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Noobz traz de volta os jogadores de videogame para a telona

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Em breve, numa sala perto de você. Talvez

Você sabe que a percepção dos videogames pelo grande público e as produtoras voltou a crescer quando anunciam um novo filme sobre esta cultura — e desta vez, a novidade é a comédia Noobz, que tem lançamento previsto para o terceiro trimestre deste ano nos Estados Unidos.

É isso mesmo: quatro amigos decidem cair na estrada para participar – e vencer, claro! – o Cyberbowl, um campeonato de videogames. E qual o jogo escolhido como o principal, no qual o intrépido clã vai competir? Gears of War 3. Olho no trailer:

O filme reúne um elenco que é, no mínimo, inusitado: Jason Mewes (é, o Jay, aquele amigo doidão do Silent Bob), Blake Freeman (um dos roteiristas do filme e que gravou o documentário de mentira Gawd Bless America), Casper Van Dien (Tropas Estelares), um irreconhecível Jon Gries (o Napoleon Dynamite) e a nova queridinha dos gamers e filha do seu Robin, Zelda Williams.

Agora… se o filme sair aqui, como ele se chamaria? Newbas: O Filme? A melhor sugestão ganha o direito de tirar onda com os amigos por ter dado a sugestão mais maneira nos comentários.

The Binding of Isaac não sairá mais para o 3DS; a culpa é de quem?

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Chorei contigo, Isaac. Chorei contigo.

The Binding of Isaac foi uma das maiores surpresas que tive no ano passado. Criado por Edmund McMillen (designer e um dos autores de Super Meat Boy, outro queridinho indie) e Florian Himsl, o jogo no estilo rogue era inspirado pela passagem homônima do Velho Testamento – mas desta vez, você controla o filho que foge do parente que tenta sacrificá-lo ao ouvir vozes divinas. Se você não jogou, aproveita que tá baratinho no Steam – e se estiver indeciso, leia minha análise.

Fiquei muito feliz quando soube da possibilidade de seu lançamento sair para o 3DS via eShop, pois é o tipo de jogo que eu certamente jogaria mais se o tivesse no bolso — sem contar que suas partidas de duração reduzida combinariam lindamente com isso. Qual não foi minha surpresa (na verdade, uma decepção) ao ver que o pobre Isaac foi vetado pela Nintendo por “ter conteúdo religioso questionável“. McMillen se saiu muito bem ao agradecendo a Deus pela existência do Steam. :P

“Ah, tinha que ser a Nintendo mesmo”, dizem alguns. E é aí que levanto a hipótese… e se o jogo passasse pelo crivo da ESRB, órgão responsável pela classificação etária de software nos Estados Unidos – coisa que não foi necessária para sua publicação no Steam, atualmente a única forma de comprá-lo? Talvez a coisa mudasse de figura. Vamos relembrar alguns momentos envolvendo o malfadado selinho Adults Only – e seu arqui-inimigo, o Mature.

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Poison: vídeo desmistifica a “armadilha” do gênero?

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Poison voltou!

E aí, achou gata?

Fãs de jogos de luta estão prestes a alcançar aquela marquinha no calendário, já que Street Fighter X Tekken chega às lojas em 8 de março para o Xbox 360 e PlayStation 3 (e mais pra frente, PC e Vita). É isso aí: personagens das séries da Capcom e Namco resolverão quais participantes serão os reis e rainhas da pancadaria… o que me leva ao elefante branco, curvilíneo e de madeixas rosas na sala: Poison. Rei? Rainha? Drag queen?

Pois é. Já não é de hoje que a discussão sobre o gênero da personagem que estreou como oponente na série Final Fight rende. Muito se falou sobre a substituição dela para a versão caseira ocidental no Super Nintendo, mas – sem trocadilhos, por favor – o buraco é bem mais embaixo.  Um vídeo publicado pelo usuário MegatonStammer vem mostrar por A+B que, sim, Poison não é 100% mulher – na acepção mais abrangente / aulinha de Biologia do termo, naturalmente.

Em inglês, o documentário tem cerca de 19 minutos, e você pode assistir por aqui ou no YouTube. Olho no lance:

É curioso pensar nisso: o que poderia ser desmerecido como outra discussão besta entre fãs de videogame sobre personagens terem ou não apelo sexual – lembro de ter lido um comentário sobre a Lara Croft ter sido criada mulher porque seria mais agradável aos olhos do jogador ver uma mulher na tela, já que veria alguém pelas costas na maioria da aventura – reflete bastante sobre a percepção das pessoas quanto à questão do gênero.

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A identidade gamer

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É, saber rir de si mesmo também faz parte da vida

Na busca eterna por reconhecimento, não é surpresa que as pessoas tendam a formar grupos por interesses e afinidades comuns. Pode ser música, cinema, culinária, literatura – e, obviamente, videogames. No entanto, uma troca de tweets com o meu amigo Rique Sampaio sobre Will the Real Gamer Please Stand Up? – um artigo publicado no site da ótima Kill Screen, leitura sempre recomendada – me fez pensar se havia algo de danoso ou ofensivo quanto às pessoas se definirem como “gamers”. Embora eu entenda a argumentação apresentada, não vejo problema algum…

Jason Johnson, o autor do artigo em questão, faz um bom apanhado sobre o uso do termo – indo da etimologia até os desdobramentos sociais da parada, como citar que a definição de gamer é segregacional e formadora de guetos. Tirando do caminho os parâmetros regionais do texto de Johnson (por motivos óbvios, seus exemplos da representação e reconhecimento dos fãs de videogame na mídia são americanos), acho que não há problema nenhum em se referir – ou definir outras pessoas – como “gamers”. Com ressalvas? Claro, mas no geral, não há ofensa envolvida. Vamos ver…

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Wreck-It Ralph: Disney prepara homenagem aos videogames

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Quem sabe um dia, Ralph...

