Posts marcados com Dica

Embaixadores 3DS: chegaram os dez jogos grátis de Game Boy Advance

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É isso aí: Link e Ezlo chegam bem acompanhados ao 3DS

É isso aí, pessoal: acabou a espera dos Embaixadores 3DS pelos dez jogos grátis de Game Boy Advance como forma de agradecimento / compensação para aqueles que compraram o mais recente portátil da Nintendo antes de seu corte de preço.

Agora, vou te contar — desta vez, a Nintendo acertou muito a mão na seleção de títulos do GBA: F-Zero: Maximum VelocityFire Emblem: The Sacred StonesKirby & the Amazing MirrorThe Legend of Zelda: The Minish CapMario Kart: Super CircuitMario vs. Donkey KongMetroid FusionWarioWare, Inc: Mega Microgame$Wario Land 4Yoshi’s Island: Super Mario Advance 3.

Para baixá-los, basta seguir… bem, praticamente os mesmos passos de quando liberaram os jogos do Nintendinho:

  • abra o eShop;
  • nele, clique em “Configurações e opções”;
  • clique na opção “Títulos baixados”;
  • procure os jogos em meio à sua lista de downloads e clique “Baixar novamente”;
  • se você vai baixar todos de uma vez, enfileire-os com a opção “Baixar mais tarde” e deixe o 3DS em modo sleep;
  • LUCRO!

(Agora é hora de tirar o atraso e corrigir certas injustiças históricas, como não ter jogado Minish Cap direito.)

World of Warcraft: o caminho das pedras para cair matando em Azeroth

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Acredite: você não quer mexer com ela (sem saber o que está fazendo)

Então você passou anos sonhando com o dia em que World of Warcraft, o RPG online mais popular do planeta, chegaria oficialmente ao Brasil varonil? Pois esta longa espera acabou no dia 6 de dezembro de 2011, com o lançamento oficial do MMORPG da Blizzard e suas expansões (The Burning Crusade, Wrath of the Lich King e Cataclysm) totalmente localizadas ao português do nosso país. (…) Mas aí é aquilo: tem muita gente daqui que já jogava faz um tempão e você não quer ficar de fora da festa – e muito menos fazer feio frente aos veteranos, quiçá aos novatos.

Surpresa! Taí o primeiro de uma série de matérias que estou preparando para o Arena iG: Guia de Sobrevivência, oferecendo dicas e sugestões para alguns jogos de sucesso – algumas delas com declarações de especialistas no assunto. E como vocês podem ver acima, a estreia é com World of Warcraft, recém-lançado no Brasil. Leiam a versão completa no Arena!

LG Live Cinema 3D Game: Entre no campeonato e concorra a prêmios (aqui no blog também!)

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Esta TV 3D é apenas um dos prêmios do campeonato

Esta TV 3D é apenas um dos prêmios do campeonato

Se você quer mostrar ao mundo que é um fuzileiro espacial digno de fazer parte do esquadrão do Marcus Fenix, a reencarnação do Garrincha (ou seu craque favorito do gramado) ou um discípulo do Sub-Zero e alegria do Lin Kuei, sua chance está chegando. Vem aí o LG Live Cinema 3D Game, o primeiro campeonato de games inteiramente em 3D no Brasil. Continue lendo e você saberá como pode concorrer ao Kinect aqui no blog!

Você se garante em Gears of War 3, FIFA 11 e Mortal Kombat e tem o necessário pra deixar seus rivais comendo poeira? Se você mora ou pode se deslocar com facilidade pro Rio de Janeiro ou São Paulo, se inscrever neste evento é uma grande pedida. As rodadas acontecerão entre os dias 11 e 23 de outubro, e a grande final acontecerá em São Paulo. Vale notar que as inscrições para a fase carioca valem até dia 10 de outubro, e as da fase paulistana vão até 19 de outubro. Você pode ver mais detalhes no regulamento oficial.

Os jogadores concorrem a vários prêmios, como televisores 3D, kits do Xbox 360 com quatro jogos (Forza Motorsport 4, Kinect Sports Season 2, The Gunstringer + Fruit Ninja Kinect e Dance Central 2), celulares Optimus One… e dinheiro, é claro! :) Para ver a lista completa de jogos e prêmios do campeonato, é só visitar o site oficial.

