Música – Jigu http://www.jigu.com.br o blog de jogos de Pedro Giglio Fri, 14 May 2021 15:14:03 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://i0.wp.com/www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2016/09/JiguComBr-Botao-500x500.jpg?fit=32%2C32 Música – Jigu http://www.jigu.com.br 32 32 33514019 Sequence: músicas para detonar a oposição http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/17/sequence-musicas-para-detonar-a-oposicao/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/17/sequence-musicas-para-detonar-a-oposicao/#respond Tue, 17 Jan 2012 19:30:21 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2010
Essa é a mistura do DDR com o RPG (DRDPRPGDPOPRPPDPDG?)

Em Sequence, disponível para PC e Xbox Live Indie Games, a produtora independente Iridium Studios fez uma combinação similar ao do exemplo acima: a mistura do dia é a de RPG com jogos de ritmo – o primeiro a vir à cabeça é Dance Dance Revolution, mas também é possível jogar com controles de Guitar Hero / Rock Band.. e, naturalmente, gamepads, teclado e mouse. Parece esquisito? Em primeira impressão, é normal o estranhamento… mas funciona!

O que poderia parecer uma mistura esdrúxula – os jogos de ritmo e os RPGs – se revelou um formato bacana graças ao esforço da Iridium. Leia minha análise completa de Sequence no TechTudo, e saiba que o ingresso vale o show.

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Ensinando a história da música por meio de covers http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/15/ensinando-a-historia-da-musica-por-meio-de-covers/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/15/ensinando-a-historia-da-musica-por-meio-de-covers/#respond Thu, 15 Dec 2011 15:06:37 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2116
De quem era essa música, mesmo?

Quem me segue no Twitter deve saber que costumo cumprimentar os seguidores quando acordo com um link para alguma canção, e nestes dias postei “Wash Away” pelo Alkaline Trio – na verdade, uma cover da banda de hardcore americana T.S.O.L. Acabei me pegando pensando: “de onde era isso mesmo?”, e não deu outra — a trilha sonora de Tony Hawk’s American Wasteland. Tava com isso fresco na cabeça depois do anúncio de Tony Hawk’s Pro Skater HD. Este jogo teve um elemento bacana na trilha sonora: bandas contemporâneas tocando covers da época. Bem que mais produtoras poderiam fazer isso, né?

Como American Wasteland celebra a meca do skate nos anos 80, a Activision mandou bem em dedicar parte da trilha sonora às covers de bandas de rock e hardcore que os skatistas da época curtiam – a seleção tem  Adolescents, Bad Brains, Black Flag, Buzzcocks, Dead Boys, Descendents, Fear, Gorilla Biscuits, Government Issue, the Misfits e the Stooges – com covers por bandas atuais. Sempre acho bacana quando rola este tipo de iniciação aos clássicos de forma indireta nos jogos.

"iPod? O que é isso? Só tenho Walkman amarelinho, mal aí"

Outro título que mandou muito bem neste sentido foi Stubbs the Zombie in Rebel Without a Pulse. Como a trama deste jogo bem-humorado da Wideload era situada em uma versão alternativa do meio do século passado, não deu outra: a trilha é repleta de covers de bandas dos anos 50 e 60 – the Angels, Buddy Holly, Chordettes, the Drifters, the Everly Brothers, Frank Sinatra, Johnny Kidd and the Pirates, Little Anthony and the Imperials, the Penguins, Ricky Nelson… até mesmo um clássico de O Mágico de Oz (“If I Only Had a Brain”) entrou na parada.

Se considerarmos que os anos 50 e 60 eram uma época em que muitos artistas já regravavam canções de seus contemporâneos, é legal chegarmos ao ponto de vermos a trilha sonora dos jogos recentes, pesquisar a fundo de quem é cada música… e quando menos se espera, você aprendeu quem compôs, quem a tornou a canção popular (ainda há quem ache que “All the Young Dudes” é do David Bowie, quando na verdade é uma cover do Mott the Hoople) e por aí vai.

Felizmente, as brigas entre fãs de Marlene e Emilinha não eram tão violentas

No fim das contas, acho que tão interessante quanto botar as canções originais de sua respectiva época em um jogo – como o fofíssimo RunMan: Race Around the World e sua trilha de jazz e blues das antigas, viva o domínio público – é dar aquela “tapeada” bem-intencionada nos jogadores das gerações mais novas ao botar suas bandas favoritas tirando o chapéu para os sucessos de outrora.

