Multiplayer – Jigu http://www.jigu.com.br o blog de jogos de Pedro Giglio Sun, 10 Apr 2016 23:40:42 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://i0.wp.com/www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2016/09/JiguComBr-Botao-500x500.jpg?fit=32%2C32 Multiplayer – Jigu http://www.jigu.com.br 32 32 33514019 Hybrid: inscrições para o beta no ar! http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/20/hybrid-inscricoes-para-o-beta-no-ar/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/20/hybrid-inscricoes-para-o-beta-no-ar/#respond Tue, 20 Mar 2012 14:49:18 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2315
Variant enfrenta Paladin - escolha sua facção

Quem acompanha o blog deve lembrar que Hybrid é um dos jogos vendidos por download de 2012 que mais me deixaram intrigado. Afinal de contas, o negócio é uma mudança tão radical dos outros jogos que botaram o estúdio 5th Cell no mapa (como a incrível série Scribblenauts) que não tem como deixar de ficar curioso.

Enfim, isto está prestes a ser aplacado: foram abertas as inscrições para a fase de teste beta do jogo!

Portanto, se você tem um Xbox 360 e uma conta Ouro e vontade de conferir qual é a desta mistura de sci-fi, tiroteio e parkour, cadastre-se já! E se puder usar este link, serei grato; sabe como é, tirar onda com um capacete dourado na versão final promete.

 

 

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/20/hybrid-inscricoes-para-o-beta-no-ar/feed/ 0 2315
Journey: às montanhas, às estrelas e ao grande silêncio http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/09/journey-as-montanhas-as-estrelas-ao-grande-silencio/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/09/journey-as-montanhas-as-estrelas-ao-grande-silencio/#respond Fri, 09 Mar 2012 15:48:20 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2293
Chegaremos ao nosso objetivo... juntos?

Outro dia eu estava conversando com amigos no Facebook sobre o andamento da série Lost. O final, polarizante como poucos (afinal, a falta de algo mais mastigado ou que revisitasse todos os mistérios da série decepcionou uma boa parte dos espectadores), não foi tão importante quanto a jornada. Embora eu tenha curtido o final, tenho certeza que o caminho até lá foi mais interessante. É mais ou menos assim que me senti ao terminar Journey, o terceiro título da thatgamecompany para o PlayStation 3, pela primeira vez.

Este era um dos jogos que eu mais queria jogar em 2012, e pode ter certeza de que saí impressionado com a beleza da experiência como um todo. Sim, o visual é incrível e a trilha é assombrosa, mas isto é apenas uma pequena parte do que o torna tão especial. Confira um vídeo do jogo e as minhas impressões na sequência:

Embora seja em formato de videogame, com elementos de exploração e resolução de mistérios puramente por meio da curiosidade, não dá para não perceber Journey como uma metáfora da vida – como se o nome, “jornada”, já não fosse descritivo o suficiente. Sim, você imagina que exista um objetivo naquela montanha ao longe; no entanto, é necessário aprender como o mundo funciona e como lidar com o desconhecido (seja este outro peregrino ou um ambiente desconhecido) para chegar lá. Aliás, este esquema de esbarrar com um jogador desconhecido via internet – esqueça nomes e comunicação verbal – é uma dos lances mais intrigantes do jogo.

Não é todo dia em que eu me sinto realmente mal e chateado por deixar um outro jogador na mão por um deslize meu – e no fim da aventura, eu soube que tive três companheiros de viagem na minha partida original – e sei como notar isso na próxima vez. Porque, sim, jogarei de novo; lembra quando eu disse que a viagem era mais importante do que o final? Isto não quer dizer que eu não queira ver como serão os outros possíveis desfechos – já que, né, cheguei desacompanhado ao final e a aventura inteira pode ser realizada em menos de uma hora. Ainda assim, minha vontade é sugerir que seus jogadores o seguinte: passem bem longe de guias, FAQs, ou até mesmo dicas dos amigos de como passar de determinadas sequências. A graça da descoberta é um dos pontos mais forte de Journey.

Então é isso aí: em breve, sigo mais uma vez rumo ao desconhecido, ainda sem saber se chegarei ao seu final… sozinho ou não. Só há uma maneira de descobrir, certo?