No ano passado, vi o primeiro poster do filme Wreck-It Ralph, e agora pintaram as três primeiras artes conceituais de Detona Ralph (é, é esse o nome do filme no Brasil). “E o que isso tem a ver com videogames?”, você pergunta – e eu respondo: tudo.

No filme, Ralph é o vilão de um jogo das antigas (*cof* Donkey Kong *cof*) que quer se tornar um herói, mas pra isso precisa roubar os holofotes do herói Fix-It Felix (*cof* Mario *cof*). Ele visita outros jogos como Hero’s Duty (*cof* Halo *cof*) e Sugar Rush (*cof* Mario Kart *cof*) para tentar seu lugar ao sol.

O filme terá participações especiais de personagens de outros jogos, como Kano (Mortal Kombat) e um fantasma de Pac-Man. Aposto que as pontinhas não devem parar por aí… Agora vou buscar um xarope, que essa tosse tá sinistra. O filme sai no Brasil em 4 de janeiro de 2013; eis aí as primeiras ilustrações.

Hawken: inscrevam-se na batalha de mechs, soldados

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Resolva a briguinha "mech não é robô gigante" na arena

Quando a galera fala em “jogos indies”, a tendência dos mais cínicos é desmerecê-los como “pretensiosos”, “metidos a artísticos”, “sensíveis”, “remando contra a corrente da indústria” e por aí vai. Enquanto é óbvio que eu também curta as produções que caem nesta definição (mesmo que nem sempre em todas as categorias), isso não quer dizer que todos sejam assim – e prova disto é Hawken, da Adhesive Games. Fiquei pasmo ao ver os primeiros vídeos do jogo – e mais ainda quando descobri que era por um grupo bem pequeno de desenvolvdores. Saca só um dos trailers mais recentes:

Pois é. A equipe da Adhesive cresceu, e agora tem 7 funcionários e 3 estagiários, e eis aí o estado atual do projeto! Para quem gosta de combates de mech – com direito a customização de armas e visual – em modo multiplayer, parece uma grande pedida. O jogo sai em 12 de dezembro deste ano: se o mundo não acabar, já sabe como comemorar! As inscrições para a fase beta já começaram – e se você quiser se adiantar e reservar seu nick para a batalha, cadastre-se e convoque três amigos com seu endereço customizado (sim, este é o meu e eu já garanti meu nick para dezembro!).

FreakyForms apresenta: o planeta do Doutor Moreau

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Sim, dá para criar bichos em formato de letra

 Vivemos em uma época em que o espectador não é meramente passivo. Na real, não é de hoje que o compartilhamento de conteúdo criado pelo usuário é a menina dos olhos de certas produtoras de games – seja de uma forma leve, como a customização de carros para partidas online de Forza Motorsport, ou mesmo algo que tem nesta função sua razão de ser, como a criação de fases de LittleBigPlanet. Agora, chegou a vez dos jogadores do 3DS demonstrarem sua criatividade com FreakyForms: Your Creations, Alive!

Pois é: agora é a Nintendo que está atacando de conteúdo gerado pelo usuário no 3DS. Leia minha análise completa de FreakyForms: Your Creations, Alive! no TechTudo.
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O mistério (quase) acabou, episódio #3: Five-Hit Combo

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Bem, hora de rolar o check de sanidade de novo

É isso aí: esse foi o mistério que mais durou aqui no blog, então vamos lá: no final de 2011, preparei um projeto em vídeo para a web (e talvez não só para ela) chamado Five-Hit Combo. Sim, que nem aquela coluna que eu tinha aqui no blog.

Após muita ralação com o esquema home studio que o sempre safo Alexandre Nix – da Primeira Base Produções, 100% esquema guerrilha de gravação – preparou, eis aqui o piloto do programa. Se você acha que terminou por aqui, vai sonhando…

E aí, o que você achou? Comente, pois queremos saber – e se curtiu, passe adiante e torça por nós. ;)

The War of the Worlds: até o H.G. Wells curtiria

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Os alienígenas estão chegando (estão chegando os alienígenas)

A trama é apresentada de um ponto de vista um tanto diferente do visto no filme de 1953. Ao retornar para Londres no final do século XIX, o protagonista a vê devastada pela chegada de invasores espaciais hostis. Seguindo a escolinha de Out of This World, Flashback e Prince of Persia, temos uma boa combinação de ação, plataforma e furtividade – afinal de contas, Arthur não é um fuzileiro espacial, e sim um sujeito normal…

Taí uma prova de que nem toda adaptação de livro ou filme para os videogames vira tranqueira. O fato de não sair na rebarba do lançamento de algo recente ajuda, mesmo que isso não seja algo 100% eficaz. Enfim, eis aí minha análise completa de The War of the Worlds para o TechTudo.

Sequence: músicas para detonar a oposição

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Essa é a mistura do DDR com o RPG (DRDPRPGDPOPRPPDPDG?)

Em Sequence, disponível para PC e Xbox Live Indie Games, a produtora independente Iridium Studios fez uma combinação similar ao do exemplo acima: a mistura do dia é a de RPG com jogos de ritmo – o primeiro a vir à cabeça é Dance Dance Revolution, mas também é possível jogar com controles de Guitar Hero / Rock Band.. e, naturalmente, gamepads, teclado e mouse. Parece esquisito? Em primeira impressão, é normal o estranhamento… mas funciona!

O que poderia parecer uma mistura esdrúxula – os jogos de ritmo e os RPGs – se revelou um formato bacana graças ao esforço da Iridium. Leia minha análise completa de Sequence no TechTudo, e saiba que o ingresso vale o show.

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