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Super Mario Ceremony: Mashup épico celebra 30 anos do bigodudo http://www.jigu.com.br/blog/2011/09/14/super-mario-ceremony-mashup-epico-celebra-30-anos-do-bigodudo/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/09/14/super-mario-ceremony-mashup-epico-celebra-30-anos-do-bigodudo/#respond Wed, 14 Sep 2011 17:57:32 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1812  

Trinta anos, mas com um corpinho de... vinte?
Trinta anos, mas com um corpinho de.... vinte?

É isso: uma montagem de nada menos que dezoito minutos – que vai da calmaria à mais acentuada psicodelia – do encanador mais famoso dos videogames e seus asseclas em uma pá de jogos. E aí, quantos deles você jogou?

Que trabalho para montar isso e selecionar a trilha sonora, hein… Saiba mais da produção (com a ajuda da tradução do Google – se você não souber japonês, é claro) no wiki comemorativo dos 30 anos de Mario.

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Álbum clássico do Neutral Milk Hotel vira tema de RPG criado por fãs http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/22/album-classico-do-neutral-milk-hotel-vira-tema-de-rpg-criado-por-fas/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/22/album-classico-do-neutral-milk-hotel-vira-tema-de-rpg-criado-por-fas/#respond Mon, 22 Aug 2011 23:20:21 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1729 "In the Aeroplane Over the Sea", Neutral Milk Hotel
Two-Headed Boy has joined the party!

Eu gosto de jogos independentes. Eu gosto de bandas independentes. Ainda assim, acho que nada poderia me preparar psicologicamente para ver uma união tão insólita destas duas mídias quanto o fan game In The Time Machine Over the Sea. Criação do BroPortal (é, só achei até agora o canal YouTube) via RPG Maker, o jogo é inspirado pela banda Neutral Milk Hotel e seu álbum mais icônico, In the Aeroplane Over the Sea.

Reza a lenda que a principal inspiração de Jeff Magnum – líder da banda e protagonista deste jogo – para o álbum de 1998 veio dos sonhos que ele teve ao ler O Diário de Anne Frank. Pode até ser factoide, mas Magnum ele admite que a história da jovem teve influência na obra.

Já neste RPG, Magnum e seus colegas de banda viajam no tempo para evitar que Hitler consiga matar a jovem. Er, é, isso aí mesmo. Claro que isso é representado como um RPGzinhos marotos que remete à era dos consoles 16-bits…

O jogo tem várias referências à obra da banda – personagens como Naomi, Two-Headed Boy e até mesmo o molequinho espanhol da capa acima – além de outras figuras do rock indie em patamares diferentes, indo dos manjados Radiohead, MuseMGMT aos menos conhecidos pelo grande público, como Bon Iver, Fleet Foxes e Grizzly Bear. Sim, alguns deles com suas canções gloriosamente adaptadas para chiptune. Olho no lance:

Quer fazer o intensivo de indie rock mais inesperado do ano? Baixe o jogo, então.

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The World Is Saved: Música para quem não cansa de ser herói http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/16/the-world-is-saved-musica-para-quem-nao-cansa-de-ser-heroi/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/16/the-world-is-saved-musica-para-quem-nao-cansa-de-ser-heroi/#comments Tue, 16 Aug 2011 13:00:21 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1688

Quem nunca virou noite para zerar aquele jogo, se sentiu o mestre do universo por ter salvo o mundo (e às vezes, até mesmo o universo) e ficou com aquele vazio de 5 minutos quando a aventura acabou… só para lembrar que vinha outra missão em seguida no próximo game da fila?

Juro que me emocionei um bocado com esse vídeo.  Depois que fui ver que foi um esforço colaborativo da galera que acompanha o podcast de games da IGN. Bravo, caras, me fizeram verter uma lágrima.

 

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Music City: Olha o convite pro jogo nacional de Facebook! Quem vai? http://www.jigu.com.br/blog/2011/07/11/music-city-olha-o-convite-pro-jogo-nacional-de-facebook-quem-vai/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/07/11/music-city-olha-o-convite-pro-jogo-nacional-de-facebook-quem-vai/#respond Mon, 11 Jul 2011 17:30:21 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1614 Music City

O sempre alerta Beto Largman mandou a dica, e fui conferir a fase beta do Music City, jogo social da Gazeus para o Facebook. Feito aqui no Brasil, o jogo combina elementos de jogos de ritmo – como bem disse uma amiga minha, “é um Guitar Hero social?” – e customização de personagem, cenário e instrumentos. As músicas são licenciadas, então pode procurar sua favorita para brilhar no palco.