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/09/journey-as-montanhas-as-estrelas-ao-grande-silencio/feed/ 0 2293
Noobz traz de volta os jogadores de videogame para a telona http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/01/noobz-traz-de-volta-os-jogadores-de-videogame-para-a-telona/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/01/noobz-traz-de-volta-os-jogadores-de-videogame-para-a-telona/#respond Fri, 02 Mar 2012 02:33:21 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2287
Em breve, numa sala perto de você. Talvez

Você sabe que a percepção dos videogames pelo grande público e as produtoras voltou a crescer quando anunciam um novo filme sobre esta cultura — e desta vez, a novidade é a comédia Noobz, que tem lançamento previsto para o terceiro trimestre deste ano nos Estados Unidos.

É isso mesmo: quatro amigos decidem cair na estrada para participar – e vencer, claro! – o Cyberbowl, um campeonato de videogames. E qual o jogo escolhido como o principal, no qual o intrépido clã vai competir? Gears of War 3. Olho no trailer:

O filme reúne um elenco que é, no mínimo, inusitado: Jason Mewes (é, o Jay, aquele amigo doidão do Silent Bob), Blake Freeman (um dos roteiristas do filme e que gravou o documentário de mentira Gawd Bless America), Casper Van Dien (Tropas Estelares), um irreconhecível Jon Gries (o Napoleon Dynamite) e a nova queridinha dos gamers e filha do seu Robin, Zelda Williams.

Agora… se o filme sair aqui, como ele se chamaria? Newbas: O Filme? A melhor sugestão ganha o direito de tirar onda com os amigos por ter dado a sugestão mais maneira nos comentários.

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/01/noobz-traz-de-volta-os-jogadores-de-videogame-para-a-telona/feed/ 0 2287
A identidade gamer http://www.jigu.com.br/blog/2012/02/15/a-identidade-gamer/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/02/15/a-identidade-gamer/#comments Wed, 15 Feb 2012 17:10:20 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2245
É, saber rir de si mesmo também faz parte da vida

Na busca eterna por reconhecimento, não é surpresa que as pessoas tendam a formar grupos por interesses e afinidades comuns. Pode ser música, cinema, culinária, literatura – e, obviamente, videogames. No entanto, uma troca de tweets com o meu amigo Rique Sampaio sobre Will the Real Gamer Please Stand Up? – um artigo publicado no site da ótima Kill Screen, leitura sempre recomendada – me fez pensar se havia algo de danoso ou ofensivo quanto às pessoas se definirem como “gamers”. Embora eu entenda a argumentação apresentada, não vejo problema algum…

Jason Johnson, o autor do artigo em questão, faz um bom apanhado sobre o uso do termo – indo da etimologia até os desdobramentos sociais da parada, como citar que a definição de gamer é segregacional e formadora de guetos. Tirando do caminho os parâmetros regionais do texto de Johnson (por motivos óbvios, seus exemplos da representação e reconhecimento dos fãs de videogame na mídia são americanos), acho que não há problema nenhum em se referir – ou definir outras pessoas – como “gamers”. Com ressalvas? Claro, mas no geral, não há ofensa envolvida. Vamos ver…

É aquilo: novidade zero quanto à existência de termos que definem as pessoas por gostos, predileções e hobbies – indo das abrangentes como “cinéfilo” e “melômano” a outras mais específicas como “clubber” e “indie”. Particularmente, acho que a parada só se vira gueto se as próprias pessoas se deixarem tratar dessa maneira – e isso é mais comum de se ver quando há uma atitude elitista envolvida. Se você já disse algo como “ah, véio, Angry Birds não é pra gamer de verdade; tu tem que jogar Call of Duty“, você fez sua parte pra que isso se perpetue.

Como você define estes caras, e como eles mesmos se definem? Ah-ha!

Entendo perfeitamente que, em algum momento, tenha sido importante usar esta definição para fincar sua bandeira como forma de auto-afirmação (“eu jogo, sim!”). Mas agora? Meh. Na boa: já é hora de parar com essa perda de tempo ao discutir se um jogo é “de verdade” ou não, né? Acredite: eu odiar certo jogo de tiro em primeira pessoa de sucesso não o faz deixar de sê-lo, e o mesmo se aplica à sua opinião sobre o mais novo sucesso de US$ 0,99 dos iPhones que você não quer ver pintado de platina.

