3DS – Jigu http://www.jigu.com.br o blog de jogos de Pedro Giglio Mon, 19 Sep 2016 00:30:38 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://i0.wp.com/www.jigu.com.br/wp-content/uploads/2016/09/JiguComBr-Botao-500x500.jpg?fit=32%2C32 3DS – Jigu http://www.jigu.com.br 32 32 33514019 História antiga: minhas matérias do FinalBoss! http://www.jigu.com.br/blog/2016/09/18/historia-antiga-minhas-materias-do-finalboss/ http://www.jigu.com.br/blog/2016/09/18/historia-antiga-minhas-materias-do-finalboss/#respond Mon, 19 Sep 2016 00:30:38 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2604 Continue reading História antiga: minhas matérias do FinalBoss! ]]> BioShock

Faz tempo que eu não passo por aqui, né? Desde que entrei para a Riot, a vida tem sido corrida – e não posto nada sobre isso aqui porque, bem a página oficial de League of Legends existe pra isso e não quero deixar aqui monotemático – mas isso não quer dizer que esse blog tenha morrido. Se tanto, “ressuscitar” é uma palavra bem apta pra este post!

Trabalhei entre 2004 e 2010 no FinalBoss, fazendo a cobertura diária de notícias, fazendo entrevistas e escrevendo análises de jogos dos sistemas da época. No entanto, quem acessava lá lembra que praticamente nada disso era creditado ao autor – por motivos que incluem focar a discussão no material (e não nas discussões inúteis sobre fulano ou sicrano ser tendencioso. É, as guerrinhas de sistemas deveriam ter morrido nos anos 90).

No entanto… na boa, isso já prescreveu, né? Eis aqui o resultado de um papo recente com o ERVO, editor do site: estou publicando análises que eu escrevi para eles aqui no blog, com as datas originais e tudo mais. Agora a galera pode saber pelo menos uma parte de quem estava por trás de certas resenhas. 🙂 As entrevistas que realizei mais diretamente, elaborando perguntas ou falando com os entrevistados, também pintam por aqui.

Ah, sim: botei a tag “FinalBoss” em todas para facilitar a navegação.

Para quem lia o na época e ficava nas apostas: e aí, alguma análise que eu tenha escrito e não achava que era minha? Compartilhe nos comentários!

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Cobrindo a E3 2012… para o site e O Globo, heh http://www.jigu.com.br/blog/2012/06/07/cobrindo-a-e3-2012-para-o-site-e-o-globo-heh/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/06/07/cobrindo-a-e3-2012-para-o-site-e-o-globo-heh/#comments Thu, 07 Jun 2012 15:30:41 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2413 Continue reading Cobrindo a E3 2012… para o site e O Globo, heh ]]> Digital & Mídia - O Globo, 5 de junho de 2012

No finalzinho de maio, fui convocado para reforçar a equipe da Digital & Mídia, a seção de tecnologia do jornal O Globo. Minha primeira matéria para o impresso foi, naturalmente, sobre a E3 2012 – esta que você vê acima.

Enquanto esta matéria  que chegou nas bancas só pôde abranger o que apareceu até a noite de segunda-feira, cobri as três conferências da fabricante para a versão online. Eis os links:

E3 2012: Microsoft foca no Kinect e conexão entre dispositivos
E3 2012: Sony traz sequências de séries consagradas e surpresas
E3 2012: Nintendo mostra jogos do Wii U

Mais pra frente eu comento o que achei do evento propriamente dito…

[atualizado: como promessa é dívida, participei de um podcast sobre a E3]

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Post-Review: Kid Icarus: Uprising http://www.jigu.com.br/blog/2012/05/04/post-review-kid-icarus-uprising/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/05/04/post-review-kid-icarus-uprising/#respond Fri, 04 May 2012 16:48:34 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2357 Continue reading Post-Review: Kid Icarus: Uprising ]]>
Nossa, Pit, você não envelheceu nada

Existem alguns elementos de narrativa que sempre me divertem, e um deles é a quebra da quarta parede – sabe como é, quando uma obra dialoga diretamente com o espectador, ou mesmo quando um trabalho de ficção deixa bem claro que “sabe” muito bem a natureza de sua existência. Chega a ser engraçado pensar que Kid Icarus: Uprising, um dos jogos que eu mais esperava neste ano, não só brinca com isso como parece ser um enorme tributo à história da própria Nintendo – e mostra como mesmo um personagem menor consegue fazer ondulações.