Claro, como é um jogo para o Facebook, contar com a ajuda dos amigos é vital. Eis o lance: a Gazeus liberou 100 convites aqui para o blog. Boa, hein?

Seguinte: se você quer ver qual é a do jogo (e ainda ajudar os desenvolvedores a dar os retoques finais, se for o caso), é simples: site a página do Music City e use a senha jigu321gazeus para jogar. Agora você pode realizar seu sonho de tocar “Adocica” “Enter Sandman” para uma plateia empolgada!

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Mario Is Missing: A canção http://www.jigu.com.br/blog/2011/01/03/mario-is-missing-a-cancao/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/01/03/mario-is-missing-a-cancao/#respond Mon, 03 Jan 2011 20:35:36 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1140

Para começar o ano bem, toma aí uma música em homenagem ao encanador mais famoso do mund…. er, é só pra ele a música? Hmmmm. Dissertem.

A culpa é do Diego Maia, antes que reclamem comigo. Heheh 😀

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Mas e se o Billy Joel fosse fã de videogame? http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/20/mas-e-se-o-billy-joel-fosse-fa-de-videogame/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/20/mas-e-se-o-billy-joel-fosse-fa-de-videogame/#respond Mon, 20 Dec 2010 11:55:15 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1131

… provavelmente teríamos esta versão acima.

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Entrevista: Akira Yamaoka http://www.jigu.com.br/blog/2010/10/07/entrevista-akira-yamaoka/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/10/07/entrevista-akira-yamaoka/#respond Thu, 07 Oct 2010 13:00:08 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=941 [Post originalmente publicado no Arcadia]

Akira Yamaoka

A próxima edição brasileira da Video Games Live – que acontecerá nos dias 8 e 10 em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente – trará convidados de peso. Um deles é Akira Yamaoka, conhecido por seu trabalho como diretor de som da série “Silent Hill” em sua gestão na Konami, e que foi contratado neste ano pela Grasshopper Manufacture, conhecida pela série “No More Heroes” e atualmente envolvida na produção de “Shadows of the Damned”, um jogo de terror em parceria com Shinji Mikami.

Yamaoka-san falou com o Arcadia, e você confere o papo a seguir.

ARCADIA: Poucas séries de videogame são tão associadas com seu compositor de trilha sonora como “Silent Hill”. O que você acha que levou a isto?

YAMAOKA: Hahaha, eu também me pego pensando nisso às vezes. Porém, sou muito grato a todo mundo. Desde que comecei minha carreira nesta indústria, tenho pensado em maneiras de mudar o áudio nos jogos ou explorar o conceito de “áudio”.

Acredito que pude trazer muitas ideias minhas à vida, e muitas pessoas se sentiram tocadas por minha música. No entanto, acho que o que eu gostaria de perguntar a todo mundo é… “Por que todos gostam?”

Na sua opinião, quais são os melhores compositores de trilhas de videogame? Você poderia citar um recente e um veterano?

Acho que sou o melhor. Eu não acho que estou sendo arrogante com esta constatação. Se você não tem a opinião de que você é o melhor, você não pode trazer o melhor de si e não pode dar o seu melhor ao público.

É claro, se você deixar essa arrogância te dominar mesmo que só um pouquinho, é fácil ir do seu “melhor” ao “pior” em um piscar de olhos. Para evitar que esta vaidade surja, você deve sempre trabalhar duro e se lembrar das pessoas do mundo inteiro que curtem o que você cria.

Como você foi contratado pela Grasshopper?

[Goichi] Suda, o executivo-chefe da Grasshopper, e eu nos conhecemos há muito tempo, e eu esbarrei com ele de novo em Los Angeles. Naquela época eu estava buscando um novo desafio para mim, e Suda e eu começamos a conversar sobre isso. Na ocasião, Suda me propôs: “Se você quiser, por que você não tenta isso na Grasshopper?”

Eu me lembro que um dos meus desafios era que eu queria entreter as pessoas mundo afora da maneira que eu consegui alcançar o público japonês. Um dos desafios de Suda sempre foi transformar a GhM em uma das maiores desenvolvedoras do mundo. Eu achei que poderia alcançar meus desafios enquanto sincronizava meus esforços com a visão de Suda e focar em ajudar a GhM a se tornar a número 1.