Outra maneira de fazer com que este tipo de situação desapareça é mostrar ao mundo que os videogames vão bem além de tecnologia e entretenimento: eles também são arte e cultura. Ao mesmo tempo em que temos aquelas obras mais simples e de consumo fácil e rápido – sério, não há nada de errado nisso -, temos tramas e ambientações densas, experiências marcantes, personagens com predisposição a virarem referências com suas citações e atos. Não se trata somente do avanço de como as obras são feitas, e sim do que elas trazem ao público, e o que o público leva delas.

(Trivia: se eu trocar “videogames” por “cinema” no parágrafo acima, ele não perde o sentido.)

E aí, qual deles é fã de cinema? E de futebol? E de literatura?

Tenho certeza de que viveremos pra ver o dia em que o grande público vai sacar de uma vez que os videogames são mais sociais do que costumavam ser nos anos 80 – sim, reunir os amigos em casa pra um rei da mesa de Street Fighter II ou campeonatos informais de Super Mario Kart já contava como “social”, mas é óbvio que muito mudou de lá pra cá com o advento dos jogos online – e que toda e qualquer pessoa pode ser gamer sem passar a fazer parte de um conjunto paralelo na sociedade… Se for tão “separatista” quanto falar que aquela sua amiga é “fanática por futebol”, “rato de quadrinhos” o ou o que for, sem limitar-se a ser só isso, não há problema nenhum.

No frigir dos ovos, acho que essas definições são somente mais uma maneira das pessoas se reconhecerem – sejam elas mesmas, ou umas pelas outras. O elitismo e a segregação estão nos olhos de quem vê – ou, pior, de quem faz. Você é bem mais do que uma palavrinha, mas pode usá-la e aceitá-la à vontade.

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2012/02/15/a-identidade-gamer/feed/ 2 2245
Hawken: inscrevam-se na batalha de mechs, soldados http://www.jigu.com.br/blog/2012/02/06/hawken-inscrevam-se-na-batalha-de-mechs-soldados/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/02/06/hawken-inscrevam-se-na-batalha-de-mechs-soldados/#respond Mon, 06 Feb 2012 17:55:42 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2220
Resolva a briguinha "mech não é robô gigante" na arena

Quando a galera fala em “jogos indies”, a tendência dos mais cínicos é desmerecê-los como “pretensiosos”, “metidos a artísticos”, “sensíveis”, “remando contra a corrente da indústria” e por aí vai. Enquanto é óbvio que eu também curta as produções que caem nesta definição (mesmo que nem sempre em todas as categorias), isso não quer dizer que todos sejam assim – e prova disto é Hawken, da Adhesive Games. Fiquei pasmo ao ver os primeiros vídeos do jogo – e mais ainda quando descobri que era por um grupo bem pequeno de desenvolvdores. Saca só um dos trailers mais recentes:

Pois é. A equipe da Adhesive cresceu, e agora tem 7 funcionários e 3 estagiários, e eis aí o estado atual do projeto! Para quem gosta de combates de mech – com direito a customização de armas e visual – em modo multiplayer, parece uma grande pedida. O jogo sai em 12 de dezembro deste ano: se o mundo não acabar, já sabe como comemorar! As inscrições para a fase beta já começaram – e se você quiser se adiantar e reservar seu nick para a batalha, cadastre-se e convoque três amigos com seu endereço customizado (sim, este é o meu e eu já garanti meu nick para dezembro!).

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2012/02/06/hawken-inscrevam-se-na-batalha-de-mechs-soldados/feed/ 0 2220
Semana boa pros durangos: Zelda, Broken Sword e City of Heroes grátis http://www.jigu.com.br/blog/2011/09/29/semana-boa-pros-durangos-zelda-broken-sword-e-city-of-heroes-gratis/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/09/29/semana-boa-pros-durangos-zelda-broken-sword-e-city-of-heroes-gratis/#comments Thu, 29 Sep 2011 12:57:42 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1874 Um Link só? Acho pouco. Chame mais três
Um Link só? Acho pouco. Chame mais três

Esta é uma semana incrível para quem está sem grana no fim de mês. Para quem tem o Nintendo DSi ou 3DS, foi disponibilizado – um dia antes da atualização semanal de conteúdo – The Legend of Zelda: Four Swords Anniversary Edition, remake do divertido multiplayer. Além de jogar via wireless desta vez, esta versão tem novas fases e campanha singleplayer. Para baixar, é só visitar o DSi Shop / eShop.

