Posts marcados com Análise
FreakyForms apresenta: o planeta do Doutor Moreau
0Vivemos em uma época em que o espectador não é meramente passivo. Na real, não é de hoje que o compartilhamento de conteúdo criado pelo usuário é a menina dos olhos de certas produtoras de games – seja de uma forma leve, como a customização de carros para partidas online de Forza Motorsport, ou mesmo algo que tem nesta função sua razão de ser, como a criação de fases de LittleBigPlanet. Agora, chegou a vez dos jogadores do 3DS demonstrarem sua criatividade com FreakyForms: Your Creations, Alive!
Pois é: agora é a Nintendo que está atacando de conteúdo gerado pelo usuário no 3DS. Leia minha análise completa de FreakyForms: Your Creations, Alive! no TechTudo.
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The War of the Worlds: até o H.G. Wells curtiria
0A trama é apresentada de um ponto de vista um tanto diferente do visto no filme de 1953. Ao retornar para Londres no final do século XIX, o protagonista a vê devastada pela chegada de invasores espaciais hostis. Seguindo a escolinha de Out of This World, Flashback e Prince of Persia, temos uma boa combinação de ação, plataforma e furtividade – afinal de contas, Arthur não é um fuzileiro espacial, e sim um sujeito normal…
Taí uma prova de que nem toda adaptação de livro ou filme para os videogames vira tranqueira. O fato de não sair na rebarba do lançamento de algo recente ajuda, mesmo que isso não seja algo 100% eficaz. Enfim, eis aí minha análise completa de The War of the Worlds para o TechTudo.
Sequence: músicas para detonar a oposição
0Em Sequence, disponível para PC e Xbox Live Indie Games, a produtora independente Iridium Studios fez uma combinação similar ao do exemplo acima: a mistura do dia é a de RPG com jogos de ritmo – o primeiro a vir à cabeça é Dance Dance Revolution, mas também é possível jogar com controles de Guitar Hero / Rock Band.. e, naturalmente, gamepads, teclado e mouse. Parece esquisito? Em primeira impressão, é normal o estranhamento… mas funciona!
O que poderia parecer uma mistura esdrúxula – os jogos de ritmo e os RPGs – se revelou um formato bacana graças ao esforço da Iridium. Leia minha análise completa de Sequence no TechTudo, e saiba que o ingresso vale o show.
BurgerTime: World Tour não reinventa o hambúrguer (e nem precisa)
0Certos clássicos precisam ser relembrados, às vezes até mesmo para saber se aqueles óculos rosados da nostalgia não o fazem parecer melhores do que realmente eram na época. Na minha tenra infância, um dos jogos que mais me divertiam era BurgerTime. Lançado em 1982 pela Data East, este tinha um pouco daquele clima surreal dos jogos da época: um cozinheiro que precisava montar hambúrgueres gigantes enquanto fugia de ingredientes ambulantes e raivosos. Ah, os anos 80…
… e aí a Konami e a Monkey Paw Games revisitam a série com BurgerTime: World Tour, vendido por download nos consoles e dando aquela incrementada na receita original. Leia minha análise completa do jogo para o TechTudo.
Ugly Americans: Apocalypsegeddon não é o fim do mundo, mas quase
0Exibida no Brasil na VH1, a animação Ugly Americans mostra uma versão alternativa de Nova York onde humanos, feiticeiros, demônios, zumbis e mais criaturas fantásticas tentam conviver em harmonia – e vez por outras dão um trabalhão para o Departamento de Integração. Em Apocalypsegeddon, quatro personagens do desenho – o assistente social Mark Lilly, a diabinha Callie Maggotbone, o policial Frank Grimes e o mago Leonard Powers – encaram uma dessas, unindo forças para desvendar quem está tentando trazer o fim dos tempos.
Adoro o desenho Ugly Americans e fiquei feliz ao saber que um jogo estava a caminho – pena que o produto final não é tudo o que eu esperava. Mas é ruim? Nah, mas poderia ser melhor. Leia minha análise completa de Apocalypsegeddon no TechTudo e entenda qual é.
