Posts marcados com 3DS
Cobrindo a E3 2012… para o site e O Globo, heh
2No finalzinho de maio, fui convocado para reforçar a equipe da Digital & Mídia, a seção de tecnologia do jornal O Globo. Minha primeira matéria para o impresso foi, naturalmente, sobre a E3 2012 – esta que você vê acima.
Enquanto esta matéria que chegou nas bancas só pôde abranger o que apareceu até a noite de segunda-feira, cobri as três conferências da fabricante para a versão online. Eis os links:
- E3 2012: Microsoft foca no Kinect e conexão entre dispositivos
- E3 2012: Sony traz sequências de séries consagradas e surpresas
- E3 2012: Nintendo mostra jogos do Wii U
Mais pra frente eu comento o que achei do evento propriamente dito…
Post-Review: Kid Icarus: Uprising
0Existem alguns elementos de narrativa que sempre me divertem, e um deles é a quebra da quarta parede – sabe como é, quando uma obra dialoga diretamente com o espectador, ou mesmo quando um trabalho de ficção deixa bem claro que “sabe” muito bem a natureza de sua existência. Chega a ser engraçado pensar que Kid Icarus: Uprising, um dos jogos que eu mais esperava neste ano, não só brinca com isso como parece ser um enorme tributo à história da própria Nintendo – e mostra como mesmo um personagem menor consegue fazer ondulações.
Agora que terminei, posso comentar com propriedade – e se você prefere evitar certos spoilers, fique avisado: vai ser difícil, senão impossível, esquivar deles desta vez. Mas só depois do vídeo abaixo…
The Binding of Isaac não sairá mais para o 3DS; a culpa é de quem?
0The Binding of Isaac foi uma das maiores surpresas que tive no ano passado. Criado por Edmund McMillen (designer e um dos autores de Super Meat Boy, outro queridinho indie) e Florian Himsl, o jogo no estilo rogue era inspirado pela passagem homônima do Velho Testamento – mas desta vez, você controla o filho que foge do parente que tenta sacrificá-lo ao ouvir vozes divinas. Se você não jogou, aproveita que tá baratinho no Steam – e se estiver indeciso, leia minha análise.
Fiquei muito feliz quando soube da possibilidade de seu lançamento sair para o 3DS via eShop, pois é o tipo de jogo que eu certamente jogaria mais se o tivesse no bolso — sem contar que suas partidas de duração reduzida combinariam lindamente com isso. Qual não foi minha surpresa (na verdade, uma decepção) ao ver que o pobre Isaac foi vetado pela Nintendo por “ter conteúdo religioso questionável“. McMillen se saiu muito bem ao agradecendo a Deus pela existência do Steam.
“Ah, tinha que ser a Nintendo mesmo”, dizem alguns. E é aí que levanto a hipótese… e se o jogo passasse pelo crivo da ESRB, órgão responsável pela classificação etária de software nos Estados Unidos – coisa que não foi necessária para sua publicação no Steam, atualmente a única forma de comprá-lo? Talvez a coisa mudasse de figura. Vamos relembrar alguns momentos envolvendo o malfadado selinho Adults Only – e seu arqui-inimigo, o Mature.
FreakyForms apresenta: o planeta do Doutor Moreau
0Vivemos em uma época em que o espectador não é meramente passivo. Na real, não é de hoje que o compartilhamento de conteúdo criado pelo usuário é a menina dos olhos de certas produtoras de games – seja de uma forma leve, como a customização de carros para partidas online de Forza Motorsport, ou mesmo algo que tem nesta função sua razão de ser, como a criação de fases de LittleBigPlanet. Agora, chegou a vez dos jogadores do 3DS demonstrarem sua criatividade com FreakyForms: Your Creations, Alive!
Pois é: agora é a Nintendo que está atacando de conteúdo gerado pelo usuário no 3DS. Leia minha análise completa de FreakyForms: Your Creations, Alive! no TechTudo.