Xbox 360 com Kinect e cinco jogos estão entre os prêmios dos campeões

Xbox 360 com Kinect e cinco jogos estão entre os prêmios dos campeões

Curtiu a ideia? Os brindes não acabaram… a LG lançou a Batalha dos Blogueiros, e se você curte este blog, eis aí a chance de ajudar a mim e a um leitor sortudo (você, talvez?). O blog que garantir mais inscrições para o campeonato ganhará um monitor 3D. Eu quero um monitor 3D e me comprometo a analisá-lo para fins de jogatina aqui no blog.

“Mas e os leitores? Não ganham nada? Seu patife!”, você pergunta. Calma! É claro que você não será esquecido! A LG gentilmente cederá um Microsoft Kinect para sortear entre todos os leitores do blog. É isso aí: se o blog do Jigu ganhar, os leitores ainda podem concorrer a este novo e incrível controle para o Xbox 360, que tem jogos no Brasil a preços bem convidativos.

Você quer um Kinect e vai se inscrever, certo? Então não deixe de citar que o blog do Jigu te indicou no formulário. Então mãos à obra, soldados / futebolistas / lutadores!

Você quer ser o controle, né? Então já sabe...

Que vença o melhor, e boa sorte a todos!

Semana boa pros durangos: Zelda, Broken Sword e City of Heroes grátis

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Um Link só? Acho pouco. Chame mais três

Um Link só? Acho pouco. Chame mais três

Esta é uma semana incrível para quem está sem grana no fim de mês. Para quem tem o Nintendo DSi ou 3DS, foi disponibilizado – um dia antes da atualização semanal de conteúdo – The Legend of Zelda: Four Swords Anniversary Edition, remake do divertido multiplayer. Além de jogar via wireless desta vez, esta versão tem novas fases e campanha singleplayer. Para baixar, é só visitar o DSi Shop / eShop.

O que um americano faz em Paris? Se enrola com templários

O que um americano faz em Paris? Se enrola com templários

Para quem joga no PC, a Good Old Games comemora os 6 milhões de downloads com um presente para seus usuários: a versão do diretor de Broken Sword: Shadow of the Templars, um adventure da Revolution Software repleto de mistérios e conspirações. Vale lembrar que esta edição oferecida no GOG tem material exclusivo! Se você curte o gênero, vale o download.

Você pode ser um herói único (como qualquer outro)

Você pode ser um herói único (como qualquer outro)

Já os fãs de RPGs online e super-heróis dos quadrinhos com a carteira mais leve curtirão saber que a NCsoft anunciou City of Heroes: Freedom, versão free-to-play daquele MMO. Claro, neste aqui ainda tem o lance de micropagamentos e mensalidades para quem preferir algumas vantagens, como campanhas exclusivas… Mas ainda assim, o que você está esperando? É grátis!

Embaixador 3DS: seus jogos grátis de NES já chegaram

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Mario em 3D - fan art

Seria maneiro se fosse assim...

Então você é um Embaixador 3DS – isto é, comprou o mais recente portátil da Nintendo e acessou a loja virtual dele antes do corte oficial de preço – e sabe que tem direito ao download grátis de 20 jogos (metade do Nintendinho, metade do Game Boy Advance)? O lançamento dos jogos de NES estava marcado para amanhã, primeiro de setembro, mas os jogos já estão lá! Se você está com pressa, baixá-los é simples:

  • abra o eShop;
  • nele, clique em “Configurações e opções”;
  • clique na opção “Títulos baixados”;
  • procure os jogos em meio à sua lista de downloads e clique “Baixar novamente”;
  • LUCRO!

Vale notar que não só os dez jogos do NES (Super Mario Bros., Metroid, The Legend of Zelda, Zelda II: The Adventure of Link, Donkey Kong Jr.YoshiIce Climbers, Balloon FightWrecking Crew e NES Open Tournament Golf) estão disponíveis, como também um aplicativo do Embaixador 3DS. Este serve para notificar quando os jogos de GBA sairão – até agora, um vago “até o final de 2011″.

(Particularmente, mal posso esperar para rejogar Metroid Fusion.)