O que um americano faz em Paris? Se enrola com templários
O que um americano faz em Paris? Se enrola com templários

Para quem joga no PC, a Good Old Games comemora os 6 milhões de downloads com um presente para seus usuários: a versão do diretor de Broken Sword: Shadow of the Templars, um adventure da Revolution Software repleto de mistérios e conspirações. Vale lembrar que esta edição oferecida no GOG tem material exclusivo! Se você curte o gênero, vale o download.

Você pode ser um herói único (como qualquer outro)
Você pode ser um herói único (como qualquer outro)

Já os fãs de RPGs online e super-heróis dos quadrinhos com a carteira mais leve curtirão saber que a NCsoft anunciou City of Heroes: Freedom, versão free-to-play daquele MMO. Claro, neste aqui ainda tem o lance de micropagamentos e mensalidades para quem preferir algumas vantagens, como campanhas exclusivas… Mas ainda assim, o que você está esperando? É grátis!

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2011/09/29/semana-boa-pros-durangos-zelda-broken-sword-e-city-of-heroes-gratis/feed/ 2 1874
Nada de tribunais: criador de Minecraft desafia Bethesda no Quake III Arena http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/17/nada-de-tribunais-criador-de-minecraft-desafia-bethesda-no-quake-iii-arena/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/17/nada-de-tribunais-criador-de-minecraft-desafia-bethesda-no-quake-iii-arena/#respond Wed, 17 Aug 2011 16:32:26 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1696 Scrolls
Estes "Scrolls" não são tão antigos assim...

Guerrinhas de patentes costumam ser um saco, mesmo quando não são algo tão oportunista e imbecil como o caso do nome Edge ser registrado por Tim Langdell e ele sempre tentar cavar uma grana por fora em jogos com esta palavra no nome. Isto já virou motivo de piada na indústria, diga-se de passagem.

O mais recente evento deste tipo é, ao meu ver, meio besta. O estúdio sueco Mojang – conhecido pelo sucesso independente Minecraft – anunciou no começo deste ano o jogo Scrolls. Produzido em parceria com o Jerry Holkins (ou Tycho Brahe), da tirinha online Penny Arcade, o lance mistura elementos de cards colecionáveis e RPG.

No entanto, os representantes legais da Bethesda na região enviaram uma notificação judicial pedindo a mudança do nome, pois infringe uma marca deles. Pois é: a série The Elder Scrolls (afinal, é tão fácil confundir um peso-pesado dos RPGs gigantescos e distribuidoras enormes com um jogo indie de cartas…)

Markus “Notch” Persson, da Mojang, levantou uma proposta interessante para resolver a pinimba: em vez de ir pros tribunais, que tal uma partida de Quake III Arena? Três de cada lado em uma partida de 20 minutos. Quem conseguir a melhor pontuação, ganha. O pior (ou melhor) de tudo é que parece que a proposta é séria!

E aí, Bethesda? Vai encarar? Podem chamar seus irmãozinhos da id Software, já que é tudo da Zenimax

Quake III Arena
Processos, não! Lanca-foguetes, sim!
]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/17/nada-de-tribunais-criador-de-minecraft-desafia-bethesda-no-quake-iii-arena/feed/ 0 1696
Section 8: Prejudice declara guerra, mas não ao seu bolso http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/12/section-8-prejudice-declara-guerra-mas-nao-ao-seu-bolso-2/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/12/section-8-prejudice-declara-guerra-mas-nao-ao-seu-bolso-2/#respond Thu, 12 May 2011 23:00:34 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1370 Section 8: Prejudice

Este ano, a produtora TimeGate decidiu fazer algo diferente. Embora não fosse ruim, o FPS Section 8 – lançado em 2009 – não teve uma recepção calorosa demais, e a baixa população nas partidas multiplayer foi seu carimbo no passaporte para a categoria de jogos vendidos a preço de banana em lojas. Então por que não lançar Section 8: Prejudice (PC, Xbox Live Arcade e futuramente PlayStation Network) já a um preço camarada? US$ 15 está bom para você?

Pois é, eis aí um bom motivo para não desistir quando algo não dá certo: Section 8: Prejudice é melhor do que seu antecessor e vem num precinho camarada. Leia minha crítica do jogo no Arena Turbo!

