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O mistério acabou, episódio #2: eu sou um Life Defender!
0Dando continuidade à fantástica (heheh) sequência de revelações aqui no blog, eis aqui a segunda referenciada naquele post do mês passado: participei na criação do conteúdo de Life Defenders, um jogo para o Facebook que está na reta final de desenvolvimento. A produção é do FinalBoss – sim, a mesma empresa que tantos conhecem pelas análises, artigos e cobertura de notícias sobre videogames não trabalha somente nisso.
A premissa do Life Defenders é bem bacana: o jogador herda uma ilha que serve de lugar para a cura e readaptação de animais selvagens afetados por doenças ou que tenham sido feridos – tanto por outros bichos quanto pelo homem, tanto por ação direta (caçadores) ou indireta (expansão de cidades para o habitat natural). Também há uma área para os visitantes da ilha relaxarem, brincarem e passearem – e até mesmo dar uma voltinha de balão sobre a reserva natural!
Como é de se esperar, há toda uma consciência ecológica no jogo – até as construções são sustentáveis, com placas solares e tudo mais! Além do apoio do IBAMA (e talvez não pare por aí, mas fiquem ligadinhos), o jogo também tem a participação do doutor Thiago Muniz, veterinário especializado em vida selvagem. Veja aí o primeiro teaser trailer do jogo:
“E o que diabos você fez neste jogo, Jigu?”, você pergunta. Baseado em como o jogo foi idealizado, escrevi os textos relacionados à chegada dos animais – no lançamento inicial, está na casa das dezenas – à ilha, as condições em que chegam e uma ficha contando informações e curiosidades sobre cada um deles.
Portanto, já sabem quem xingar quando pintar aquela tirada mais engraçadinha no meio do texto…
Assim que o jogo for ao ar – assim como anúncios oficiais do mesmo até seu lançamento – comentarei por aqui.
[Atualização, 18/10, 12:05] O FinalBoss publicou uma prévia mais detalhada sobre o Life Defenders, vai lá ler!
Organ Trail: um software educativo contra a ameaça zumbi
0Por muito tempo, um jogo esteve instalado nos computadores dos colégios norte-americanos – e sem que os professores torcessem o nariz: The Oregon Trail. De fins educativos, este jogo – que teve uma variedade de versões novas até hoje – mostra a vida de uma família de pioneiros atravessando os Estados Unidos em uma diligência no século XIX.
O jogo tem elementos de gerenciamento de recursos e pessoal, como controlar a quantidade de comida (e caçar animais selvagens quando necessário) e tomar conta da saúde de seus familiares. É um dos poucos jogos – se não o mais popular – no qual é possível morrer por disenteria, o que já virou uma piada por si só.
Aí vem o estúdio independente The Men Who Wear Many Hats e lança Organ Trail, uma paródia do jogo acima – inclusive dizendo que o jogo foi feito com o mesmo objetivo de ser um jogo educativo – que põe o jogador para atravessar os EUA após uma epidemia que transformou grande parte da população em zumbis.
As decisões caberão a você: quanto combustível você precisa pro carro? E kits de primeiros socorros? Comida enlatada? Munição? Será que alguém do grupo deverá ser deixado para trás – leia-se “morto” – para que os demais cheguem com sucesso ao outro lado do país? Quem disse que o mundo é um lugar justo?
(Ah, e também tem uma versão para Facebook.)
Music City: Olha o convite pro jogo nacional de Facebook! Quem vai?
0O sempre alerta Beto Largman mandou a dica, e fui conferir a fase beta do Music City, jogo social da Gazeus para o Facebook. Feito aqui no Brasil, o jogo combina elementos de jogos de ritmo – como bem disse uma amiga minha, “é um Guitar Hero social?” – e customização de personagem, cenário e instrumentos. As músicas são licenciadas, então pode procurar sua favorita para brilhar no palco.
Claro, como é um jogo para o Facebook, contar com a ajuda dos amigos é vital. Eis o lance: a Gazeus liberou 100 convites aqui para o blog. Boa, hein?
Seguinte: se você quer ver qual é a do jogo (e ainda ajudar os desenvolvedores a dar os retoques finais, se for o caso), é simples: site a página do Music City e use a senha jigu321gazeus para jogar. Agora você pode realizar seu sonho de tocar “Adocica” “Enter Sandman” para uma plateia empolgada!
Talentos brasileiros no exterior
0O Brasil já teve uma boa cota de jogos totalmente produzidos aqui – indo de títulos para PC e console até joguinhos mais simples para celular e navegador – mas uma coisa é inegável: em comparação ao mercado exterior, ainda temos muito chão pela frente. Esperançosamente, não por muito tempo, porque talento local nós temos de sobra. Prova disto é termos profissionais brasileiros trabalhando em estúdios nos quatro cantos do planeta.
Leia a matéria na íntegra na Revista Digital de hoje!
Além disto, nesta semana a íntegra das conversas com os profissionais entrevistados para esta matéria serão publicadas diariamente no Arcadia.
Passando o controle: Qual a sua impressão do mercado de criação de games no Brasil no momento, e como você vê seu futuro?