The Binding of Isaac: uma infância nem um pouco feliz
0Além da dificuldade elevadíssima (e de mais de dez finais diferentes), a natureza aleatória do jogo garante sua longevidade. Mesmo porque vencê-lo uma vez torna a partida seguinte mais difícil, com mais áreas para chegar antes do combate final com o oponente mais óbvio do universo. É o tipo de experiência que vale revisitar: há uma recompensa em explorar o máximo de salas e segredos possível para aumentar sua chance de não morrer miseravelmente antes – afinal, Isaac só tem uma vida. Morreu? Volte ao começo. Quem sabe da próxima vez você devesse ter aceito aquele pacto com Baphomet? Até mesmo oportunidades únicas de vender a alma ao capiroto aparecem neste jogo.
Como é que um jogo de US$ 5 feito em Flash pode ser tão bom? Quem sou eu pra responder? Melhor perguntar para o Edmund McMillen e o Florian Himsl, porque eles fizeram e conseguiram com muito sucesso. Leia minha análise completa de The Binding of Isaac no TechTudo.
Dungeon Defenders: muito mais do que tower defense
0Além de seguir a atual tendência de colocar o jogador em movimento na área que precisa ser defendida – isto é, direto na linha de frente -, DD é surpreendentemente profundo. Como se não bastasse a variedade de classes, o jogador pode evoluir seu personagem tal qual em um RPG tradicional, melhorando seus atributos. E não termina por aí: os itens também podem receber upgrades, e aí cabe ao jogador balancear, por exemplo, qual espada vale mais: a que causa mais dano, ou a mais propensa à customização?
A Trendy Entertainment está de parabéns. Olha que os estúdios que têm se inspirado neste gênero andam trabalhando duro para sobressaírem – como o hilário Orcs Must Die! -, mas Dungeon Defenders parece um sério candidato ao melhor do ano na categoria. Leia a análise completa no TechTudo!
Serious Sam: Double D deve ser o jogo favorito do Xzibit
0Jogadores de PC com mais cabelos brancos na cabeça devem se lembrar de Abuse, jogo de tiroteio 2D no qual a mira era com o mouse – e se pensarmos nos padrões atuais, combina direitinho com o esquema de duas alavancas analógicas no gamepad. Serious Sam: Double D segue o mesmo estilo, colocando o herói de jeans e camisa branca contra um mundo de inimigos – tanto os clássicos, como os Gnaars, quanto inéditos, como as mulheres gigantes kamikaze sem cabeça e de topless… mas com bombas na frente.
Sinceramente? Tô curtindo a maneira como Serious Sam está se alastrando por outros gêneros fora do FPS. Leia a análise completa de Serious Sam: Double D no TechTudo, e cuidado com os Vuvuzelators!
Rock of Ages: em algum lugar, Terry Gilliam verte uma lágrima
0Quarenta e dois anos depois, o estúdio chileno ACE Team lança Rock of Ages; mesmo se não houvesse uma influência declarada das intervenções animadas de Gilliam, não dá para evitar a impressão de que o jogo não seria tão “Pythonesco” se fosse feito pelos próprios. E isto não é uma reclamação: se tanto, parece uma grande homenagem ao trabalho de Gilliam – e, indiretamente, ao Monty Python – em forma de jogo eletrônico.
E não é que a ACE Team conseguiu juntar dois favoritos meus – Marble Madness e Monty Python’s Flying Circus – em jogo só? Leia a análise completa de Rock of Ages no TechTudo.
Toy Soldiers: Cold War: nostalgia 80s, tiroteio e bonequinhos de plástico
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Toy Soldiers: Cold War, o segundo jogo da série, puxa uma nostalgia que parece mais adequada à geração que cresceu jogando videogame. No lugar dos soldadinhos de chumbo, veículos e dioramas da Primeira Guerra Mundial apresentados em seu antecessor, desta vez o tema é a Guerra Fria. Até mesmo a arte do título tem um visual que lembra Comandos em Ação, com heróis que remetem ao Rambo e Ivan Drago (no caso, EUA e União Soviética).
Eis aí minha primeira análise para o TechTudo: mandando ainda melhor que seu antecessor, Toy Soldiers: Cold War é pra quem cresceu nos anos 80 e gostava de Comandos em Ação. Leia a análise completa!
O mistério acabou, episódio #1: olá, TechTudo!