 

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/12/section-8-prejudice-declara-guerra-mas-nao-ao-seu-bolso-2/feed/ 0 1370
Gears of War 3: E esse vício no beta multiplayer, hein? http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/05/gears-of-war-3-e-esse-vicio-no-beta-multiplayer-hein/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/05/gears-of-war-3-e-esse-vicio-no-beta-multiplayer-hein/#respond Thu, 05 May 2011 20:52:31 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1258 Gears of War 3

Aqueles que compraram Bulletstorm em sua versão para o Xbox 360, reservaram Gears of War 3 na pré-venda em outras regiões ou simplesmente ficaram de olho nas redes sociais estes dias já estão jogando três modalidades multiplayer – em quatro mapas diferentes – que foram disponibilizadas a cada semana. O Arena também invadiu as trincheiras para te contar como vai o front da guerra.

É, comprar o Bulletstorm no Xbox 360 rendeu esta vantagem: testar o beta multiplayer do novo Gears uma semana antes do resto do mundo. E é até engraçado, porque eu meio que perdi o bonde do zeitgeist em se tratando do MP desta série. Minhas impressões estão no Arena Turbo – e querendo jogar, é só me adicionar na Live.

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/05/gears-of-war-3-e-esse-vicio-no-beta-multiplayer-hein/feed/ 0 1258
Magicka: Feitiçaria coletiva http://www.jigu.com.br/blog/2011/02/16/feiticaria-coletiva/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/02/16/feiticaria-coletiva/#respond Wed, 16 Feb 2011 22:00:43 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1181

Se um jogador fica perdido no canto do mapa enquanto o resto do time toma uma surra épica daquele chefão gigante, a zombaria dos colegas está garantida. Agora imagine um jogo no qual a cooperação não é apenas recomendada, como também forçada. Qualquer vacilo bobo é garantia de tudo ir para a proverbial vala. Isto é, conheça Magicka, jogo da Arrowhead para PC distribuído pela Paradox Interactive.

Na época do GameCube, eu curtia a ideia de Final Fantasy: Crystal Chronicles – é uma pena que era tão complicado formar um time para jogar direito. Já o Magicka parece mais fácil – e o caos de jogar em grupo com o fogo amigo sempre ligado é interessante. Leia a análise completa no Arena!

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2011/02/16/feiticaria-coletiva/feed/ 0 1181
Deca Sports Freedom: Se é pra ser assim, viva o sedentarismo http://www.jigu.com.br/blog/2011/02/07/se-e-pra-ser-assim-viva-o-sedentarismo/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/02/07/se-e-pra-ser-assim-viva-o-sedentarismo/#respond Mon, 07 Feb 2011 23:01:25 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1185

Mas voltemos um pouco no tempo, e veremos que mesmo no console da Nintendo outras empresas tentaram a sorte no gênero. Uma delas foi a Hudson, que lançou três jogos da série Deca Sports para o console, reunindo dez atividades esportivas por volume. E em mais um caso de “história se repetindo”, um dos títulos da janela de lançamento do Kinect é – surpresa zero – Deca Sports Freedom (ou Sports Island Freedom em sua versão europeia). Será que desta vez a empresa acertou a mão, ou pisou na bola?

Spoiler: é, o novo Deca Sports pisou na bola. Tem que ver isso aí, né? Mas saiba as razões na análise completa no Arena!

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2011/02/07/se-e-pra-ser-assim-viva-o-sedentarismo/feed/ 0 1185
Spelunker HD: “Meu pai me ensinou que os cara era underground” http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/08/meu-pai-me-ensinou-que-os-cara-eram-underground/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/08/meu-pai-me-ensinou-que-os-cara-eram-underground/#respond Wed, 08 Dec 2010 15:00:04 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1112 Spelunker HD

Escudos de energia, saúde regenerativa, poções de cura, fadinhas mágicas… é, os jogadores mais novos estão meio mal-acostumados. Por mais que os games contemporâneos ofereçam desafios que justifiquem estes recursos, seus heróis costumam ser resistentes e fortes. Mas e se o protagonista fosse o exato oposto disto: um sujeito frágil como porcelana?