O que os jogadores podem esperar da parte sonora de “Shadows of the Damned”?

Assom como o conceito de música de videogame começou a mudar com a série “Silent Hill”, espero poder trazer este mesmo tipo de mudança. É claro, não só no áudio do jogo. Mas em se tratando de “Damned”, apoiei o estilo do jogo com o áudio e a qualidade deste conteúdo, acho eu, é bem alta.

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O avanço da música no PC segundo Monkey Island http://www.jigu.com.br/blog/2010/05/30/o-avanco-da-musica-no-pc-segundo-monkey-island/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/05/30/o-avanco-da-musica-no-pc-segundo-monkey-island/#comments Sun, 30 May 2010 22:37:13 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=758

Passando o controle: Para os jogadores mais das antigas: qual foi o primeiro jogo que você “ouviu” com uma placa de som no PC?

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Intervalo ao som de Moby http://www.jigu.com.br/blog/2010/05/05/intervalo-ao-som-de-moby/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/05/05/intervalo-ao-som-de-moby/#comments Wed, 05 May 2010 22:27:53 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=705 Calma, eu não morri.

Enquanto preparo uma série de posts novos – sai ainda nesta semana – fiquem com este videoclipe do Moby inspirado nos videogames, aptamente chamado… “Wait For Me”:

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5-Hit Combo: Steve Hunt (Cold Beam Games) http://www.jigu.com.br/blog/2010/04/28/5-hit-combo-steve-hunt-cold-beam-games/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/04/28/5-hit-combo-steve-hunt-cold-beam-games/#respond Wed, 28 Apr 2010 12:00:56 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=688 5-Hit Combo: Steve Hunt (Cold Beam Games)

Recentemente, citei por aqui o jogo Beat Hazard, um shoot ’em up que usa informações de músicas da sua coleção no PC para definir a força dos disparos, quantidade de inimigos na tela, chegadas dos chefões, e por aí vai… Aí fiquei imaginando quais canções mais agradariam quem inventou este jogo.

Não seja por isso: no 5-Hit Combo de hoje, Steve Hunt revelou suas cinco canções favoritas para detonar os inimigos no espaço ao som de música – incluindo uma sugestão bastante inesperada…

1) “Hot & Cold”, Katy Perry: “Esta foi uma das primeiras canções que usei para deixar o jogo funcionando. Todas as vezes que a ouço me lembro de todas aquelas explosões e partículas disparadas ao som da música… maneiro!”

2) “Song 2”, Blur: “… no modo Insane. Principalmente por causa te todos os altos e baixos, você realmente precisa esperar a música vir até você. Muito intenso.”

3) “Speed”, Atari Teenage Riot: “Esta foi a primeira faixa que eu toquei que deixou o jogo realmente maluco! Adoro ter meus sentidos sobrecarregados!”

4) O tema de “Star Wars”: “Funciona muito bem e me faz sentir como se fosse Luke Skywalker.”

5) Um cara que usa a própria voz pra jogar: “Eu sempre me acabo de rir com essa!” [E ainda por cima, o sujeito liberou a MP3 para quem quiser jogar com ela…]

Passando o controle: Você tem algum artista favorito para ouvir nos videogames – seja para jogos que usem as informações da canção, ou somente por gostar da banda, cantor ou cantora?

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Promo Beat Hazard: “shmup” movido a música http://www.jigu.com.br/blog/2010/04/26/promo-beat-hazard/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/04/26/promo-beat-hazard/#comments Mon, 26 Apr 2010 16:04:33 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=670
Promoção Beat Hazard
Detone ao som de Deftones ou Beto Barbosa

Jogos de naves atirando contra asteroides e inimigos não são exatamente a maior novidade do mundo (ou do universo?), enquanto os games musicais têm aparecido de maneiras cada vez mais interessantes. Uma mistura que serve de prova disto é Beat Hazard, um jogo do estúdio Cold Beam Games que usa informações de sua coleção digital de músicas no seu computador para definir a quantidade e o poder das naves presentes na tela – e isto serve tanto para o jogador quanto para os inimigos!