Octodad 2: A vontade do polvo foi realizada!

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Young Horses, os criadores de Octodad

Se lembra que outro dia comentei por aqui a iniciativa do estúdio Young Horses, que queria garantir fundos para a produção de Octodad 2? Pois é: faltando quatro dias para o fim da empreitada, o valor de US$ 20 mil foi alcançado! Isso mesmo: o jogo será lançado, e a grana extra vai ajudar o novo estúdio a levar o projeto para outras plataformas.

Como agradecimento, eles disponibilizaram uma nova versão do Octodad original. Com duas fases extras, a versão 1.5 para o PC está disponível no site oficial do jogo (mas se você já tem a versão anterior no computador, desinstale-a; segundo os caras, é para evitar alguns probleminhas decorrentes da instalação por cima da antiga). Usuários do Mac poderão baixá-lo em setembro.

Conseguir o apoio da galera – ainda mais para um jogo de proposta tão inusitada e atípica – é uma grande vitória para o grupo, e parece provar que a ideia deles não era de todo bizarra. Quero dizer, é bizarra, mas do tipo que parte dos jogadores quer ver. Na torcida por aqui, rapazes!

Music City: Olha o convite pro jogo nacional de Facebook! Quem vai?

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Music City

O sempre alerta Beto Largman mandou a dica, e fui conferir a fase beta do Music City, jogo social da Gazeus para o Facebook. Feito aqui no Brasil, o jogo combina elementos de jogos de ritmo – como bem disse uma amiga minha, “é um Guitar Hero social?” – e customização de personagem, cenário e instrumentos. As músicas são licenciadas, então pode procurar sua favorita para brilhar no palco.

Claro, como é um jogo para o Facebook, contar com a ajuda dos amigos é vital. Eis o lance: a Gazeus liberou 100 convites aqui para o blog. Boa, hein?

Seguinte: se você quer ver qual é a do jogo (e ainda ajudar os desenvolvedores a dar os retoques finais, se for o caso), é simples: site a página do Music City e use a senha jigu321gazeus para jogar. Agora você pode realizar seu sonho de tocar “Adocica” “Enter Sandman” para uma plateia empolgada!

Promo no Arcadia dará pacote de jogos indies

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Pra não dizer que eu não avisei por aqui, hein?

Os organizadores do Indie Love Bundle gentilmente cederam ao Arcadia três destes pacotes para sorteio aqui no blog: o grande vencedor leva o Mega-Love Bundle, com os doze jogos: além disto, mais dois serão sorteados e levarão os pacotes avulsos.

Caiam dentro! :)

Viva o projeto Jogo Justo!

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Na tarde de hoje, começa a campanha para promover o projeto Jogo Justo. Criado por Moacyr Alves (leia minha entrevista com ele no Arcadia), o objetivo deste é reduzir as taxas para jogos eletrônicos. Indo pra frente, podemos ter jogos e consoles mais baratos nas lojas – além de abrir espaço para as empresas virem ao Brasil, aquecendo o mercado e a indústria.

Dê seu apoio visitando o site oficial e ajudando a emplacar a tag #jogojusto no Twitter. :)

Sleep is Death: para quem tem histórias a contar

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Sleep Is Death

O game designer americano Jason Rohrer – um dos queridinhos da cena independente por ter criado Passage, que em duas partidas de cinco minutos passa uma mensagem bem intrigante – já fechou as reservas com desconto para Sleep Is Death (Geisterfahrer), seu mais novo projeto para computadores. Para quem não conhece, não se trata de um jogo em seu senso mais tradicional… afinal, não existem regras, sistemas de pontos, ou mesmo objetivos definidos por ele próprio. O elemento interessante do projeto é incentivar a criação de conteúdo – cenários, itens, personagens – e a narrativa experimentada por dois usuários simultaneamente: um hospeda a partida, enquanto o visitante interage com as criações de seu anfitrião.

