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	<title>Jigu &#187; GameCube</title>
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		<title>Post-Review: The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D (3DS)</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 15:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jigu</dc:creator>
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		<category><![CDATA[The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D]]></category>

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		<description><![CDATA[A bordo de um ônibus entre São Paulo e Rio de Janeiro, no meio do nada, o medley dos créditos finais de The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D fez virar para a janela, olhar os campos verdejantes e sentir falta de uma aventura que eu ainda não tive a oportunidade de encarar. Sabe aquela sensação  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1989" class="wp-caption aligncenter" style="width: 506px"><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Ocarina-of-Time-3DS-artwork.jpg"><img class="size-full wp-image-1989 " title="The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Ocarina-of-Time-3DS-artwork.jpg" alt="" width="496" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">É oficial: mesmo 13 anos depois, continua incrível</p></div>
<p style="text-align: justify;">A bordo de um ônibus entre São Paulo e Rio de Janeiro, no meio do nada, o medley dos créditos finais de <a href="http://zelda.com/ocarina3d/" target="_blank">The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D</a> fez virar para a janela, olhar os campos verdejantes e sentir falta de uma aventura que eu ainda não tive a oportunidade de encarar. Sabe aquela sensação de que há um propósito maior na vida do que o ciclo imposto pelo mundo? Ao mesmo tempo, quem disse que precisamos vagar o mundo e termos itens mágicos para sermos heróis?</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, digressiono. O lance é o seguinte: às vezes, simplesmente não rola de dar atenção a todos os filmes, livros, jogos e afins. Se as pessoas e a história acabam definindo alguns como &#8220;clássicos&#8221;, há aquela chance das pessoas te olharem com ar de surpresa e dispararem: &#8220;<strong>O quê</strong>? Como assim, você <span style="text-decoration: underline;">não assistiu</span> / <span style="text-decoration: underline;">leu</span> / <span style="text-decoration: underline;">jogou</span> <em>XYZ</em>?&#8221; Da minha experiência, o <a href="http://www.nintendo.com/games/detail/RH5HVVtVsUXAzfuh99QbFMlHUGPhREkS" target="_blank">Ocarina of Time original</a> é um destes exemplos. E imaginar que este tesouro estava guardado na minha estante por tanto tempo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1988"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não foi só por eu não ter um Nintendo 64 na minha casa em 1998, pois eu até joguei-o na casa de um amigo da época &#8211; e em algum momento, meu save foi perdido&#8230; e logo no infame Water Temple, ainda por cima. Apesar de ter o disquinho<em> The Legend of Zelda: Collector&#8217;s Edition</em> para o GameCube (incluindo os dois do Nintendinho, os dois do N64 &#8211; e o até então inédito <em>Master Quest</em>, incluído como extra em <em>OoT 3D</em>), as demais atrações da época competiam por minha atenção. Isto foi em 2002.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/lHr7KEQ7cr4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O lançamento do remake para o 3DS neste ano foi a desculpa perfeita para eu resolver esta injustiça. De fato, &#8220;injustiça&#8221; define bem; parece até ironia do destino eu só voltar a Ocarina of Time nove anos depois, considerando que a divisão da aventura em duas épocas (com Link criança e adulto) e o vai-e-volta entre ambas foi uma das características mais marcantes da trama. Ao mesmo tempo em que eu sabia certas soluções de quando joguei logo após a saída da minha adolescência, ainda havia a graça do desconhecido, o elemento surpresa para mim.