Agora que terminei, posso comentar com propriedade – e se você prefere evitar certos spoilers, fique avisado: vai ser difícil, senão impossível, esquivar deles desta vez. Mas só depois do vídeo abaixo…

Um desconhecido lembrado por todos

Antes de comentar o jogo propriamente dito, acho que vale relembrar um pouco de história.

É até engraçado pensar que logo esta série, que só teve dois jogos antes disto – o original do Nintendinho e uma sequência, Of Myths and Monsters, para o Game Boy original – vem brincar com o que gosto de chamar de “nostalgia retroativa”, aquela saudade do que você não viveu. Pense bem: o KI original não teve a mesma projeção e popularidade do que Super Mario Bros. ou até mesmo Metroid – até hoje tem gente que não sabe o jogo não se resume a sequências de escalada na vertical, e nem foi transformado em berinjela! (Vá lá, o jogo era bem difícil e veio antes do advento dos saves com bateria… o jeito era anotar a senha de cada vez).

Eis que surge o Smash Bros. Dojo, site oficial para Super Smash Bros. Brawl – um jogo de porrada para o Wii que, por si só, parece um museu jogável da história da Nintendo (ou cabide de emprego para personagens de suas séries e produtos, como preferir). Praticamente até seu lançamento em 2008, os fãs acompanhavam as atualizações diárias do site com personagens, cenários, itens, canções, compositores e tudo mais. E no meio dos lutadores estava Pit, protagonista de Kid Icarus. Assim como aconteceu em SSB Melee (“quem são estes personagens? Fire Emblem? Hmmmm…”), isto levantou a especulação sobre a volta da série.

Não deu outra: na edição 2010 da Electronic Entertainment Expo – a mítica E3 -, foi revelado o Nintendo 3DS… e o primeiro jogo apresentado foi Kid Icarus: Uprising. Fruto da parceria com o estúdio Sora, de Masahiro Sakurai – diretor de Smash Bros. – e que já vai fazer uma nova versão pra 3DS e Wii U, mas isto é outra história. Foco, Jigu, foco!

Não se deixe enganar pelo visual de bom moço...

“Sorry to keep you waiting!”

O jogo propriamente dito se alterna entre dois gêneros: as sequências de combate aéreo são como Sin & Punishment: Star Successor, onde controle de mira e de personagem são independentes; já no combate no solo (seja a pé ou em veículos mágicos) é naquele esquema mais tradicional de ação em terceira pessoa, mantendo-se o sistema manual de mira para ataques à distância. Embora o jogo venha com um apoio para facilitar o controle, usei o suficiente para saber que não é tão vantajoso ou necessário assim. Ainda assim, valeu por incluírem de graça no pacote, hein! Os cartões de realidade aumentada também.

Embora exista as referências à mitologia grega, não há a seriedade de um God of War – ou até mesmo muita fidelidade, já que é uma grande mistureba de divindades, com anacronismos propositais pra fins cômicos. Referências à Wikipedia, RPGs de mesa, telefonia celular e aos videogames. É isso: é um jogo que sabe que é um jogo, e se refestela nisso ao brincar com elementos como a demora entre episódios (“Afinal, esperei por 25 anos”), a dificuldade do jogo (“Nossa, você ficou bem mais forte! Lembra de quando você dizia I’m finished! o tempo todo?”), e as próprias marcas da Nintendo (de cabeça, Donkey Kong, Brain Age e Metroid).

Há liberdade criativa de sobra, mas vale notar que a trama propriamente dita é bem esperta, mesmo com as tiradas cômicas aqui e ali para dar uma aliviada. E é outro daqueles jogos que são o sonho / pesadelo dos completistas, já que tem uma quantidade enorme de armas (combináveis para mais eficácia e efeitos variados), poderes (também ajustáveis para uso no combate de terra) e estatuetas pra colecionar. Ah, sim, isto e os desafios de Palutena (e de outras duas divindades maiores – uma neutra e uma maligna – que aparecem no jogo mais tarde, heheh).