De certa forma, isto me faz lembrar um bocado daquela época em que eu ainda jogava minhas partidas de RPG (saudosos AD&D, Shadowrun e Call of Cthulhu!), quando o mestre do jogo inventava todo um cenário, situações, inimigos, armadilhas e afins para que seus jogadores encarassem o desafio. A diferença de Sleep is Death é que a experiência só envolve dois participantes por vez (tanto é que comprar uma licença do game permite o download do mesmo por duas pessoas) e o bom fluxo dela fica a cargo da criatividade do anfitrião… não só na criação dos cenários, como também no jogo de cintura em relação às interações desejadas pelo seu visitante.

Afinal, nunca se sabe o que o jogador vai querer improvisar  ou tentar algo não previsto antes… vai que ele decide conversar com a estante, por exemplo? O mestre pode dizer, com um personagem humano: “Você está louco? Estantes não falam!”… ou fazer com que a estante responda com a mesmíssima frase. Ou até mesmo o cachorro, vai saber… A química entre mestre e jogador é que vai dizer se tal partida rendeu ou não – isto e o jogo de cintura do contador de histórias da vez.

O estilo audiovisual é simplista; enquanto SID vem com um conjunto padrão de cenários, personagens e objetos, o programa inclui um editor de tiles de 16 por 16 pixels. Isto é, uma pessoa com mais disposição e tempo livre para fazer pixel art mais detalhada poderá fazê-lo; aqueles com mais preguiça disto poderão se virar com o que vem de fábrica. De qualquer maneira, toda partida faz com que o visitante junte as artes novas ao seu acervo local. Particularmente, prevejo parte da comunidade de jogadores recriando personagens das eras 8-bit e 16-bit no editor… ou pelo menos usando os mapinhas de pixels como referência. Eu faria. :P Além disto, também há um editor de melodias em loop com três instrumentos diferentes – e a mesma regra do compartilhamento de recursos entre hóspede e anfitrião se aplica.

De qualquer forma, da minha parca experiência até o momento com Sleep is Death, notei que a falta de um recurso na edição oferecida poderia atrapalhar as partidas em questão: a ausência de um sistema centralizado de servidores a partir do próprio programa, para assim encontrar novas partidas. Felizmente, já tem uma galera fazendo isto no site comunitário SIDTube, marcando partidas, compartilhando historinhas acontecidas – pois é, o jogo gera uma sequência de páginas em HTML e as imagens de cada história para que os jogadores as compartilhem na web. Por fim, Rohrer disponibilizou uma série de tutoriais em vídeo para os aspirantes a contadores de histórias.

Além disto, vale notar que Rohrer lançou hoje o Amazing Story Contest, um concurso-relâmpago para aqueles que já têm o jogo: valendo US$ 200, os participantes têm até a meia-noite do dia 15 de abril (falei que era rápido!) para criar, hospedar e desenrolar uma história – só vale conteúdo original, incluindo as partes gráfica e sonora – com princípio, meio e fim… a história considerada mais interessante ganhará o prêmio e será revelada no site oficial.

Passando o controle: LittleBigPlanet, Guitar Hero e seu GH Tunes, WarioWare D.I.Y., Kodu Game Lab… qual a sua impressão sobre esta atenção dada pelas desenvolvedoras de jogos eletrônicos e afins ao conteúdo criado pelo usuário? Você prefere criar, ver as criações dos outros, um pouco de cada?

SUP: Campanha Imposto Justo Para Video Games

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Campanha Imposto Justo para Videogames

Uncle Gamepad Wants You!

Uma das razões pela qual o mercado nacional de games demora a engrenar como deveria no Brasil é a pesadíssima e equivocada carga tributária que é aplicada a consoles, portáteis, seus jogos e acessórios. É isto que faz com que estes produtos acabem chegando no país a mais que o dobro do preço no mercado… e o resultado é o que se vê por aí: consoles vendidos no mercado informal (sem garantia ou amparo das fabricantes), a proliferação de jogos piratas (sejam comercializados ou obtidos grauitamente, tirando vantagem de modificações nos consoles e tal), e por aí vai.

É óbvio que isto é danoso para todos. Não só os consumidores: comerciantes, distribuidoras, desenvolvedoras de jogos… e a própria economia do país. Basta ver o caso do México, cujo mercado expandiu bastante ao aliviar a carga tributária.

