Linux – Jigu http://www.jigu.com.br o blog de jogos de Pedro Giglio Fri, 19 Aug 2011 21:03:35 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2016/09/JiguComBr-Botao-500x500.jpg?fit=32%2C32 Linux – Jigu http://www.jigu.com.br 32 32 33514019 [Promo] Hacker Evolution: Duality mostra o lado divertido da invasão de sistemas http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/18/promo-hacker-evolution-duality-mostra-o-lado-divertido-da-invasao-de-sistemas/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/18/promo-hacker-evolution-duality-mostra-o-lado-divertido-da-invasao-de-sistemas/#comments Thu, 18 Aug 2011 16:43:14 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1716 Hacker Evolution: Duality
"Boa sorte, estou atrás de sete proxies"

Outro dia, vi um vídeo de 1995 mostrando como a mídia americana retratava a internet, ainda na flor da idade – e no Brasil, então, restrita ao meio universitário e a poucas cobaias do acesso da Embratel (sim, eu recebi aquele incrível kit com o Winsock Trumpet e o Netscape Navigator). A maneira como certas coisas eram representadas fazem rir hoje em dia, como a cultura hacker.

Filmes como Hackers (ohhh!) os apresentava como como sujeitos radicais / muito loucos andavam por aí com a Angelina Jolie. E, bem, não é necessariamente assim que a banda toca (ou é, e eu perdi alguma coisa?). Muito tempo passou, e passamos a ler termos como DoS (Denial of Service) nos jornais ao vermos certos ataques a computadores via internet por hackers – por mais que, sim, a variação cracker seja mais adequada.

Hacker Evolution: Duality, terceiro episódio da série de jogos criada por Robert Muresan, foi lançado no último dia 15 no Steam para Mac e PC (também tem para Linux no site oficial), e eu finalmente pude corrigir uma certa injustiça histórica – e se você continuar lendo, pode ter uma chance.

Sempre achei esse tema interessante, mas até hoje só tinha jogado Uplink – e mesmo assim, não tanto quanto eu gostaria. Se eu soubesse que Hacker Evolution era tão envolvente, já teria começado a jogar os anteriores. (Bem, não dá para jogar tudo.) Foi só ver aquele mapa-mundi e a trilha sonora eletrônica trés bacana que eu não tive como deixar de ficar animado.

Há algo de viciante na invasão simulada de computadores remotos em um mundo virtual. Lidar com a tensão em cortar a conexão na hora certa (isto é, antes de ter seu computador rastreado), contornar medidas de segurança (leitura de retina e reconhecimento de voz) e até mesmo criar uma corrente de computadores para atacar o firewall e derrubar o servidor alheio é envolvente – e difícil. 🙂

Ficou curioso para jogar? Eis aí sua chance: o pessoal da exosyphen studios ofereceu uma chave de acesso ao jogo no Steam (isto é, Mac e PC) para mais um sorteio aqui no blog. Para concorrer, envie um email para promo@jigu.com.br com o assunto “Promo Hacker Evolution Duality”, comente na página do Facebook ou me siga no Twitter (@jiguryo) e repasse a seguinte mensagem:

@jiguryo Quero jogar Hacker Evolution Duality, #jigu! http://bit.ly/jigupromohacker

Valerão as inscrições enviadas até sexta-feira, 19 de agosto, às 18 horas. Pouco depois disto, revelarei quem foi contemplado. Lembre-se: se foi via Twitter, não deixe de me seguir por lá, senão não terei como entrar em contato.

Boa sorte a todos os participantes!

[Atualização, 19/8/2011, 18h01] E aí, seu random.org, quem é que levou a cópia do jogo? E a resposta é…

Marcus Roberto (via Twitter)

Obrigado a todos que participaram da promoção, e não desistam: quem sabe da próxima vez você ganha?