4Há pouco mais de um mês, comentei aqui no blog que eu estava envolvido em três projetos diferentes. Está na hora de alguns mistérios acabarem, né? Mas antes, vamos ao momento “boas notícias” vs. “más notícias”.
As boas é que as três mencionadas por mim naquele post já podem vir à tona! As más é que uma delas ainda será um tanto misteriosa no contexto… e que mais dois projetos misteriosos apareceram neste meio-tempo!
(Pensando bem, só é “má notícia” para aqueles propensos à curiosidade profunda… por mim, tá é ótimo!
)
Então vamos nessa: a primeira é que agora sou um dos mais novos colaboradores do TechTudo, o portal de tecnologia da Globo.com! Participarei com análises de jogos (algumas já estão encaminhadas, inclusive), entrevistas e mais artigos interessantes.
Como é de costume, sempre avisarei por aqui quando novo material meu for ao ar por lá – e sim, também estarão devidamente linkados no meu perfil por lá.
O que está acontecendo com o Jigu, hein?
4Aproveitando o finalzinho deste domingo em São Paulo – vim acompanhar minha namorada em um curso e também para visitar meus amigos – ando pensando que este blog aqui andou meio devagar estes dias.
Dependendo do ponto de vista, isto pode ser um bom ou mau sinal, mas por via das dúvidas me parece bom esclarecer a quem vem ao blog o que está rolando por aqui.
Enquanto não pinta aqueeeela oportunidade de emprego bacana, sigo explorando o fantástico mundo do trabalho freelance. No momento, estou envolvido em três projetos ligados a games:
- o primeiro deles, de um cliente externo que conheço bem, é na área de roteiro para uma iniciativa bem animal;
- o segundo é um projeto próprio em parceria com a Primeira Base envolvendo a produção de vídeo;
- o terceiro tem a ver com a área pela qual você provavelmente me conhece: resenhas de jogos.
Infelizmente, ainda não posso revelar detalhes específicos dos dois primeiros – mas tenha certeza de que assim que eu puder falar deles mais a fundo, vocês saberão por aqui.
Quanto ao terceiro, posso dizer com segurança que o material já está praticamente pronto, só faltando a resolução de algumas formalidades para que estes sejam publicados. Novamente: assim que o primeiro for ao ar, aviso aqui.
No mais, fique de olho neste espaço. Pela atenção, muito obrigado.
Child of Eden: overdose sensorial
0Evolução da humanidade, avanços tecnológicos e a luta pela sobrevivência são elementos que poderiam estar em qualquer game de tiroteio com soldados em reluzentes armaduras espaciais. Ainda bem que Child of Eden, mais nova produção da produtora japonesa Q Entertainment (fundada pelo criativo designer Tetsuya Mizuguchi), passa bem longe desse exemplo (…)
[leia a versão digital no site da Rolling Stone Brasil]
Super Street Fighter IV: 3D Edition traz o poder do haduko* ao seu bolso
0Street Fighter IV mexeu com o coração daqueles que moravam no fliperama na época de Street Fighter II. Além de trazer o elenco de lutadores do clássico de 1991, a Capcom mandou bem em manter a lógica de luta 2D adaptando os personagens a um visual 3D incrível. Nada daquelas sandices de Street Fighter EX (por mais que na época tenha me divertido). (…) Super Street Fighter IV trazia melhorias suficientes para que não fosse uma mera expansão de conteúdo por download, além de mais personagens. Agora é a vez do Nintendo 3DS receber esta edição do jogo de luta desta série que dispensa apresentações.
Promessa é dívida: taí o review que estava no limbo! E sim, Super Street Fighter IV: 3D Edition é uma ótima pedida pro 3DS. Leia minha crítica do jogo no Arena Turbo!
* sim, eu sei que é “hadouken”.
Duke Nukem Forever: rindo com ele, ou dele?
0Após atribulados 12 anos de desenvolvimento (incluindo aí uma dança das cadeiras entre diferentes estúdios e processos judiciais), Duke Nukem voltou a protagonizar um game. Sendo realista, é impossível que um título tão conturbado como Duke Nukem Forever cumpra as expectativas.
[leia a versão digital no site da Rolling Stone Brasil]
