Já está bem claro que os brasileiros gostam de videogames, mas este obstáculo das taxas elevadas impede qualquer avanço mais significativo em todas as escalas. É por conta disto que foi anunciada a Campanha Imposto Justo Para Video Games, iniciativa online lançada nesta semana durante o evento Gameworld (aliás, veja aqui as impressões do Miyazawa-san). As assinaturas dos participantes serão enviadas ao congresso para que a aprovação do projeto de lei 300/07 – do então deputado catarinense Carlito Merss – saia do papel, também desonerando mais produtos de informática.

Faça sua parte: passe no site, leia o manifesto, assine-o (assim mandando seu recado ao relator, o deputado Antonio Palocci), e mostre que esta lei há dois anos no limbo pode beneficiar a todos caso seja… “caso seja”, não; quando for aprovada. E não deixe de divulgar!

Passando o controle: Que vantagens você, em particular, vê em ter jogos e consoles baratos no Brasil em caráter oficial?

SUP: Nicalis sorteará remake de Cave Story até dia 31

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Cave Story (WiiWare)

Não tem muito tempo que citei por aqui que Cave Story (no original, Doukutsu Monogatari), um jogo freeware para o PC, estava prestes a receber um remake bacana para o WiiWare. Eis que a Nicalis, produtora / distribuidora desta edição, lançou uma promoção via Twitter valendo cópias do jogo que chega hoje ao Shop Channel. Para isto, basta adicioná-los em sua lista de contatos no Wii (3571 3540 3808 3416) e postar a seguinte frase no Twitter a partir das 13h de hoje até o dia 31:

#cavestory is available on Wii and I want it now! My friend code WWWW XXXX YYYY ZZZZ! Now gimme my Cave Story! @nicalis

Obviamente, tem que trocar o código acima pelo Friend Code do seu console – e deixar sua configuração do console para Estados Unidos (mesmo porque, neste caso, só faz diferença em relação a poder enviar e receber jogos de presente). Enfim, a galera da Nicalis sorteará duas cópias do game diariamente até o fim do mês, aí é tentar a sorte e mandar pelo menos uma mensagem destas por dia até lá. Para mais detalhes sobre a promo, visite o blog oficial da Nicalis.

O quê? Você não conhece o Cave Story original? Não seja por isso: baixe-o no site oficial e depois compare-o com a nova versão…

Passando o controle: Você tem algum queridinho da cena freeware que virou – ou que vai virar – jogo completo? Qual?

Jogos baratos para videogame não são um mito

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[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]

Enquanto eu trabalho daqui de casa, vez por outra pipoca o chat coletivo com os usuários do FinalBoss no MSN. Uma das piadinhas recorrentes quando o assunto é “como comprar jogos originais a um preço decente?” – em oposição a “como comprar jogos originais a preços que não sejam caríssimos?” – é a minha listinha de lojas de confiança na gringa. Já zoei os caras, falando que ia preparar um macro para postar a listinha sempre que perguntassem… Talvez agora eu os indique para este post aqui!

Particularmente, minha favorita é a canadense VideoGamesPlus, que já recomendei antes. A postagem é barata, quase nunca tributam – mesmo porque eles costumam postar a partir de pessoa física – e os preços são condizentes com o mercado. Outras opções bacanas são a eStarland e a CDUniverse (é, eles não vendem música e filmes), mas no caso destas é possível que caia nas graças da tributação aqui, pois as encomendas vêm no nome das lojas… aí já viu: buscar no correio e pagar o valor escolhido pela alfândega para poder retirar sua encomenda.

Também ouço falar muito bem da britânica ShopTo e da asiática HK Offer House; a primeira é em libras, mas se considerarmos que jogos de sistemas como o PlayStation 3, Nintendo DS e PSP não têm bloqueio de região – isto é, jogos comprados em qualquer lugar poderão rodar em qualquer console ou portátil, não importa a região onde foi comprado – eles costumam ter ofertas beeeeem bacanas. Ainda sobre benefícios do region-free, a Play-Asia é outra que costuma realizar boas ofertas – e no caso do Xbox 360, alguns jogos têm todo o conteúdo do ocidente (incluindo os idiomas, né?), há uma tabelinha indicando em que versões do console o jogo roda – e vez por outra a preços ainda mais em conta.

