Posts marcados com Nintendo

Participei do Co-Op Podcast #06! E sim, é sobre a E3 2012

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Bem, promessa é dívida. Eu falei que comentaria a E3 2012 aqui no blog, mas admito que o tempo anda curto para escrever algo mais a fundo. Felizmente, fui convidado a participar do sexto episódio do podcast Co-Op, junto ao Zé Saika e o Ives Aguiar.

Considerado um dos podcasts mais difíceis de gravar de todos os tempos – sério: com direito a blecaute, Skype via celular e outros percalços – este mamute de 2:50 já está disponível pra download no novíssimo site dos brothers. Baixa lá! :)

Cobrindo a E3 2012… para o site e O Globo, heh

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Digital & Mídia - O Globo, 5 de junho de 2012

No finalzinho de maio, fui convocado para reforçar a equipe da Digital & Mídia, a seção de tecnologia do jornal O Globo. Minha primeira matéria para o impresso foi, naturalmente, sobre a E3 2012 – esta que você vê acima.

Enquanto esta matéria  que chegou nas bancas só pôde abranger o que apareceu até a noite de segunda-feira, cobri as três conferências da fabricante para a versão online. Eis os links:

- E3 2012: Microsoft foca no Kinect e conexão entre dispositivos
- E3 2012: Sony traz sequências de séries consagradas e surpresas
- E3 2012: Nintendo mostra jogos do Wii U

Mais pra frente eu comento o que achei do evento propriamente dito…

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Post-Review: Kid Icarus: Uprising

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Nossa, Pit, você não envelheceu nada

Existem alguns elementos de narrativa que sempre me divertem, e um deles é a quebra da quarta parede – sabe como é, quando uma obra dialoga diretamente com o espectador, ou mesmo quando um trabalho de ficção deixa bem claro que “sabe” muito bem a natureza de sua existência. Chega a ser engraçado pensar que Kid Icarus: Uprising, um dos jogos que eu mais esperava neste ano, não só brinca com isso como parece ser um enorme tributo à história da própria Nintendo – e mostra como mesmo um personagem menor consegue fazer ondulações.

Agora que terminei, posso comentar com propriedade – e se você prefere evitar certos spoilers, fique avisado: vai ser difícil, senão impossível, esquivar deles desta vez. Mas só depois do vídeo abaixo…

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8 Bit Dreams: uma viagem por 375 ilustrações

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"Kung Fu", por Campbell Whyte

Joguei muito Kung Fu; agora decifre os 374 restantes

É, meus amigos me conhecem bem: Léo Finocchi, um dos criadores da webcomic Nem Morto, falou que eu ia ficar maluco com este vídeo – e, bem, não deu outra! :)

Campbell Whyte fez uma série de ilustrações com os 789 jogos originais do Nintendinho, e eis aí a compilação dos primeiros 375: com uma trilha chiptune mais do que apropriada:

E aí, quantos você reconheceu ao assistir ao vídeo? Se rolou alguma dúvida, vale ir à página de Whyte no Etsy – porque, sim, algumas destas ilustrações estão à venda… e você pode ter o seu jogo favorito do NES na parede de casa.

Qual você teria? Acho que o pôster de Bubble Bobble cairia benzão pro meu lar (por tantos anos de diversão proporcionada), mas parece que já foi vendido. Paciência!

The Binding of Isaac não sairá mais para o 3DS; a culpa é de quem?

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Chorei contigo, Isaac. Chorei contigo.

The Binding of Isaac foi uma das maiores surpresas que tive no ano passado. Criado por Edmund McMillen (designer e um dos autores de Super Meat Boy, outro queridinho indie) e Florian Himsl, o jogo no estilo rogue era inspirado pela passagem homônima do Velho Testamento – mas desta vez, você controla o filho que foge do parente que tenta sacrificá-lo ao ouvir vozes divinas. Se você não jogou, aproveita que tá baratinho no Steam – e se estiver indeciso, leia minha análise.

Fiquei muito feliz quando soube da possibilidade de seu lançamento sair para o 3DS via eShop, pois é o tipo de jogo que eu certamente jogaria mais se o tivesse no bolso — sem contar que suas partidas de duração reduzida combinariam lindamente com isso. Qual não foi minha surpresa (na verdade, uma decepção) ao ver que o pobre Isaac foi vetado pela Nintendo por “ter conteúdo religioso questionável“. McMillen se saiu muito bem ao agradecendo a Deus pela existência do Steam. :P

“Ah, tinha que ser a Nintendo mesmo”, dizem alguns. E é aí que levanto a hipótese… e se o jogo passasse pelo crivo da ESRB, órgão responsável pela classificação etária de software nos Estados Unidos – coisa que não foi necessária para sua publicação no Steam, atualmente a única forma de comprá-lo? Talvez a coisa mudasse de figura. Vamos relembrar alguns momentos envolvendo o malfadado selinho Adults Only – e seu arqui-inimigo, o Mature.