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando bem, é mais ou menos como acontece para o próprio protagonista do jogo, né? Ele vivia dividido entre duas eras: em uma, o conforto do normal; na outra, um mundo devastado que precisa ser salvo por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">No fim das contas, o jogo continua relevante e interessante de jogar. Sim, houve melhorias na série desde então; dentro do que este a aqui se propõe, tanto as melhorias de interface quanto visuais só engrandeceram uma experiência que, em seu cerne, ainda faz bonito e envolve muito. Quando é que vou jogar o Master Quest desta versão? Quem sabe&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Destak recomenda Jigu, que indica jogos com trens</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 11:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jigu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A edição carioca do jornal Destak apresentou a indicação para o meu blog. Portanto, se você chegou aqui por conta desta dica, boas vindas e sinta-se em casa! E já que esta publicação é um clássico das viagens de metrô, que tal um &#8220;top 5&#8243; do mundo dos games envolvendo a presença de trens e  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Destak.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-363" title="Destak" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Destak-300x107.jpg" alt="Destak" width="300" height="107" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A edição carioca do jornal <a href="http://www.destakjornal.com.br" target="_blank">Destak</a> apresentou a indicação para o meu blog. Portanto, se você chegou aqui por conta desta dica, boas vindas e sinta-se em casa! E já que esta publicação é um clássico das viagens de metrô, que tal um &#8220;top 5&#8243; do mundo dos games envolvendo a presença de trens e afins?</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/NMH-subway.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-364" title="No More Heroes" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/NMH-subway-300x187.jpg" alt="No More Heroes" width="300" height="187" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5) &#8220;No More Heroes&#8221; (Wii):</strong> Vá lá, este não é o primeiro jogo de pancadaria a contar com uma sequência em um metrô (deve ser tudo culpa de <em>&#8220;Selvagens da Noite&#8221;</em>, clássico das madrugadas na televisão, que por sua vez também teve dois jogos), mas quando o assassino profissional / otaku Travis Touchdown pega missões extras no trem, elas são bem surreais&#8230; câmeras invertidas, luzes apagadas, várias doideiras para deixar o jogador com os nervos à flor da pele.</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/papermario-train.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-365" title="Paper Mario (GC)" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/papermario-train-300x235.png" alt="Paper Mario" width="300" height="235" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) &#8220;Paper Mario: The Thousand-Year Door&#8221; (GameCube):</strong> Este RPG do bigodudo mais famoso da Nintendo conta com uma grande sequência ambientada inteiramente em um trem, e ela é apresentada de uma maneira que tira o chapéu para clássicos da literatura de detetive &#8211; com direito a um investigador atrapalhado no meio do caminho.</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Sc2000.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-366" title="SimCity 2000" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Sc2000-300x224.jpg" alt="SimCity 2000" width="300" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) &#8220;SimCity 2000&#8243; (PC):</strong> É curioso pensar no segundo jogo da série de simulação de cidade de Will Wright. Este foi a primeira edição a ter metrôs; apesar da manutenção mais alta, as linhas subterrâbneas são muito eficientes. E eu uso o tempo todo o argumento &#8220;o mundo real não é como SimCity 2000&#8243;  muitas das vezes em que ouço pessoas reclamando da integração Metrô na Superfície (para quem mora fora do Rio, linhas de ônibus dedicadas que dão continuidade ao trajeto).</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ff7-traingraveyard.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-367" title="Final Fantasy VII" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ff7-traingraveyard-300x225.png" alt="Final Fantasy VII" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) &#8220;Final Fantasy VII&#8221; (PS1, PC):</strong> Vários jogos da famosa série de RPGs da Square Enix mostram trens (inclusive como inimigos de fase, como o trem fantasmagórico de &#8220;FFVI&#8221;), mas este clássico de 1997 tem algumas sequências isoladas com isto, como o Train Graveyard &#8211; um lugar repleto de vagões abandonados. E a sequência inicial do game, em um então glorioso vídeo pré-renderizado, mostra um take aéreo da cidade de Midgar e o trem no qual Cloud Strife e seus companheiros do grupo AVALANCHE chegam para sua primeira missão.