Outra jogada legal é cair dentro dos usados, ainda mais quando vêm em bom estado de conservação… que é o que costumo fazer quando compro na SecondSpin. Não contente em vir relativamente rápido, dificilmente tributam, e ainda por cima eles costumam realizar promoções ocasionais por e-mail e no Twitter. Postagem grátis a partir de certo valor, descontos na quantidade, esse tipo de coisa.

E para fechar a tampa das dicas, o Gamecards 24 x 7 se revelou uma grata surpresa em se tratando de comprar cartões de pontos para os consoles. O preço é bom (pelo menos para o que podemos fazer sem suporte oficial da Xbox Live ou PlayStation Network até agora), e a entrega é imediata no site após o registro.

Portanto, vamos parar com a desculpinha “os jogos estão caros”. É tudo questão de saber onde (e como) comprar. Não tem cartão internacional? De repente você tem um amigo que tenha, e se ele também tiver videogames, passe a bola. Só é bom lembrar de não pedir caixas muito grandes, pois chamam a atenção da galera que tributa… aí, amigos, boa sorte.

[Em um comentário no post original, o leitor Intentor confirmou que a eStarland também envia encomendas como pessoa física a pedido do cliente, assim reduzindo a chance de tributação - além de vir tudo em uma embalagem discreta. Valeu a dica, Intentor!]

Compre um PS3 Slim, mas respeite seu dinheiro

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[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]

(eu já estava para escrever este post faz tempo, e me bateu a vontade de escrevê-lo de novo depois de ler a ridícula declaração das lojas daqui aos parceiros do UOL Jogos.)

Quando anunciaram o PlayStation 3 nos Estados Unidos, os US$ 600 foram motivo de piada por um bom tempo. Nem mesmo os fãs mais ferrenhos da marca pensaram em comprá-lo de imediato, ou mesmo no médio prazo – ao menos aqueles que não tentaram tapar o sol com a peneira afirmando coisas como: “ah, mas é um sistema caro”, “ah, o preço é esse mesmo”, “não é pra todo mundo”, e aí por diante. A combinação da gigantesca base instalada do PS2 com a arrogância teve seu preço para a Sony: comer poeira do Wii e do Xbox 360 nas vendas mensais de hardware por muito tempo.

Felizmente, parte da estratégia da empresa mostrou ao que veio com o tempo, seja por razões da própria ou pelas tendências da indústria. A propagação dos televisores em alta definição, a eventual vitória do formato Blu-ray sobre o HD-DVD para os (então) novos discos de alta capacidade, e a esperada redução no custo de fabricação dos componentes… tudo isto fez com que a percepção do PS3 para os gamers tenha melhorado bastante. Isso e os jogos exclusivos de peso, né? “Uncharted: Drake’s Fortune”, “Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots”, “Killzone 2″, os dois “Resistance”… sem contar que os filmes em alta ficam maneiríssimos.

Mas se botarmos na ponta do lápis, o malfadado preço elevado de estreia – como bem disse alguém no NeoGAF, “US$ 600 é a lancheira roxa desta geração, porque esse é o estigma que vai sempre ser lembrado” – já tem quase três anos. Vários modelos novos do PS3 apareceram, tirando a retrocompatibilidade (o que acho um senhor equívoco, mas isto fica pra outro post, quem sabe um dia…), trocando os tamanhos do HD, a troca do controle Sixaxis para o DualShock 3 e os jogos que vêm de fábrica… até que em agosto de 2009, veio o tão desejado corte de preço. Tanto o modelo antigo quanto o novo – mais compacto e econômico – custam US$ 299. Isto é, metade do preço original… no que pensei: “agora, sim, vai”.

PS3 Slim

Pouco antes do preço ser revelado, certas lojas online brasileiras – tipo Submarino e Americanas – tinham cortado o preço do anterior para R$ 1.300, R$ 1.200. Ainda bem que não sou de comprar no impulso! Daí do topo da minha inocência questionei se o preço do novo modelo seria razoável, já que o valor “derrubado” se aplicava aos modelos vendidos nos Estados Unidos por US$ 400…

Uma ova. Mesmo mais barato, mais leve e menos volumoso, o aparelho custa R$ 2.000 nestas lojas. Acho que é seguro dizer que importá-lo diretamente é mais negócio do que comprar neles.