Você é a Morte, é? Pfff, então tá

Voa, Pit, voa!

Admito que, embora empolgado com o jogo, não achei que curtiria tanto – mas o trabalho da Sora foi incrível, papo de servir de carta branca pra eles pegarem o jogo que quiserem para desenvolver. O visual é incrível (deve ser o título de 3DS com o visual mais bacana pela própria Nintendo até agora), a trilha é algo de espetacular (também, juntaram cinco compositores de peso, incluindo três dos meus favoritos do Japão – Masafumi Takada, Yuzo Koshiro e Motoi Sakuraba), mas isso sozinho não seria o suficiente: o lance é gostoso de jogar, e tem destrancáveis de sobra – e o Fiend’s Cauldron, onde você aposta o dinheiro do jogo contra uma dificuldade mais elevada, vai separar os fortes dos fracos.

Porque, sim, além do multiplayer via Internet eu já comecei a rejogar para tentar vencer todas as fases na dificuldade máxima – e destrancar todas as Intensity Gates. Se você precisa de um ótimo motivo para ter o 3DS logo, recomendo este jogo. E quando vencê-lo, não pule a tela de “The End” e me agradeça depois.

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The Binding of Isaac não sairá mais para o 3DS; a culpa é de quem? http://www.jigu.com.br/blog/2012/02/29/the-binding-of-isaac-nao-saira-mais-para-o-3ds-a-culpa-e-de-quem/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/02/29/the-binding-of-isaac-nao-saira-mais-para-o-3ds-a-culpa-e-de-quem/#respond Wed, 29 Feb 2012 18:09:56 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2267 Continue reading The Binding of Isaac não sairá mais para o 3DS; a culpa é de quem? ]]>
Chorei contigo, Isaac. Chorei contigo.

The Binding of Isaac foi uma das maiores surpresas que tive no ano passado. Criado por Edmund McMillen (designer e um dos autores de Super Meat Boy, outro queridinho indie) e Florian Himsl, o jogo no estilo rogue era inspirado pela passagem homônima do Velho Testamento – mas desta vez, você controla o filho que foge do parente que tenta sacrificá-lo ao ouvir vozes divinas. Se você não jogou, aproveita que tá baratinho no Steam – e se estiver indeciso, leia minha análise.

Fiquei muito feliz quando soube da possibilidade de seu lançamento sair para o 3DS via eShop, pois é o tipo de jogo que eu certamente jogaria mais se o tivesse no bolso — sem contar que suas partidas de duração reduzida combinariam lindamente com isso. Qual não foi minha surpresa (na verdade, uma decepção) ao ver que o pobre Isaac foi vetado pela Nintendo por “ter conteúdo religioso questionável“. McMillen se saiu muito bem ao agradecendo a Deus pela existência do Steam. 😛

“Ah, tinha que ser a Nintendo mesmo”, dizem alguns. E é aí que levanto a hipótese… e se o jogo passasse pelo crivo da ESRB, órgão responsável pela classificação etária de software nos Estados Unidos – coisa que não foi necessária para sua publicação no Steam, atualmente a única forma de comprá-lo? Talvez a coisa mudasse de figura. Vamos relembrar alguns momentos envolvendo o malfadado selinho Adults Only – e seu arqui-inimigo, o Mature.

"Tem como deixar esse Manhunt 2 menos adulto? (sic) - abraços, A Indústria"

Segundo o site oficial da ESRB, “títulos de classificação AO (Adults Only) têm conteudo que só devem ser jogados por pessoas de 18 anos de idade ou mais. Títulos nesta categoria incluem cenas prolongadas de violência intensa e/ou conteúdo sexual gráfico e nudez“. Lembra de quando o violentíssimo Manhunt 2 foi anunciado pela Rockstar para o Wii e foi vetado por ter classificação AO? Pois é: na real, nenhuma fabricante de consoles o lançaria. Se você acha isso bobeira, faça uma pesquisa e veja quantos jogos Adults Only foram lançados para console na ESRB.