</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Half-Life-Train.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-368" title="Half-Life" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Half-Life-Train-300x225.jpg" alt="Half-Life" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) &#8220;Half-Life&#8221; / &#8220;Half-Life 2&#8243; (Multi):</strong> As duas aventuras do físico Gordon Freeman começam em viagens de trem, ambas bem reveladoras. No primeiro jogo, chegar à base de Black Mesa para o que seria um dia normal de trabalho dá um clima de imersão bem bacana&#8230; e a produtora Valve repetiu a dose no segundo jogo, mas desta vez a caminho de City 17, um dos poucos refúgios da humanidade oprimida pela ameaça alienígena do Combine.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passando o controle:</strong> Claro, estes são apenas alguns exemplos entre os trocentos outros games com passagens memoráveis em trens, metrôs e afins. Quais as suas favoritas?</p>
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		<title>Participações especiais nos jogos</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 23:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jigu</dc:creator>
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Nesta semana, a Capcom anunciou que a edição Xbox 360 de Lost Planet 2 contará com a ilustre presença &#8211; se é mediante pagamento de conteúdo extra por download, grátis, bônus de pré-venda ou não, ainda não sei &#8211; de Marcus Fenix e Dominic Santiago, a dupla de protagonistas da série Gears of War, na  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/O59FRT7olU4" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta semana, a Capcom anunciou que a edição Xbox 360 de <a href="http://www.capcom.co.jp/lostplanet/2/" target="_blank">Lost Planet 2</a> contará com a ilustre presença &#8211; se é mediante pagamento de conteúdo extra por download, grátis, bônus de pré-venda ou não, ainda não sei &#8211; de Marcus Fenix e Dominic Santiago, a dupla de protagonistas da série <a href="http://www.gearsofwar.com/" target="_blank">Gears of War</a>, na edição para o console da Microsoft. Particularmente, acho divertido ver este tipo de coisa acontecendo; lembram da brincadeira de Primeiro de Abril tornada realidade envolvendo Altaïr, de <a href="http://assassinscreed.uk.ubi.com" target="_blank">Assassin&#8217;s Creed</a>, em <a href="www.konami.jp/mgs4/global/index.html" target="_blank">Metal Gear Solid 4</a>? Pois é: era só conseguir um feito específico e bingo &#8211; uma fantasia destrancável para o velho Snake.</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/AC-MGS4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-305" title="Assassin's Creed em Metal Gear Solid 4" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/AC-MGS4-300x168.jpg" alt="Assassin's Creed em Metal Gear Solid 4" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Misturar personagens de jogos diferentes não é novidade. Claro que existe uma variedade de jogos &#8220;cabide de emprego&#8221;, como <a href="http://www.smashbros.com" target="_blank">Super Smash Bros. Brawl</a> (que inclui Snake e Sonic &#8212; este último, um boato recorrente como personagem escondido no jogo anterior da série) e <a href="http://na.square-enix.com/dissidia/" target="_blank">Dissidia: Final Fantasy</a> (juntando vários heróis e vilões da série numerada do RPG da Square-Enix). No entanto, é curioso quando vemos personagens específicos a sistemas ou empresas diferentes aparecendo como extras&#8230; outro jogo &#8220;guarda-chuva de mascotes&#8221; que está por vir, <a href="http://www.sega.co.uk/games/sonicracing" target="_blank">Sonic &amp; Sega All-Stars Racing</a>, tem os Avatares e a dupla Banjo-Kazooie na versão Xbox 360, Miis selecionáveis no Wii &#8212; e duvido muito que os usuários da versão PS3 fiquem de fora da festa, só resta ver o que a produtora está escondendo.</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/SegaAllStars-BanjoAvatar.