O blog de games de Pedro Giglio
Posts tagged PC
Momento emoção. Valeu, Old!Gamer
Jul 12th
Vocês conhecem o rapaz aí de cima? Ele é o Muraktama, ganhador do pacote triplo da Old!Gamer que lancei no Twitter há um bom tempo. Espero que ele tenha curtido!
Agora, um momento de desabafo, de abrir o coração…
Quando comecei a escrever profissionalmente sobre games, uma das possibilidades que mais me intrigava era o fato de poder conversar com os criadores dos jogos que eu tanto gostava no passado (e que continuo gostando). O primeiro que entrevistei foi Al Lowe, criador de Larry, lá em 2004. Desde então, tive a oportunidade de conversar — ou pelo menos fazer com que minhas perguntas chegassem — com um bocado de outros. Mas é aquilo, né? A primeira foi interessante por várias razões.
Corta para 2010, quando pintou a chance de conversar com ele de novo e falar de sua época na Sierra On-Line para a OLD!Gamer. Bem… não é à toa que fico feliz em ver fotos como esta…
Ao mestre, com carinho.
Passando o controle: Se você tivesse que começar a entrevistar seus game designers favoritos, quem seria a prioridade máxima na sua lista – e por que razão?
O avanço da música no PC segundo Monkey Island
May 30th
Passando o controle: Para os jogadores mais das antigas: qual foi o primeiro jogo que você “ouviu” com uma placa de som no PC?
Old!Gamer #3… em vídeo?
May 18th
Calma, minha gente, é só uma prévia da revista nas mãos da galera da Editora Europa…
(Valeu aí, Fabão, Humberto, Orakio e o resto da equipe.)
Passando o controle: Qual o seu Larry favorito?
SUP: Steam chega ao Mac, e Portal grátis para todos!
May 12th
Ok,, é só até dia 24. E ainda estamos no dia 12.
Passando o controle: Qual o seu sabor de bolo favorito?
Entrevistei o diretor-gerente da Introversion…
May 7th
É isso aí, pessoal: tive a oportunidade de trocar uma ideia com Mark Morris, executivo da produtora britânica Introversion Software, que lançou títulos bem peculiares como Uplink, DEFCON, e mais recentemente Darwinia+ (na realidade, um jogo para a Xbox Live Arcade combinando Darwinia e Multiwinia: Survival of the Flattest, disponíveis no PC via Steam). A entrevista está no FinalBoss.
Bem, 2010 chegou – e o hacker de Uplink deve estar começando a treinar suas habilidade. Brincadeiras à parte, quais foram as inspirações por trás do jogo original? Você acha que ele poderia tirar vantagem de um modo multiplayer, dado o atual panorama dos games?
Sim, sem dúvida – 24 de março de 2010 era a data em que Uplink começava – maneiro, hein? A inspiração foi em maioria nos filmes como Quebra de Sigilo e Hackers. Chris estava pensando – como as atrações de Hollywood mostram o hacking como algo realmente divertido e legal, mas a realidade que é chato e devagar. Que maneiro seria se pudéssemos criar um jogo que faria o hacking parecer tão divertido quanto é mostrado nos filmes.
Para mais detalhes sobre este e os outros jogos da empresa, leia a entrevista na íntegra no FB.
Passando o controle: Você já jogou algum título da Introversion? Se sim, qual o seu favorito? E se não jogou, por que não o fez?
Galhofa: Heróis invadem The Sims 3
Apr 29th
Na rebarba do lançamento de Homem de Ferro 2 nos cinemas, a EA se saiu com um machinima pra lá de galhofa baseado nos filmes de herói em geral … tudo feito no engine de The Sims 3. Olho no lance:
Passando o controle: Recentemente, anunciaram que The Sims 3 está a caminho dos consoles e PC. Você jogou o original? Jogaria de novo? Tem interesse? Tiermá ö fagafa? Tisuol isférshen nos comentários!