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Sleep is Death: para quem tem histórias a contar http://www.jigu.com.br/blog/2010/04/14/sleep-is-death-para-quem-tem-historias-a-contar/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/04/14/sleep-is-death-para-quem-tem-historias-a-contar/#respond Wed, 14 Apr 2010 18:48:53 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=632 Sleep Is Death

O game designer americano Jason Rohrer – um dos queridinhos da cena independente por ter criado Passage, que em duas partidas de cinco minutos passa uma mensagem bem intrigante – já fechou as reservas com desconto para Sleep Is Death (Geisterfahrer), seu mais novo projeto para computadores. Para quem não conhece, não se trata de um jogo em seu senso mais tradicional… afinal, não existem regras, sistemas de pontos, ou mesmo objetivos definidos por ele próprio. O elemento interessante do projeto é incentivar a criação de conteúdo – cenários, itens, personagens – e a narrativa experimentada por dois usuários simultaneamente: um hospeda a partida, enquanto o visitante interage com as criações de seu anfitrião.

De certa forma, isto me faz lembrar um bocado daquela época em que eu ainda jogava minhas partidas de RPG (saudosos AD&D, Shadowrun e Call of Cthulhu!), quando o mestre do jogo inventava todo um cenário, situações, inimigos, armadilhas e afins para que seus jogadores encarassem o desafio. A diferença de Sleep is Death é que a experiência só envolve dois participantes por vez (tanto é que comprar uma licença do game permite o download do mesmo por duas pessoas) e o bom fluxo dela fica a cargo da criatividade do anfitrião… não só na criação dos cenários, como também no jogo de cintura em relação às interações desejadas pelo seu visitante.

Afinal, nunca se sabe o que o jogador vai querer improvisar  ou tentar algo não previsto antes… vai que ele decide conversar com a estante, por exemplo? O mestre pode dizer, com um personagem humano: “Você está louco? Estantes não falam!”… ou fazer com que a estante responda com a mesmíssima frase. Ou até mesmo o cachorro, vai saber… A química entre mestre e jogador é que vai dizer se tal partida rendeu ou não – isto e o jogo de cintura do contador de histórias da vez.

O estilo audiovisual é simplista; enquanto SID vem com um conjunto padrão de cenários, personagens e objetos, o programa inclui um editor de tiles de 16 por 16 pixels. Isto é, uma pessoa com mais disposição e tempo livre para fazer pixel art mais detalhada poderá fazê-lo; aqueles com mais preguiça disto poderão se virar com o que vem de fábrica. De qualquer maneira, toda partida faz com que o visitante junte as artes novas ao seu acervo local. Particularmente, prevejo parte da comunidade de jogadores recriando personagens das eras 8-bit e 16-bit no editor… ou pelo menos usando os mapinhas de pixels como referência. Eu faria. 😛 Além disto, também há um editor de melodias em loop com três instrumentos diferentes – e a mesma regra do compartilhamento de recursos entre hóspede e anfitrião se aplica.

De qualquer forma, da minha parca experiência até o momento com Sleep is Death, notei que a falta de um recurso na edição oferecida poderia atrapalhar as partidas em questão: a ausência de um sistema centralizado de servidores a partir do próprio programa, para assim encontrar novas partidas. Felizmente, já tem uma galera fazendo isto no site comunitário SIDTube, marcando partidas, compartilhando historinhas acontecidas – pois é, o jogo gera uma sequência de páginas em HTML e as imagens de cada história para que os jogadores as compartilhem na web. Por fim, Rohrer disponibilizou uma série de tutoriais em vídeo para os aspirantes a contadores de histórias.

Além disto, vale notar que Rohrer lançou hoje o Amazing Story Contest, um concurso-relâmpago para aqueles que já têm o jogo: valendo US$ 200, os participantes têm até a meia-noite do dia 15 de abril (falei que era rápido!) para criar, hospedar e desenrolar uma história – só vale conteúdo original, incluindo as partes gráfica e sonora – com princípio, meio e fim… a história considerada mais interessante ganhará o prêmio e será revelada no site oficial.

Passando o controle: LittleBigPlanet, Guitar Hero e seu GH Tunes, WarioWare D.I.Y., Kodu Game Lab… qual a sua impressão sobre esta atenção dada pelas desenvolvedoras de jogos eletrônicos e afins ao conteúdo criado pelo usuário? Você prefere criar, ver as criações dos outros, um pouco de cada?

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