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-307" title="Banjo, Kazooie e Avatar no Sega All-Stars Racing" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/SegaAllStars-BanjoAvatar-300x168.jpg" alt="Banjo, Kazooie e Avatar no Sega All-Stars Racing" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na geração passada, um jogo em particular me chamou a atenção em se tratando de usar personagens de séries diferentes para chamar a atenção do público-alvo de cada sistema: <a href="http://soulcalibur.wikia.com/wiki/Soulcalibur_II" target="_blank">Soulcalibur II</a>. O jogo de luta da Namco (é, naquela época ainda não tinha acontecido a fusão com a Bandai) trazia Spawn no Xbox (aproveitando-se da participação do quadrinista Todd McFarlane, que criou o lutador Necrid especificamente para o jogo), Heihachi no PlayStation 2 (acho estranho ter um lutador de mãos limpas em <em>&#8220;Soulcalibur&#8221;</em>, mas enfim) e Link no GameCube. Só por ter o herói da série <em>&#8220;The Legend of Zelda&#8221;</em> a versão do GC vendeu cerca de 1,5 milhão de unidades &#8211; e olha que o GameCube não era lá dos que mais vendia jogos  multiplataforma&#8230;</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/SCII-Link.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-304" title="Soulcalibur II (GC)" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/SCII-Link-300x225.jpg" alt="Soulcalibur II (GC)" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda naquela geração, as edições GameCube de <a href="http://www.mobygames.com/game/nba-street-v3" target="_blank">NBA Street V3</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ssx_on_tour" target="_blank">SSX on Tour</a> incluíram Mario, Luigi e Peach como personagens jogáveis, somando o basquete e o snowboard às atividades esportivas da famosa série &#8211; claro, fruto de um acordo da Nintendo com a EA Sports na época. Aparentemente, todos seus compradores tinham motivos para saírem felizes: quem não tinha o Cube provavelmente não ligava para os personagens extras, e quem o tinha poderia comprá-lo e jogar um pouco com a galera do Reino Cogumelo assim se quisesse.</p>
<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/SSXonTour-Mario.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-309" title="SSX on Tour" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/SSXonTour-Mario-300x225.jpg" alt="SSX on Tour (GC)" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Esta geração de consoles facilita bastante estas possibilidades &#8211; o que também é bom por se tratar de uma época em que a produção de jogos anda tão custosa que muitos jogos saem para várias plataformas&#8230; seja dividido entre os consoles de alta definição, seja para o Wii. Material presente no disco ou vendido por download, trazer conteúdo diferenciado entre as versões tem sido um pulo-do-gato por parte das produtoras para agradar as bases de fãs de cada sistema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passando o controle:</strong> Quais foram seus crossovers favoritos na história dos games, e quais vocês gostariam de ver?</p>
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		<title>Réquiem para uma memória flash</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 14:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jigu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]
Quem nunca perdeu seus arquivos por conta de um HD capotando nas horas mais inapropriadas? Ou mesmo se tocou que teria sido uma boa idéia fazer o backup do seu material… um dia antes? Pois é… há toda uma sensação de impotência frente a uma  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5><em>[Post originalmente publicado no </em><a title="wcah" href="http://blog.maraschino.org/?p=427" target="_blank"><em>Working Class Anti-Hero</em></a><em>]</em></h5>
<p style="text-align: justify;">Quem nunca perdeu seus arquivos por conta de um HD capotando nas horas mais inapropriadas? Ou mesmo se tocou que teria sido uma boa idéia fazer o backup do seu material… um dia antes? Pois é… há toda uma sensação de impotência frente a uma calamidade pessoal dessas. Fica até difícil decidir qual a pior situação: perder uma quantidade de dados enorme o suficiente para que você se lembre das coisas que foram pro limbo à medida que o tempo passa, ou algo mais compacto tomar chá de sumiço e você saber de cara quais foram as vítimas da vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda bem que agora existe um monte de serviços online de armazenamento (desde paradas <em>sui generis</em> para qualquer arquivo a outras mais específicas, como o <a href="http://www.flickr.com/">Flickr</a> para fotos e vídeos)…. mas com as mídias virgens cada vez mais em conta, fica até feio não fazer este tipo de cópia de segurança com mais freqüência — mesmo que não seja especificamente a forma mais segura de fazê-lo; afinal de contas, CDs e DVDs também têm vida útil… aí você periga ficar naquelas de fazer o backup do backup.</p>