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FreakyForms apresenta: o planeta do Doutor Moreau

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Sim, dá para criar bichos em formato de letra

 Vivemos em uma época em que o espectador não é meramente passivo. Na real, não é de hoje que o compartilhamento de conteúdo criado pelo usuário é a menina dos olhos de certas produtoras de games – seja de uma forma leve, como a customização de carros para partidas online de Forza Motorsport, ou mesmo algo que tem nesta função sua razão de ser, como a criação de fases de LittleBigPlanet. Agora, chegou a vez dos jogadores do 3DS demonstrarem sua criatividade com FreakyForms: Your Creations, Alive!

Pois é: agora é a Nintendo que está atacando de conteúdo gerado pelo usuário no 3DS. Leia minha análise completa de FreakyForms: Your Creations, Alive! no TechTudo.
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Finalmente: liberte sua fúria 8-bits em Abobo’s Big Adventure

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2010 tá longe! Chega de teaser! Hora da porrada!

Ah, Abobo’s Big Adventure. Se tem um jogo que me faz abrir um sorriso daqueles – mesmo que só vendo os trailers – é esse. E hoje, 11 de janeiro, finalmente o mundo pode jogar este tributo em Flash aos clássicos do Nintendinho – e estrelado por um dos mais bizarros personagens daquela época: aquele gigante disforme que vez por outra te jogava pelos ares em Double Dragon.

Sério: é o tipo de jogo que eu pagaria pra jogar… naturalmente, se não fosse uma avalanche de processos esperando acontecer (viva a carta branca às paródias sem fins lucrativos!). E mesmo se fosse um projeto comercial, é provável que seria um pesadelo de licenciamento tão grande quanto um Jump Super Stars da vida – no Japão é fácil, quero ver fazer o malabarismo pra trazer tudo aquilo ao Ocidente. Enfim, se liga na insanidade que te aguarda:

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Miyamoto’s Angels: heroínas da Nintendo pagando de agente secreto

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[insira tema musical '70s aqui

Então é isso: Miyamoto’s Angels é um filminho zoando As Panteras e algumas personagens clássicas da Nintendo – e que nem rolou naquele trailer interativo de Orcs Must Die!, com finais diferentes dependendo de qual agente você escolher para resolver o caso.

Avante, Samus, Peach e Zelda! A lei precisa de vocês, ou algo assim.

Post-Review: The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D (3DS)

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É oficial: mesmo 13 anos depois, continua incrível

A bordo de um ônibus entre São Paulo e Rio de Janeiro, no meio do nada, o medley dos créditos finais de The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D fez virar para a janela, olhar os campos verdejantes e sentir falta de uma aventura que eu ainda não tive a oportunidade de encarar. Sabe aquela sensação de que há um propósito maior na vida do que o ciclo imposto pelo mundo? Ao mesmo tempo, quem disse que precisamos vagar o mundo e termos itens mágicos para sermos heróis?

Enfim, digressiono. O lance é o seguinte: às vezes, simplesmente não rola de dar atenção a todos os filmes, livros, jogos e afins. Se as pessoas e a história acabam definindo alguns como “clássicos”, há aquela chance das pessoas te olharem com ar de surpresa e dispararem: “O quê? Como assim, você não assistiu / leu / jogou XYZ?” Da minha experiência, o Ocarina of Time original é um destes exemplos. E imaginar que este tesouro estava guardado na minha estante por tanto tempo…

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Super Mario Ceremony: Mashup épico celebra 30 anos do bigodudo

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Trinta anos, mas com um corpinho de... vinte?

Trinta anos, mas com um corpinho de.... vinte?

É isso: uma montagem de nada menos que dezoito minutos – que vai da calmaria à mais acentuada psicodelia – do encanador mais famoso dos videogames e seus asseclas em uma pá de jogos. E aí, quantos deles você jogou?

Que trabalho para montar isso e selecionar a trilha sonora, hein… Saiba mais da produção (com a ajuda da tradução do Google – se você não souber japonês, é claro) no wiki comemorativo dos 30 anos de Mario.

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