Journey – Jigu http://www.jigu.com.br o blog de jogos de Pedro Giglio Sun, 10 Apr 2016 23:40:42 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://i0.wp.com/www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2016/09/JiguComBr-Botao-500x500.jpg?fit=32%2C32 Journey – Jigu http://www.jigu.com.br 32 32 33514019 Journey: às montanhas, às estrelas e ao grande silêncio http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/09/journey-as-montanhas-as-estrelas-ao-grande-silencio/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/03/09/journey-as-montanhas-as-estrelas-ao-grande-silencio/#respond Fri, 09 Mar 2012 15:48:20 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2293 Continue reading Journey: às montanhas, às estrelas e ao grande silêncio ]]>
Chegaremos ao nosso objetivo... juntos?

Outro dia eu estava conversando com amigos no Facebook sobre o andamento da série Lost. O final, polarizante como poucos (afinal, a falta de algo mais mastigado ou que revisitasse todos os mistérios da série decepcionou uma boa parte dos espectadores), não foi tão importante quanto a jornada. Embora eu tenha curtido o final, tenho certeza que o caminho até lá foi mais interessante. É mais ou menos assim que me senti ao terminar Journey, o terceiro título da thatgamecompany para o PlayStation 3, pela primeira vez.

Este era um dos jogos que eu mais queria jogar em 2012, e pode ter certeza de que saí impressionado com a beleza da experiência como um todo. Sim, o visual é incrível e a trilha é assombrosa, mas isto é apenas uma pequena parte do que o torna tão especial. Confira um vídeo do jogo e as minhas impressões na sequência:

Embora seja em formato de videogame, com elementos de exploração e resolução de mistérios puramente por meio da curiosidade, não dá para não perceber Journey como uma metáfora da vida – como se o nome, “jornada”, já não fosse descritivo o suficiente. Sim, você imagina que exista um objetivo naquela montanha ao longe; no entanto, é necessário aprender como o mundo funciona e como lidar com o desconhecido (seja este outro peregrino ou um ambiente desconhecido) para chegar lá. Aliás, este esquema de esbarrar com um jogador desconhecido via internet – esqueça nomes e comunicação verbal – é uma dos lances mais intrigantes do jogo.

Não é todo dia em que eu me sinto realmente mal e chateado por deixar um outro jogador na mão por um deslize meu – e no fim da aventura, eu soube que tive três companheiros de viagem na minha partida original – e sei como notar isso na próxima vez. Porque, sim, jogarei de novo; lembra quando eu disse que a viagem era mais importante do que o final? Isto não quer dizer que eu não queira ver como serão os outros possíveis desfechos – já que, né, cheguei desacompanhado ao final e a aventura inteira pode ser realizada em menos de uma hora. Ainda assim, minha vontade é sugerir que seus jogadores o seguinte: passem bem longe de guias, FAQs, ou até mesmo dicas dos amigos de como passar de determinadas sequências. A graça da descoberta é um dos pontos mais forte de Journey.

Então é isso aí: em breve, sigo mais uma vez rumo ao desconhecido, ainda sem saber se chegarei ao seu final… sozinho ou não. Só há uma maneira de descobrir, certo?

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O que eu quero jogar em 2012… via distribuição digital? http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/30/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-via-distribuicao-digital/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/30/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-via-distribuicao-digital/#comments Fri, 30 Dec 2011 15:57:29 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2150 Continue reading O que eu quero jogar em 2012… via distribuição digital? ]]>
Do topo desta pirâmide (maia), um mundo de jogos o aguarda

É isso aí: no post anterior, você conheceu os dez jogos de 2012 que serão vendidos nas lojas que mais me intrigam. Agora é a vez de listar os títulos que terão venda, em princípio, exclusivamente por download para vários sistemas. Pode ter certeza de que tem muita coisa boa vindo aí, de projetos mais ambiciosos a outros no esquema “pegue e jogue”.

Dez jogos são prioridades no meu radar. Vamos lá? Mesmo esquema de ontem: listinha, descrição, galeria e aqueles que não entraram na lista por pouco.