<p style="text-align: justify;">O pior de tudo é que a razão por trás deste post é por uma situação que não é solucionável pelas dicas acima: vários saves do meu cartão de memória do GameCube foram corrompidos de uma hora pra outra! Sei lá como, e sinceramente prefiro nem imaginar demais. Não é nem pelos jogos que já venci e tinha aquele save maneiro, não… é por conta de um que eu ainda não tive a oportunidade de vencer: o RPG <a href="http://batenkaitosorigins.com/" target="_blank">Baten Kaitos Origins</a>. Cinquenta horas de campanha, duas batalhas particularmente impossíveis (hipérboles à parte), toneladas de exploração… tudo pra vala. E como save de GC só vai para outro save de GC, já viu…</p>
<p style="text-align: justify;">Ccuriosamente, algo similar aconteceu comigo no primeiro <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Baten_Kaitos:_Eternal_Wings_and_the_Lost_Ocean" target="_blank">Baten Kaitos</a>. Prefiro não achar que é caveira-de-burro da série, porque eu acabei de comprar outro cartão — e um gamepad branco bonitinho da Nintendo, com cabo mais longo, direto da <a href="http://www.play-asia.com/" target="_blank">Play-Asia</a> — e já voltei a jogar…</p>
<p>… e agora faltam apenas <strong>47 horas</strong> para alcançar o ponto onde eu estava.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gunkanjima: a ilha fantasma ressurge</title>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 14:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jigu</dc:creator>
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[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]
Não, não me refiro a Lost. No ano passado, um dos meus primeiros posts aqui no blog foi sobre como era legal pesquisar a fundo as referências das obras que você curte — e um dos exemplos que citei foi Gunkanjima (&#8220;ilha navio de guerra&#8221;, por  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Gunkanjima.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-73" title="Gunkanjima" src="http://www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Gunkanjima-300x228.jpg" alt="Gunkanjima" width="300" height="228" /></a></p>
<h5><em>[Post originalmente publicado no </em><a href="http://blog.maraschino.org/?p=327"><em>Working Class Anti-Hero</em></a><em>]</em></h5>
<p style="text-align: justify;">Não, não me refiro a <em>Lost</em>. No ano passado, <a href="http://blog.maraschino.org/?p=36">um dos meus primeiros posts</a> aqui no blog foi sobre como era legal pesquisar a fundo as referências das obras que você curte — e um dos exemplos que citei foi Gunkanjima (&#8220;ilha navio de guerra&#8221;, por seu formato), uma ilha na costa do Japão que conheci por causa de <a href="http://www.capcom.com/killer7/">Killer7</a>, um dos meus jogos favoritos do GameCube.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das cenas mais importantes da seqüência final deste jogo é ambientada nesta ilha, que até eu parar e procurar na Internet pensei se tratar de um lugar fictício. E nem era. Resumindo um pouco a história de verdade, esta compacta ilha — fundada por uma mineradora e habitada por seus funcionários e famílias — teve a maior densidade populacional do mundo por um bom tempo, até que os recursos naturais se esgotaram; em 1976, todos tiveram que partir de lá em questão de semanas, deixando tudo para trás… e a ilha continua lá até hoje, intacta, como prova de que não se pode acabar com seus recursos naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, por <a href="http://www.yardwear.net/blog/2008/05/09/Hashima+Island++Gunkanjima++The+Forgotten+Island.aspx">uma dica</a> que li em uma lista de discussão que assino, alguém fez um pequeno documentário sobre a ilha, que está disponível no YouTube. Confiram os vídeos a seguir, mostrando um dos ex-moradores revisitando a ilha (sabe-se lá como, dado que é proibida a visita) e relembrando da vida na ilha fantasma. As imagens são incríveis, e as fotos comparando a vida de formigueiro na época e a desolação atual são chocantes. Vale a conferida.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/fp97FUlSdqI" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/EdqN8tC16_4" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
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