Ficou na pilha de jogá-lo? Então eis aqui sua chance: se você tem um PC e quiser concorrer a uma cópia do jogo via Steam, envie um e-mail para promo@jigu.com.br com o assunto “Promo Beat Hazard”, ou me siga no Twitter (@jiguryo) e repasse a seguinte mensagem:

@jiguryo “Pancadão espacial!” Ganhe Beat Hazard no blog do Jigu! #jigu #beathazard http://bit.ly/bOKTBg

Se quem vencer for contemplado via Twitter, não se esqueça de me seguir, ou não terei como repassar o prêmio a quem ganhar o sorteio! A promoção valerá até as 19 horas de hoje.

Boa sorte a todos os participantes!

Passando o controle: Quais os seus jogos de tiro de “navinha” favoritos? E os musicais, também curte? Quais?

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Coral de colégio canta Still Alive http://www.jigu.com.br/blog/2010/03/31/coral-de-colegio-canta-still-alive/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/03/31/coral-de-colegio-canta-still-alive/#comments Wed, 31 Mar 2010 14:41:44 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=555 Pelo visto, parece que o programa “Traga Seus Filhos Ao Escritório” da Aperture Science surtiu efeito… ou pelo menos esta escola de Racine, Wisconsin está dando bem duro para conseguir um esquema de alunos bolsistas para o estudo de portais. Ou é isso, ou é um coral de colégio cantando o tema de encerramento de Portal, o que for mais fácil de acreditar.

Como diz a letra, “huge success”. 🙂 Valeu pelo link, Raisen!

Passando o controle: Qual o seu sabor favorito de bolo?

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Canções que nunca ouviremos em games musicais http://www.jigu.com.br/blog/2010/01/19/cancoes-que-nunca-ouviremos-em-games-musicais/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/01/19/cancoes-que-nunca-ouviremos-em-games-musicais/#comments Tue, 19 Jan 2010 03:12:13 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=269 Tenho boas lembranças de quando a GameWorks ainda existia aqui no Rio de Janeiro. Uma das máquinas que garantia muito dinheiro meu indo embora naqueles cartõezinhos magnéticos foi Guitar Freaks, da Konami. Este era mais um jogo da família Bemani (por sua vez, forma abreviada de “Beatmania”, outro jogo musical), e tinha dois controle forma de guitarra, alguns botões para a palhetada, e empinar o braço da mesma para ativar um bônus. O tempo passou, saíram Guitar Hero, Rock Band e tantos outros com músicas de artistas licenciados de várias eras.

Outra memória vem da época do colégio, de antes dos filmes de super-herói terem entrado de vez em voga. As intermináveis discussões sobre que ator ou atriz interpretaria qual personagem era quase garantido na hora do recreio e afins, né? Até aí, tudo bem.

Voltemos aos jogos. Antes do advento do DLC (conteúdo extra por download), os fãs destes jogos clamavam por determinadas bandas para a próxima edição, restando esperar para ver se suas preces foram atendidas. Com o tempo, ficou fácil comprar músicas extras, assim como medir o interesse dos fãs ao oferecer maneiras deles enviarem às produtoras aquelas canções que gostariam muito de ter em seu jogo via websites, redes sociais e por aí vai.

E invertendo a ordem das coisas, decidi fazer um top 5 das canções que provavelmente nunca ouviremos nestes jogos. Qual o critério? Sei lá, mas ouçam e vocês certamente entenderão a razão pela escolha destes:

5) “Sheets of Easter”, Oneida: No álbum duplo “Each One Teach One”, de 2002, este grupo nova-iorquino começa com esta faixa que tem um gosto pela repetição quase hipnótica, com mudanças mínimas de acordes e bridges. Infelizmente, não há uma versão na íntegra para streaming, então achei uma versão ao vivo (!). Se você achou este vídeo grande, saiba que a versão do álbum tem mais de 14 minutos.