5-Hit Combo: Steve Hunt (Cold Beam Games)
Apr 28th
Recentemente, citei por aqui o jogo Beat Hazard, um shoot ‘em up que usa informações de músicas da sua coleção no PC para definir a força dos disparos, quantidade de inimigos na tela, chegadas dos chefões, e por aí vai… Aí fiquei imaginando quais canções mais agradariam quem inventou este jogo.
Não seja por isso: no 5-Hit Combo de hoje, Steve Hunt revelou suas cinco canções favoritas para detonar os inimigos no espaço ao som de música – incluindo uma sugestão bastante inesperada…
1) “Hot & Cold”, Katy Perry: “Esta foi uma das primeiras canções que usei para deixar o jogo funcionando. Todas as vezes que a ouço me lembro de todas aquelas explosões e partículas disparadas ao som da música… maneiro!”
2) “Song 2″, Blur: “… no modo Insane. Principalmente por causa te todos os altos e baixos, você realmente precisa esperar a música vir até você. Muito intenso.”
3) “Speed”, Atari Teenage Riot: “Esta foi a primeira faixa que eu toquei que deixou o jogo realmente maluco! Adoro ter meus sentidos sobrecarregados!”
4) O tema de “Star Wars”: “Funciona muito bem e me faz sentir como se fosse Luke Skywalker.”
5) Um cara que usa a própria voz pra jogar: “Eu sempre me acabo de rir com essa!” [E ainda por cima, o sujeito liberou a MP3 para quem quiser jogar com ela...]
Passando o controle: Você tem algum artista favorito para ouvir nos videogames – seja para jogos que usem as informações da canção, ou somente por gostar da banda, cantor ou cantora?
Prisoner of Ice: A voz do terror, mas não do jeito que você esperava
Apr 27th
Gosto de bons livros de terror, e um dos meus autores favoritos é o americano H.P. Lovecraft. Tive a oportunidade de conhecer sua obra ao ser apresentado a Call of Cthulhu — um RPG de papel, caneta e dados que leva o mesmo nome de um de seus contos mais famosos… tanto é que o panteão fictício de divindades malignas, misteriosas e que vão além da compreensão humana se chama, aptamente, “Cthulhu Mythos”. Desde então, comecei a procurar o máximo de material baseado nisto. E não sabia da importância do sujeito na literatura até o momento.
Obviamente, comecei pelos livros reunindo seus contos. Em meio a tantas histórias envolvendo humanos (bem, ao menos alguns são, mwahahaha) esbarrando com o sobrenatural e acabam enlouquecendo, meu interesse se aguçou mais ainda (era ainda melhor que o material mostrado no RPG – afinal de contas, era a fonte!) e eu quis conferir se existiam jogos que se baseavam, diretamente ou não, na obra deste célebre cidadão de Providence, Rhode Island.
Bastou eu bater o olho na capa da revista — salvo engano, CD Expert — ver um nome para sacar a carteira e comprar a edição: Call of Cthulhu: Prisoner of Ice. Seria essa a hora em que eu veria um autêntico jogo inspirado por Lovecraft, e que levava o nome de seu magnum opus?
Mal sabia eu que estaria prestes a mergulhar em uma jornada sem volta no reino da loucura… obviamente, pelas razões erradas. Não era pela trama macabra, ou mesmo por uma jogabilidade ruim (na real, era um adventure bastante digno, ou pelo menos é assim que me lembro dele), mas sim sua dublagem nacional pra lá de meia-boca. Se tanto, este é um jogo que serve como prova cabal do quanto o mercado nacional de localização de software melhorou bastante nos últimos quinze anos, apesar de não se fazer tão presente quanto os gamers brasileiros em geral gostariam.
