curti-lo com fones de ouvido” (“Post”, da Björk? Talvez, talvez). Não deu outra: as audições seguintes do álbum pareciam guardar suas surpresas, com pequenos detalhes melódicos aqui e ali, estavam escondidos em meio à música. Desde então, passei a prestar mais atenção nisso, melhorando ainda mais a experiência dependendo da obra da vez. Acreditem, o que não falta é disco com essas pegadinhas sonoras.

Já tinha comprado este puzzle musical no Xbox 360, mas Chime Super Deluxe é ainda melhor por várias razões. Quer saber mais? Então leia a análise completa no Arena Turbo!

Hard Corps Uprising: Vamos atacar agressivamente!

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Ah, o “Konami Code”. Este deve ser uma das fundações do universo gamer que mais vazou para o mundo real. Já virou nome de canções dos Ataris e Deftones, é recitada na letra de “Anyone Else But You” (the Moldy Peaches), e até mesmo sites incluíram brincadeiras para quem tentasse o imortal cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A (e variações) e Start. Embora não tenha sido o primeiro jogo a usá-lo, o Contra original do Nintendinho foi quem o popularizou de vez.

O Contra original só me traz boas memórias, e jogar Hard Corps: Uprising no Xbox 360 me lembrou do quanto gosto dos jogos da série. Leia minha análise completa no Arena!

Bulletstorm: (Não) beba e atire!

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Certos jogos dão aquela preguiça só de olhar. No lançamento de Painkiller, da People Can Fly, me bateu uma apatia daquelas. “Sujeito morre e vai ao inferno – ou era purgatório? – resgatar a amada”. Ainda assim, o jogo não era ruim, mas a suposta seriedade era desanimadora e faltava personalidade. Neste sentido, Bulletstorm (PC, PlayStation 3, Xbox 360) se saiu bem.

Adoro quando os jogos não se levam demais a sério, e Bulletstorm faz isto com maestria. Nada como encher a cara e meter tiro nos inimigos, certo? Leia a análise completa no Arena!

DC Universe Online: Um ambicioso tributo aos ícones dos quadrinhos

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DC Universe Online

Esse é um dos quesitos no qual DC Universe Online acerta em cheio: reunir o vasto elenco de heróis, vilões e coadjuvantes dos quadrinhos em localidades icônicas – Metrópolis e Gotham City, para começo de conversa – só facilita a empatia com o projeto.

[leia a versão digital no site da Rolling Stone Brasil]

DC Universe Online: Valeu, Batman; tamos aí, Superman

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No tenro início da minha adolescência, bem antes das preocupações com as contas do lar e amanhã, uma das fontes de diversão era o RPG. Sabe como é, reunir amigos em volta de uma mesa com dados multifacetados e fichas dos personagens que tanto passamos tempo para criar. Aventuras iam noite adentro, e a combinação de imaginação, criatividade, improviso e sorte era bem interessante.

Ah, a saudade das mesas de RPG… era maneiro, mas é o tipo de coisa que é meio impossível de retomar hoje em dia. Felizmente, DC Universe Online é um bom jogo que lembra deste período divertido da minha adolescência. Leia a análise completa no Arena!

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