4) “Tatuada”, Gurcius Gewdner & Orquestra Zé Felipe: Gurcius, integrante da banda Os Legais e cineasta trash, uniu forças com Zé Felipe, ex-baixista do Zumbi do Mato. O que pode sair de uma parceria destas é isto aí:

3) “Brothersport”, Animal Collective: estes queridinhos de alguns periódicos de música independente – mas longe demais de serem unanimidade, já que tem gente que definitivamente não vai com a cara das sandices sonoras deles – tiveram o disco “Merriweather Post Pavillion” como um dos grandes discos do ano passado. Acho que os mapeadores de notas destes estúdios pediriam demissão se recebessem uma ordem para transformar isto em DLC:

2) “The Most Unwanted Song”, Dave Soldier e Komar & Melamid: Depois de realizar uma enquete com seus leitores, o compositor Dave Soldier e os artistas Komar & Melamid reuniram os aspectos mais odiados em música segundo os e transformaram em uma enorme canção. Ouça a parte 1 e saiba que tem pelo menos mais duas no YouTube. Ironicamente, acho esta melhor do que a outra que eles lançaram reunindo os aspectos mais amados. 😛 Vale dar uma olhadinha no site para ver o processo seletivo e os aspectos que mais agradaram (ou desagradaram) os eleitores.

1) “4’33””, John Cage: O que um artista de vanguarda com tanto nome a zelar está fazendo encabeçando esta lista de canções que jamais serão adaptadas para jogos musicais? É só ouvir: quatro minutos e trinta e três, como o nome sugere – ouça na íntegra e tire suas próprias conclusões:

Aí eu passo a bola para vocês: que bandas ou músicas vocês consideram inadaptáveis aos games como “Guitar Hero” e “Rock Band”?

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Brütal Legend: Por amor ao Metal http://www.jigu.com.br/blog/2009/11/18/analise-brutal-legend/ http://www.jigu.com.br/blog/2009/11/18/analise-brutal-legend/#respond Wed, 18 Nov 2009 14:00:24 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=17 Brütal Legend: amor ao metal
[a convite do blog Receita do Sucesso]

Na minha tenra infância, eu e um grande amigo do colégio passávamos o tempo de várias formas, né? Além dos estudos (afinal, ninguém é de ferro) a gente fazia o que a idade regia: nos dividíamos entre ver desenhos, jogar videogame, ir à praia, partidas gigantescas de RPG, e por aí vai. Sua irmã mais velha tinha o quarto cheio de pôsteres de bandas de rock da época. Claro, havia a regra não-dita daquele ser o canto dela e a gente não poder entrar… e ainda assim, era bem claro ver bandas como Skid Row, Poison, Trixter e afins olhando para ela toda noite.

Já a gente, não: dos vinis e cassetes que ouvíamos, passamos a ouvir paradas mais pesadas com o tempo… fossem os contemporâneos, como Ministry, Testament e afins, a clássicos como Ozzy Osbourne. E é claro que havia aquela zoação leve com a irmã dele sobre algum vocalista da banda do coração dela parecer uma mulher, os cabelos esvoaçantes, as roupas colantes e tudo mais. Ir às lojas para conferir as camisetas e lançamentos durante o advento do CD era diversão garantida: tínhamos aquelas lojas de coração que costumávamos visitar para garantir nossa dose de rock pesado.

Uns bons vinte anos depois disto, o estúdio Double Fine – do mestre Tim Schafer, que trabalhou em jogos como The Secret of Monkey Island, Grim Fandango e o fantástico (mas infelizmente subestimado) Psychonauts – lança Brütal Legend, um jogo de aventura para Xbox 360 e PlayStation 3 que fez esta avalanche de memórias do começo do texto vir à tona. Afinal de contas, a ideia do jogo é a seguinte: Eddie Riggs – dublado por Jack Black, que também é a inspiração para o visual do personagem – é um roadie de uma banda de rock pra lá de meia-boca, e ele mesmo é um cara tradicional que prefere o rock pesadão e o heavy metal de outras eras.

Depois de um acidente no palco, ele é transportado para um mundo de fantasia totalmente inspirado no imagético do gênero. Sacam aquelas capas de disco de metal, com logotipos difíceis de ler, cores fortes, fogo, sangue, metal e mulheres de pouca roupa? Explorar o mundo do jogo te faz ver tudo isso e muito mais. Sem exagero: o que não faltam são momentos em que você olha uma cena e imagina que aquilo poderia muito bem ter sido a capa de um vinilzão daquele grupo de power metal do início dos anos 80. Monolitos em formato de guitarra, paredões de amplificadores, cruzes de pedra, guerreiros com espadas, caveiras e pilhas de ossos, e por aí vai. E até mesmo o céu tem tons mais avermelhados, roxos e afins – com direito a lua com formato de caveira!

