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	<title>Jigu &#187; Killer7</title>
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		<title>Pitaco nos Melhores da Década 2000-2009 da Edge</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 19:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jigu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Katamari]]></category>
		<category><![CDATA[Killer7]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Wii]]></category>

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		<description><![CDATA[A matéria de capa da edição de janeiro da revista Edge fez um apanhado dos melhores (e piores) momentos da década abrangendo 2000 a 2009, citando os melhores jogos, consoles, produtoras, desenvolvedoras, personalidades e até mesmo os fracassos do período. Além de comentários da própria revista e de  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A matéria de capa da edição de janeiro da <a href="http://www.edgebr.blogspot.com/">revista Edge</a> fez um apanhado dos melhores (e piores) momentos da década abrangendo 2000 a 2009, citando os melhores jogos, consoles, produtoras, desenvolvedoras, personalidades e até mesmo os fracassos do período. Além de comentários da própria revista e de mais figurões da indústria, leitores e jornalistas daqui do Brasil também puderam dar seu pitaco em alguns quesitos&#8230; E adivinhe quem estava lá, pra variar? <img src='http://www.jigu.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Edge08.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-314" title="Melhores de 2000-2009 (Edge #8)" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Edge08-300x201.jpg" alt="Melhores de 2000-2009 (Edge #8)" width="300" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Minhas escolhas publicadas no artigo foram as seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jogo da década</strong><br />
<em>&#8220;<a href="http://www.capcom.co.jp/killer7/english.html">Killer7</a>. Chutou para escanteio uma variedade de convenções – tanto de jogabilidade quanto de trama – e criou uma experiência única. Isso, e uma trama densa pra cacete, cheia de metáforas e interpretações possíveis.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Personalidade da década</strong><br />
<em>&#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Keita_Takahashi">Keita Takahashi</a>, criador de <a href="http://katamari.namco.com">Katamari Damacy</a>. O cara pode ser completamente doido, mas criou um jogo de uma simplicidade enganosa e cheio de personalidade. E, mesmo que os outros jogos não tenham a mão dele, sua marca permanece.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Momento da década</strong><br />
<em>&#8220;O lançamento do <a href="http://www.wii.com">Wii</a>, seguido de sua aceitação por um público que gostava de jogos, mas abandonou-os pela crescente complexidade dos controles.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Mas é claro que tem mais gente bacana comentando por lá, citando quais jogos, personalidades e momentos mais os marcaram na década, e suas razões&#8230; Para ler as declarações desta galera, compre a Edge #8 nas bancas ou <a href="http://www.europanet.com.br/site/index.php?cat_id=1385">pelo site</a>.</p>
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		<title>Games e televisão nos tornam mais espertos, e não é surpreendente</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 14:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jigu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[ARG]]></category>
		<category><![CDATA[BioShock]]></category>
		<category><![CDATA[Grasshopper]]></category>
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		<description><![CDATA[[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero e cedido ao TeleSéries]
No mês passado, fui o vencedor de uma promoção organizada pelo blog WarpZona e ganhei o livro &#8220;Surpreendente! A TV e o Videogame Nos Tornam Mais Inteligentes&#8221; (&#8220;Everything Bad Is Good For You: How Today’s Popular  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5><em>[Post originalmente publicado no </em><em><a title="wcah" href="http://blog.maraschino.org/?p=626" target="_blank">Working Class Anti-Hero</a> e cedido ao <a href="http://teleseries.uol.com.br/games-e-televisao-nos-tornam-mais-espertos-e-nao-e-surpreendente/#more-6597" target="_blank">TeleSéries</a>]</em></h5>
<p style="text-align: justify;">No mês passado, fui o vencedor de <a href="http://warpzona.wordpress.com/2008/09/10/promocaoganhador/" target="_blank">uma promoção</a> organizada pelo blog <a href="http://warpzona.wordpress.com/" target="_blank">WarpZona</a> e ganhei o livro &#8220;Surpreendente! A TV e o Videogame Nos Tornam Mais Inteligentes&#8221; (&#8220;Everything Bad Is Good For You: How Today’s Popular Culture is Actually Making Us Smarter&#8221;), de <a href="http://www.stevenberlinjohnson.com/" target="_blank">Steven Berlin Johnson</a>. Apesar do título pouquíssimo inspirado da edição brasileira, a leitura é bem interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">O autor traça uma série de teorias bem interessantes sobre os assuntos em questão, comparando séries como <a href="http://www.imdb.com/title/tt0335438/" target="_blank">Starsky &amp; Hutch: Justiça em Dobro</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hill_Street_Blues" target="_blank">Hill