Enquanto certos lançamentos desta década se saíram muito bem com seu trabalho de voz em Português brasileiro, como Halo 3 e o primeiro Viva Piñata (sem contar os jogos de PlayStation 3 que vêm com vozes com um claro sotaque e vocabulário de Portugal…. não consigo jogar Heavy Rain sem imaginar que estou assistindo o programa do Bruno Aleixo), Prisoner of Ice beira o “terrir” em vários momentos. O provável culpado supremo por isto é um mero coadjuvante: o mecânico Stanley, cuja voz e interpretação pareciam uma mistura de algum persongem de música dos Mamonas Assassinas e o Tonho da Lua, da novela Mulheres de Areia.
Seguem abaixo as provas do crime, diretamente de uma longa sequência de vídeos da aventura completa no YouTube (no primeiro vídeo, o infame Stanley aparece aos 5:34; no segundo, aos 2:20):
E isso porque nem entrarei no mérito das indicações de direção no texto — que viraram “Vai dar na ponte”, “Vai dar na casa de máquinas” e afins — porque algumas piadas já nasceram prontas… e quando a melhor interpretação dos primeiros minutos do jogo é a de um cara falando uma frase em uma língua fictícia, já viu…
É óbvio que entendo que são épocas, orçamentos e presença de mercado bem diferentes de lá pra cá, mas não há razão para deixar de olhar para o passado e rir um bocado. Afinal de contas, ainda assim eu joguei o game inteiro e me diverti pacas – só não dá para negar o humor involuntário que o trabalho de dublagem da ocasião garantiu ao jogo, tornando-se para mim um dos momentos mais hilários da localização de games no país.
… e acabou que jamais joguei a edição em Inglês, e ficou por isso mesmo. Só pude jogar um jogo bacana levando o nome Call of Cthulhu quando saiu Dark Corners of the Earth — cuja produção foi, ironias da vida, um terror: o estúdio Headfirst fechando as portas em 2006, e um bravo e diminuto grupo dos funcionários restantes tocando o resto da conversão do Xbox para o PC, assim garantindo seu lançamento. Lovecraft ficaria orgulhoso.
Passando o controle: “Minhas máquinas! Minhas máquinas!!!!” Quais foram as dublagens mais toscas que você já ouviu nos games, seja lá em qual idioma for?
Promo Beat Hazard: “shmup” movido a música
Apr 26th
Jogos de naves atirando contra asteroides e inimigos não são exatamente a maior novidade do mundo (ou do universo?), enquanto os games musicais têm aparecido de maneiras cada vez mais interessantes. Uma mistura que serve de prova disto é Beat Hazard, um jogo do estúdio Cold Beam Games que usa informações de sua coleção digital de músicas no seu computador para definir a quantidade e o poder das naves presentes na tela – e isto serve tanto para o jogador quanto para os inimigos!
Ficou na pilha de jogá-lo? Então eis aqui sua chance: se você tem um PC e quiser concorrer a uma cópia do jogo via Steam, envie um e-mail para promo@jigu.com.br com o assunto “Promo Beat Hazard”, ou me siga no Twitter (@jiguryo) e repasse a seguinte mensagem:
@jiguryo “Pancadão espacial!” Ganhe Beat Hazard no blog do Jigu! #jigu #beathazard http://bit.ly/bOKTBg
Se quem vencer for contemplado via Twitter, não se esqueça de me seguir, ou não terei como repassar o prêmio a quem ganhar o sorteio! A promoção valerá até as 19 horas de hoje.
Boa sorte a todos os participantes!
Passando o controle: Quais os seus jogos de tiro de “navinha” favoritos? E os musicais, também curte? Quais?
Magnasanti, a (Sim)cidade perfeita
Apr 24th
Não tenho palavras para definir o grau de dedicação (e por que não dizer “nerdice”?) de Imperar V Omnika, que criou “a cidade perfeita” de SimCity 3000. Seis milhões de moradores, criminalidade zero, sem poluição de água, e… bem, assista, acho que o vídeo fala por si só.
Passando o controle: Você já realizou (ou pelo menos teve vontade) algum feito digno de inveja nos games? Meu recorde foi jogar Missile Command do Atari 2600 por quatro horas sem perder uma cidade. Ê, tempo livre…