Assim que anunciaram o preço, fui conferir na VideoGamesPlus – loja no Canadá onde compro meus jogos desde 2004 – quanto sairia pra comprar o aparelho e enviá-lo para o Brasil. Serei bem pessimista e arredondarei valores redondos pra cima e o dólar a R$ 2. Com a conversão do dólar canadense, o console caiu para US$ 263… e a postagem fica em US$ 175, pois eles só mandam hardware pela DHL, chegando em 2-4 dias úteis. Estes dois valores ficam no seu cartão de crédito internacional; ao receber na sua casa, tem que pagar em reais os 60% de importação e o ICMS (não sei ao certo se é 17% ou 18%, chutemos no valor mais alto) sobre o valor do produto, a postagem fica fora deste cálculo. A importação sairia por R$ 315, e o ICMS por R$ 96.

Comprando nesta loja canadense que falei, com o console um pouco mais barato que nos EUA, tudo junto sai por R$ 1.287 (sendo que R$ 411 disto você paga na porta da sua casa, o resto vem no cartão). Se você não vai comprar na loja que falei e achar alguma nos EUA que envie pra cá, beleza: refazendo as contas para o valor americano de US$ 300 – e usando o mesmo valor e serviço de postagem, porque este eu não descobri com facilidade – este total muda para R$ 1.418, e embutido neste valor estão os R$ 468 você pagaria ao receber na sua casa, sem ter que buscar nada em lugar nenhum.

No fim das contas, depende do consumidor decidir se a diferença que flutua de 500 a 700 reais vale o esforço, considerando que a parada chega na sua casa em menos de uma semana útil. Enquanto aqui rola dividir no cartão a perder de vista (ma non troppo) e a garantia local caso quebre, a dor no bolso é bem mais sensível… é aquilo: quero um player de Blu-ray, quero alguns exclusivos do PS3 – como “Heavy Rain” – mas meu dinheiro não dá em árvore. E mesmo se desse…

Réquiem para uma memória flash

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[Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]

Quem nunca perdeu seus arquivos por conta de um HD capotando nas horas mais inapropriadas? Ou mesmo se tocou que teria sido uma boa idéia fazer o backup do seu material… um dia antes? Pois é… há toda uma sensação de impotência frente a uma calamidade pessoal dessas. Fica até difícil decidir qual a pior situação: perder uma quantidade de dados enorme o suficiente para que você se lembre das coisas que foram pro limbo à medida que o tempo passa, ou algo mais compacto tomar chá de sumiço e você saber de cara quais foram as vítimas da vez.

Ainda bem que agora existe um monte de serviços online de armazenamento (desde paradas sui generis para qualquer arquivo a outras mais específicas, como o Flickr para fotos e vídeos)…. mas com as mídias virgens cada vez mais em conta, fica até feio não fazer este tipo de cópia de segurança com mais freqüência — mesmo que não seja especificamente a forma mais segura de fazê-lo; afinal de contas, CDs e DVDs também têm vida útil… aí você periga ficar naquelas de fazer o backup do backup.

O pior de tudo é que a razão por trás deste post é por uma situação que não é solucionável pelas dicas acima: vários saves do meu cartão de memória do GameCube foram corrompidos de uma hora pra outra! Sei lá como, e sinceramente prefiro nem imaginar demais. Não é nem pelos jogos que já venci e tinha aquele save maneiro, não… é por conta de um que eu ainda não tive a oportunidade de vencer: o RPG Baten Kaitos Origins. Cinquenta horas de campanha, duas batalhas particularmente impossíveis (hipérboles à parte), toneladas de exploração… tudo pra vala. E como save de GC só vai para outro save de GC, já viu…

Ccuriosamente, algo similar aconteceu comigo no primeiro Baten Kaitos. Prefiro não achar que é caveira-de-burro da série, porque eu acabei de comprar outro cartão — e um gamepad branco bonitinho da Nintendo, com cabo mais longo, direto da Play-Asia — e já voltei a jogar…

… e agora faltam apenas 47 horas para alcançar o ponto onde eu estava.

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