Spelunker HD, remake do clássico dos anos 80 para a PlayStation Network, é para os fãs de jogos difíceis… mesmo porque o herói é um banana. Vista o capacete de mineiro e leia minha crítica no Arena!

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2010/12/08/meu-pai-me-ensinou-que-os-cara-eram-underground/feed/ 0 1112
Crackdown 2: Uma segunda chance http://www.jigu.com.br/blog/2010/09/15/crackdown-2-uma-segunda-chance/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/09/15/crackdown-2-uma-segunda-chance/#respond Wed, 15 Sep 2010 13:00:00 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=921 [Post originalmente publicado no Arcadia]

Em 2007, o estúdio Realtime Worlds lançou “Crackdown”, um jogo de ação para o Xbox 360 no qual o jogador controlava um agente ciborgue em uma metrópole às voltas com o conflito de gangues. O jogo era divertido por uma série de razões, como melhorar os atributos de seu herói – que podia saltar alto como um prédio, arremessar caminhões nos inimigos, entre outras possibilidades sobrehumanas – e explorar a cidade enquanto mandava chumbo na bandidagem.

Três anos depois, a Microsoft lança “Crackdown 2”. Desta vez desenvolvido pelo estúdio Ruffian, o game é ambientado na mesma Pacific City de antes – só que anos depois, e com novos problemas: uma epidemia de mutantes que vivem no subsolo da cidade e saem à noite, e a formação de uma gangue composta pelos revoltados com a opressão da Agência e a ameaça dos mutantes garantem um dia de trabalho bem ocupado para os agentes… o jeito é tentar eliminar a ameaça mutante na raiz.

Crackdown 2: Os problemas mais prementes da cidade se resolvem com o arremesso de carro

Playground dos Destruidores: Se você curtiu o esquema do primeiro jogo envolvendo a caça às Agility Orbs, ficar pulando de prédio em prédio e realizar feitos sobrehumanos de força como se fosse fácil, comemore – o formato do jogo continua o mesmo. E agora ainda é possível formar grupos de 4 jogadores para o modo cooperativo online – além do bom e velho multiplayer para até 16 jogadores.

Nós Dominamos a Noite: O ciclo de dia e noite diverte, mesmo porque esta é a hora em que as ruas ficam abarrotadas de mutantes. Aí é a deixa perfeita para melhorar os atributos do seu agente – seja na pancadaria, tiroteio, explosivos ou o bom e velho atropelamento no esquema “boliche”.

Crackdown 2: Nada que agentes ciborgues não resolvam

A Voz Continua a Mesma…: Você jogou o primeiro “Crackdown” e não curtiu? Se for este o caso, você não tem tanto muito a ganhar com a sequência, pois é um caso exemplar de “mais do mesmo”. Fora o aumento do número de jogadores no modo cooperativo, o resto é bem em cima do que foi feito antes. A Ruffian pecou por ser conservadora demais.

… E os Cabelos, Também: Depois de vermos tantos jogos evoluindo no aspecto audiovisual nos últimos três anos, parece estranho ver um jogo tão… igual. Parece que não houve uma mudança neste quesito, dando a impressão de um trabalho preguiçoso.

“Crackdown 2” é um caso ambíguo de não mexer no time que está ganhando. Divertida, a jogabilidade é muito similar à de seu antecessor – o que é bom para quem curtiu o primeiro, mas provavelmente não converterá quem não gostou daquele… pelo menos agora tem como jogar com mais gente via Live, o que pode ajudar na percepção geral desta sequência. O tratamento visual é muito parecido com o antecessor, se não praticamente igual – e considerando que já se passaram 3 anos desde então, pode parecer que não houve um grande empenho neste quesito. No fim das contas, é um bom jogo, mas pecou pelo excesso de conservadorismo.

Exclusivo ao Xbox 360, “Crackdown 2” é recomendado para jogadores acima dos 18 anos e tem preço sugerido de R$ 159.

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2010/09/15/crackdown-2-uma-segunda-chance/feed/ 0 921
Snoopy Flying Ace: Fofinho uma ova! http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/13/snoopy-flying-ace-fofinho-uma-ova/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/13/snoopy-flying-ace-fofinho-uma-ova/#respond Tue, 13 Jul 2010 13:00:50 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=879 [Post originalmente publicado no Arcadia]

Há pouco tempo, eu e minha namorada estávamos vendo um DVD com seis episódios remasterizados da turma do Charlie Brown. Cinquenta anos depois, continua parecendo que funciona para crianças, mas longe de ser só para elas: afinal de contas, existem aqueles dramas sobre pressão dos amigos, tentar e falhar miseravelmente, coisas que só os mais vividos sabem. Enfim… é legal para as crianças, e provavelmente mais ainda para os adultos.