A direção de arte do jogo parece ter sido feita por verdadeiros fãs e estudiosos do metal e rock pesado – afinal de contas, não só o heavy do Black Sabbath como os rockões farofa do Mötley Crüe e paradas sombrias como Cradle of Filth, e o visual das áreas reflete bem isso: a fortaleza do general Lionwhyte (dublado por Rob Halford, do Judas Priest) é espalhafatosa, dourada, cheia de piscinas e coisas chamativas. Mais pra frente, as forças do Drowned Doom – tenebrosas que só – vivem em um mundo com catedrais góticas em ruínas, mares negros… enfim, é uma grande jornada com uma trilha sonora de peso, um verdadeiro tratado sobre o rock pesado.

A jogabilidade em si é em mundo aberto, com missões aqui e ali, e todo aquele esquema de evoluir Eddie e seu equipamento – seja sua guitarra mágica, o machado de guerra ou o carrão pronto para passar por cima de monstros incautos. Mais pra frente, o jogo dá uma mudada considerável – entra um elemento de estratégia em tempo real onde cada facção tem que tomar conta de seu palco (isto é, a base) enquanto cria barracas de venda de material sob fontes de almas dos fãs e forma seu exército. Batedores de cabeça detonam inimigos de perto, as fãs atiram de longe, os roadies (sempre sorrateiros!) são as unidades invisíveis, e por aí vai. Esta modalidade parece estranha no começo, mas mais pra frente fica mais divertido – ainda mais porque o multiplayer via Internet é baseado neste lance das guerras campais.

Como se tudo isso não fosse o suficiente, contar com a participação de figurões do gênero – além do supracitado Halford, o jogo tem Ozzy Osbourne, Lemmy Kilminster (Motörhead) e até mesmo Lita Ford, entre dublagens e personagens inspirados neles – dá aquela credibilidade a mais. É aquilo… quando até mesmo as letras de música de vários artistas homenageados servem de referência direta no meio da trama do jogo, você vê que houve um trabalho de amor ao metal. E mesmo eu, que só tenho prestado atenção nos clássicos e não tenho a paciência que tinha há 20 anos para o material mais recente, me senti tocado pela mão dos Titãs do Metal.

Brütal Legend é o tipo de jogo que todos deveriam conferir, sejam fãs do gênero – tanto de jogo quanto da música – ou não. Então erga seu machado – seja o de cordas ou o de verdade – em nome do Metal!

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Banda marchante homenageando clássicos dos games http://www.jigu.com.br/blog/2008/12/06/banda-marchante-homenageando-classicos-dos-games/ http://www.jigu.com.br/blog/2008/12/06/banda-marchante-homenageando-classicos-dos-games/#respond Sat, 06 Dec 2008 19:00:16 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=128 [Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]

Agora peraí que eu vou pegar um lencinho ali para enxugar a lágrima.

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Video Games Live 2007: Eu fui! http://www.jigu.com.br/blog/2007/09/25/video-games-live-2007-eu-fui/ http://www.jigu.com.br/blog/2007/09/25/video-games-live-2007-eu-fui/#respond Tue, 25 Sep 2007 19:00:03 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=27 [Post originalmente publicado no Working Class Anti-Hero]

A Video Games Live deste ano foi muito bacana. Mesmo considerando que o evento em si não me provoque o choque do desconhecido por eu ter ido no ano passado e que grande parte das músicas não foram trocadas (o que faz sentido, tirar Mario, Metal Gear Solid ou Final Fantasy VII é papo de começar guerra civil), o evento continua bastante divertido. Ah, sim: o tal DVD anunciado ano passado sairá com filmagens das apresentações deste ano.

Os momentos mágicos foram o concurso de cosplay (o Vivi do Final Fantasy XI foi indiscutivelmente o melhor — meter uma roupa camuflada e fazer o Snake, enquanto louvável, é fácil em comparação), o videoclip da Ms. Pac-Man fugindo dos fantasmas, Tommy Tallarico fazendo a Dança do Siri e a hora em que tocaram os temas de Starcraft II e Beyond Good & Evil. Para termos de comparação, confiram as diferenças dos sets do ano passado:

Saíram:

  • God of War
  • Castlevania
  • Advent Rising
  • Tomb Raider

Entraram:

  • Starcraft II
  • Myst
  • Beyond Good & Evil
  • Tron
  • Medal of Honor
  • medley de Chrono Cross no piano
  • guitarra rock ‘n roll em “One Winged Angel”

(Starcraft II. Desgraçados, o jogo nem tem data pra sair ainda. Assim não vale.)

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