Alan Wake: American Nightmare (XBLA): Bem que o Saku Lehtinen, diretor de arte da Remedy (que conheci na GDC deste ano e vi sua palestra), me avisou que a empresa não tinha desistido do Alan Wake. Estou curioso para ver o que o perturbado escritor de livros de terror vai enfrentar desta vez… o que me lembra de algo – ainda não zerei os dois DLCs do original!

Black Knight Sword (PSN, XBLA): Uma das paradas mais engraçadinhas de Shadows of the Damned era a ocasional fase de tiroteio 2D, lembrando bonecos de recorte – e este novo jogo por download também brinca com este formato: um teatrinho de sombras, bonecos e cenários de papel, e o tal cavaleiro negro do título em uma aventura. Periga ser bacana.

Dillon’s Rolling Western (eShop): É, os jogos exclusivos ao 3DS na eShop estão mostrando a começar ao que vieram – e este é um dos que parecem legais para o ano que vem. O negócio mistura combate, exploração de cenário e tower defense… e convenhamos: o herói é um tatu cowboy. Estileira.

Hybrid (XBLA): Depois de fazer a criatividade da galera vir à tona com a série Scribblenauts, a 5th Cell muda radicalmente de gênero e estilo – sem contar que é a primeira produção da empresa para o Xbox 360. O que pode sair de uma combinação de tiroteio em terceira pessoa, modo versus para dois times, ficção científica e parkour?

I Am Alive (PSN, XBLA): Originalmente previsto para venda em disco, agora o projeto da Ubisoft é para download. Ambientado em uma cidade afetada por uma calamidade em escala global, este “jogo-catástrofe” põe o jogador para sobreviver em meio às ruínas, lidando com sobreviventes – amigáveis ou hostis – enquanto busca sua família.

Journey (PSN): Além do estilo visual incrível, a nova produção da thatgamecompany tem um conceito bem curioso: você controla seu personagem em um deserto, podendo esbarrar com outros jogadores online para sua jornada… sem saber seu nome, privados de qualquer comunicação verbal, podendo ajudá-los ou não a alcançar seu destino final. Completos desconhecidos.

La-Mulana (WiiWare): Este é outro que já saiu no Japão e está demorando uma cara para sair nas Américas. Este é um remake de um jogo freeware que, em sua versão original, tem um estilo visual que remete à era do saudoso MSX… como se pode ver na foto abaixo, rolou um banho de loja no visual. Parece que sairá para mais sistemas – isto foi citado neste mês, na real – mas não especificaram quais.

Quantum Conundrum (PC, PSN, XBLA): Este é o projeto novo de Kim Swift, uma das criadoras de Portal, fora da Valve. A parada parece tão digna de dar nó na mente do jogador quanto o outro jogo: desta vez, a jogada envolve a manipulação do ambiente em quatro dimensões com propriedades diferentes. Prepare-se para queimar os neurônios de novo.

Runner 2: Future Legend of Rhythm Alien (PSN, XBLA): Um dos meus jogos favoritos de 2010 para o WiiWare (e que depois saiu para PC e Mac) vai ganhar um sucessor para os consoles de alta definição. Ah, e parece que o jogo de plataforma e ritmo tamém sairá no Wii U em algum momento; reza a lenda que a Gaijin Games já tem o kit de desenvolvimento do novo console.

Skulls of the Shogun (PC, XBLA): Se você curte jogos de estratégia tipo Advance Wars, o Japão feudal e uma boa dose de comédia, vai que este é maneiro. Tive a oportunidade de experimentar uma versão de testes este ano e troquei uma ideia com seu criador, Jake Kazdal… e o lance é bem divertido – e olha que a versão que joguei tem quase um ano, quero ver é a final!

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Correndo por fora: Fez, Sakura Samurai: Art of the Sword, Diabolical Pitch, Counter-Strike: Global Offensive, Sine Mora, Amy, DUST 514, Awesomenauts, Warp, Battleblock Theater

E aí, deu falta de algum jogo? Acha que algum deles não vale a empolgação? Fique à vontade para comentar por aqui, e lembre-se: todo ano tem jogo bom, e você sempre vai ter uma fila interminável de coisa maneira pra jogar dos anos anteriores. Divirta-se e feliz 2012!

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