Se seguirmos o que aparece com mais frequência nos desenhos e tirinhas e tentarmos aplicar ao mundo dos jogos, são duas as possibilidades mais óbvias: um jogo de baseball, ou um sobre os devaneios de Snoopy sobre ser um audaz piloto da Primeira Guerra Mundial. Este último caso é tão claro que já existem pelo menos três games do assunto: o primeiro, para Atari 2600; o segundo, “Snoopy vs. the Red Baron”, para PS2, PSP e PC…

Por fim, “Snoopy Flying Ace”, lançado neste ano para o Xbox 360. Quem diria que um jogo licenciado se sairia tão bem, hein? A Smart Bomb está de parabéns.

Snoopy Flying Ace: "Dogfight" ganha um sentido a mais

Pegue e Jogue: A jogabilidade é simples e eficaz: dá para se desvencilhar da mira automática de certas armas ao realizar uma pirueta com o avião, fazer loopings para contornar o inimigo ou dar meia volta, tudo com um toque do analógico direito. De resto, é possível acelerar ou reduzir a velocidade do avião, alternar armas… em questão de poucos minutos, é fácil ficar safo na pilotagem.

Guerra Sem Fim: A variedade de modos multiplayer são a joia da coroa. Maioria das modalidades oferecidas são bacanas e contam com uma boa comunidade de jogadores na Live, e o sistema de ranking e patentes medindo o avanço do jogador dá motivos extras para voltar ao jogo. Afinal de contas, você quer ou não quer entrar no ranking exclusivo dos Flying Aces?

Mais Complexo do Que Parece: A quantidade de armas extras – além da metralhadora, é possível escolher mais duas diferentes de uma lista bem respeitável – e aviões com dirigibilidade, resistência e velocidades diferentes dão uma variedade surpreendente de combinações. E como é fácil trocar as armas na hora do respawn no mapa, dá para mudar sua estratégia caso seja necessário.

Snoopy FlyingAce: Dos trópicos aos fjords

Arrume Uns Amigos: Embora divertida, a campanha single-player do jogo não é seu ponto forte. Na real, esta serve mais para treinar o jogador no esquema de controle e no combate do que qualquer outra coisa. Se você é daqueles que não curtem multiplayer, talvez a experiência completa não seja bem a sua. Jogue a demo e decida.

Olhando, Nem Parece: Chega a ser uma injustiça pensar que parte dos jogadores poderá torcer o nariz por se tratar de um jogo do Snoopy. Mesmo tirando do caminho o fato de ser um jogo de guerra, ter o beagle e tudo tem potencial de sobra para o jogador médio imaginar que é um jogo para crianças. Se serve de exemplo… é tão “só para criança” quanto o desenho animado (isto é, não muito).

Americano Demais: Calma, não é uma crítica ao conteúdo! O lance é o modo Pigskin, que remete ao futebol americano: enquanto uma equipe de pilotos tenta levar a bola ao outro lado do campo em seus aviões, o time de defesa fica em armas fixas no outro lado do cenário. Parece bacana no papel, mas… na prática, nem é tão bacana quanto os outros mais tradicionais.

Não se deixe enganar pelo visual engraçadinho: seguindo a escolinha de jogos como “Crimson Skies”, “Snoopy Flying Ace” é um jogo de guerra bem sólido que tem em seu modo multiplayer sua maior força. Além de oferecer uma boa quantidade de veículos e armamentos, combinados a gosto do jogador, também há o incentivo de subir de patente ao jogar online. Para quem curte mais a turma do Charlie Brown, então, já viu: todos os personagens de maior presença estão lá, e até mesmo outros menos óbvios. Só faltou a voz de trombone da professora…

Vendido por download no Mercado Xbox Live, “Snoopy Flying Ace” é recomendado para maiores de 10 anos.

]]>
http://www.jigu.com.br/blog/2010/07/13/snoopy-flying-ace-fofinho-uma-ova/feed/ 0 879