Street Blues</a>, <a href="http://www.nbc.com/ER" target="_blank">Plantão Médico</a> e <a href="http://www.hbo.com/sopranos/" target="_blank">Família Soprano</a> — em ordem progressiva de complexidade — e como os jogos se tornam envolventes mesmo se seus objetivos básicos soem extremamente simplistas… tipo, não dá para resumir uma seqüência de <a href="http://www.zelda.com/universe/" target="_blank">The Legend of Zelda</a> a um simples &#8220;ache um objeto, explore um calabouço, use-o para derrotar o chefão da vez&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Particularmente, tenho a impressão que vivemos em uma era cultural muito interessante: o esmero, grandiosidade (e por que não &#8220;pretensão&#8221;?) de certas obras contemporâneas — como <a href="http://abc.go.com/primetime/lost/" target="_blank">Lost</a>, por exemplo — oferecem muito mais do que os esperados 40 minutos de entretenimento por episódio. Assim como nos jogos — <em>Metal Gear Solid</em> vem à mente — há um grande e consistente universo para quem se dispuser a acompanhá-lo, interpretá-lo e entendê-lo. E mesmo outras obras isoladas no mundo dos games, como <a href="http://www.capcom.com/killer7/" target="_blank">Killer7</a> e <a href="http://www.capcom.com/killer7/" target="_blank">BioShock</a>, oferecem tramas densas e provocantes o suficiente para garantir uma sobrevida monstra em se tratando de bate-papos e teorias pelos fãs.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto porque nem cheguei a comentar as ações virais de publicidade, como a campanha <a href="http://www.ilovebees.com/" target="_blank">I Love Bees</a> para <a href="http://www.microsoft.com/games/halo2/" target="_blank">Halo 2</a>, o site institucional da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dharma_Initiative" target="_blank">Dharma Initiative</a> e os contatos da <a href="http://www.primatechpaper.com/" target="_blank">Primatech Paper</a>… só é uma pena que nem todos estes sejam fáceis de acompanhar por morarmos no Brasil, mas paciência. Nada que desmereça este trabalho de tornar as obras maiores do que elas aparentemente se propuseram a ser. É uma boa época para quem gosta de botar a cabeça para funcionar enquanto se diverte.</p>
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		<title>Gunkanjima: a ilha fantasma ressurge</title>
		<link>http://www.jigu.com.br/2008/05/11/gunkanjima-a-ilha-fantasma-ressurge/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 14:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jigu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[GameCube]]></category>
		<category><![CDATA[Grasshopper]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Killer7]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]
Não, não me refiro a Lost. No ano passado, um dos meus primeiros posts aqui no blog foi sobre como era legal pesquisar a fundo as referências das obras que você curte — e um dos exemplos que citei foi Gunkanjima (&#8220;ilha navio de guerra&#8221;, por  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Gunkanjima.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-73" title="Gunkanjima" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Gunkanjima-300x228.jpg" alt="Gunkanjima" width="300" height="228" /></a></p>
<h5><em>[Post originalmente publicado no </em><a href="http://blog.maraschino.org/?p=327"><em>Working Class Anti-Hero</em></a><em>]</em></h5>
<p style="text-align: justify;">Não, não me refiro a <em>Lost</em>. No ano passado, <a href="http://blog.maraschino.org/?p=36">um dos meus primeiros posts</a> aqui no blog foi sobre como era legal pesquisar a fundo as referências das obras que você curte — e um dos exemplos que citei foi Gunkanjima (&#8220;ilha navio de guerra&#8221;, por seu formato), uma ilha na costa do Japão que conheci por causa de <a href="http://www.capcom.com/killer7/">Killer7</a>, um dos meus jogos favoritos do GameCube.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das cenas mais importantes da seqüência final deste jogo é ambientada nesta ilha, que até eu parar e procurar na Internet pensei se tratar de um lugar fictício. E nem era. Resumindo um pouco a história de verdade, esta compacta ilha — fundada por uma mineradora e habitada por seus funcionários e famílias — teve a maior densidade populacional do mundo por um bom tempo, até que os recursos naturais se esgotaram; em 1976, todos tiveram que partir de lá em questão de semanas, deixando tudo para trás… e a ilha continua lá até hoje, intacta, como prova de que não se pode acabar com seus recursos naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, por <a href="http://www.yardwear.net/blog/2008/05/09/Hashima+Island++Gunkanjima++The+Forgotten+Island.aspx">uma dica</a> que li em uma lista de discussão que assino, alguém fez um pequeno documentário sobre a ilha, que está disponível no YouTube. Confiram os vídeos a seguir, mostrando um dos ex-moradores revisitando a ilha (sabe-se lá como, dado que é proibida a visita) e relembrando da vida na ilha fantasma. As imagens são incríveis, e as fotos comparando a vida de formigueiro na época e a desolação atual são chocantes. Vale a conferida.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/fp97FUlSdqI" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/EdqN8tC16_4" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
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