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Post-Review: VVVVVV
0Tem certas coisas que as gerações mais recentes de jogadores simplesmente não reconhecerão. Aquele maldito barulho de modem conectando, as telas de apresentação que precediam o resto do carregamento de jogos gravados em fita cassete – e que dependendo da regulagem do infame azimute do gravador, podia desperdiçar minutos de sua vida ao não funcionar após minutos de transferência – e por aí vai. Chega a ser um pouco engraçado ver parte do público atual sendo nostálgico de forma retroativa.
Alguns jogos capitalizam direto em cima das estéticas dos consoles 8-bit (Mega Man 9), 16-bit (Jamestown: Legend of the Lost Colony), e até mesmo de alguns computadores das antigas, como o MSX (La-Mulana, cujo remake pro WiiWare sai do Japão em breve). Mas tem um sistema que passou muito tempo sem um tributo digno de nota foi o Commodore 64… que, ironicamente, eu não tive. Oh não, será que eu também entrei nessa pilha retroativa?
Enfim, a espera acabou em 2010 com o infame VVVVVV - que finalmente zerei e achei incrível.
O que eu quero jogar em 2012… via distribuição digital?
2É isso aí: no post anterior, você conheceu os dez jogos de 2012 que serão vendidos nas lojas que mais me intrigam. Agora é a vez de listar os títulos que terão venda, em princípio, exclusivamente por download para vários sistemas. Pode ter certeza de que tem muita coisa boa vindo aí, de projetos mais ambiciosos a outros no esquema “pegue e jogue”.
Dez jogos são prioridades no meu radar. Vamos lá? Mesmo esquema de ontem: listinha, descrição, galeria e aqueles que não entraram na lista por pouco.
Embaixadores 3DS: chegaram os dez jogos grátis de Game Boy Advance
0É isso aí, pessoal: acabou a espera dos Embaixadores 3DS pelos dez jogos grátis de Game Boy Advance como forma de agradecimento / compensação para aqueles que compraram o mais recente portátil da Nintendo antes de seu corte de preço.
Agora, vou te contar — desta vez, a Nintendo acertou muito a mão na seleção de títulos do GBA: F-Zero: Maximum Velocity, Fire Emblem: The Sacred Stones, Kirby & the Amazing Mirror, The Legend of Zelda: The Minish Cap, Mario Kart: Super Circuit, Mario vs. Donkey Kong, Metroid Fusion, WarioWare, Inc: Mega Microgame$, Wario Land 4 e Yoshi’s Island: Super Mario Advance 3.
Para baixá-los, basta seguir… bem, praticamente os mesmos passos de quando liberaram os jogos do Nintendinho:
- abra o eShop;
- nele, clique em “Configurações e opções”;
- clique na opção “Títulos baixados”;
- procure os jogos em meio à sua lista de downloads e clique “Baixar novamente”;
- se você vai baixar todos de uma vez, enfileire-os com a opção “Baixar mais tarde” e deixe o 3DS em modo sleep;
- LUCRO!
(Agora é hora de tirar o atraso e corrigir certas injustiças históricas, como não ter jogado Minish Cap direito.)
Post-Review: The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D (3DS)
0A bordo de um ônibus entre São Paulo e Rio de Janeiro, no meio do nada, o medley dos créditos finais de The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D fez virar para a janela, olhar os campos verdejantes e sentir falta de uma aventura que eu ainda não tive a oportunidade de encarar. Sabe aquela sensação de que há um propósito maior na vida do que o ciclo imposto pelo mundo? Ao mesmo tempo, quem disse que precisamos vagar o mundo e termos itens mágicos para sermos heróis?
Enfim, digressiono. O lance é o seguinte: às vezes, simplesmente não rola de dar atenção a todos os filmes, livros, jogos e afins. Se as pessoas e a história acabam definindo alguns como “clássicos”, há aquela chance das pessoas te olharem com ar de surpresa e dispararem: “O quê? Como assim, você não assistiu / leu / jogou XYZ?” Da minha experiência, o Ocarina of Time original é um destes exemplos. E imaginar que este tesouro estava guardado na minha estante por tanto tempo…