O único representante, Grand Theft Auto: San Andreas, o recebeu retroativamente devido ao incidente Hot Coffee – no qual um minigame de sexo estava no disco, mesmo que incompleto e somente acessível ao modificar o código. Enfim, isso levou a uma pendenga judicial e seu relançamento editado para a classificação Mature (M), e o resto é história.

Hot Coffee: mais comportado do que a TV aberta, mas ainda assim rendeu polêmica

Enfim, voltemos ao pobre Isaac. Considerando que o jogo tem escatologia, matricídio e representações da genitália, vejamos as descrições de conteúdo nas quais The Binding of Isaac provavelmente se encaixaria, e algumas traduções aproximadas:

  • Blood and Gore (Sangue e mutilação)
  • Cartoon Violence (Violência cartunizada)
  • Crude Humor (Humor crasso)
  • Fantasy Violence (Violência fantástica)
  • Mature Humor (Humor maduro)
  • Nudity (Nudez)
  • Sexual Content (Conteúdo sexual)
  • Suggestive Themes (Temas sugestivos)

Oito categorias? Uia. E se você parar e aliar ao fato das referências diretas à Bíblia Sagrada – não levando em conta as já detectadas metáforas sobre abuso infantil e sexualidade reprimida – como a citação de Deus, o Diabo (vá lá, tem uma estátua de Baphomet no porão da casa, prontinha para um pacto demoníaco), só está derramando mais querosene na fogueira, reduzindo as chances de receber qualquer classificação que não fosse Adults Only. Se levasse Mature, vá lá, podiam jogar pedras à vontade na empresa que fosse… mas, particularmente, acho difícil.

Um demônio por qualquer outro nome seria tão maligno?

No fim do dia, isto selaria o destino do jogo: sem doses cavalares de edição (assim distorcendo The Binding of Isaac como concebido por McMillen e Himsl) para que passasse à classificação Mature, ele não sairia para o 3DS. E nem para o Vita, DS, PSP, Xbox 360, PlayStation 3, Wii… bem, acho que vocês entenderam o ponto no qual quero chegar: o problema de verdade está na maneira como fabricantes de consoles e portáteis lidam com jogos de classificação estritamente AO. Qual o lance? Pressão dos responsáveis? Da sociedade? O varejo? Quem garante que não é um pouco de cada?

Embora eu entenda as dores de cabeça que Microsoft, Nintendo e Sony queiram evitar ao rejeitar jogos Adults Only em seus sistemas – mesmo que todos tenham sistemas embutidos de controle parental, tal qual os de DVD player e receptores de TV a cabo, há anos – e sugerir que os mesmos voltem à prancheta, espero poder viver para ver o dia em que isso mude de figura, e que haja mais flexibilidade para que estas obras dispensem ajustes que as desviassem de suas visões originais. Quem sabe um dia…

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FreakyForms apresenta: o planeta do Doutor Moreau http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/23/freakyforms-apresenta-o-planeta-do-doutor-moreau/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/23/freakyforms-apresenta-o-planeta-do-doutor-moreau/#respond Mon, 23 Jan 2012 17:54:34 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2067 Continue reading FreakyForms apresenta: o planeta do Doutor Moreau ]]>
Sim, dá para criar bichos em formato de letra

 Vivemos em uma época em que o espectador não é meramente passivo. Na real, não é de hoje que o compartilhamento de conteúdo criado pelo usuário é a menina dos olhos de certas produtoras de games – seja de uma forma leve, como a customização de carros para partidas online de Forza Motorsport, ou mesmo algo que tem nesta função sua razão de ser, como a criação de fases de LittleBigPlanet. Agora, chegou a vez dos jogadores do 3DS demonstrarem sua criatividade com FreakyForms: Your Creations, Alive!

Pois é: agora é a Nintendo que está atacando de conteúdo gerado pelo usuário no 3DS. Leia minha análise completa de FreakyForms: Your Creations, Alive! no TechTudo.

E como bônus, fiquem aí com as minhas primeiras criações no jogo para baixar baixando QR. Enquanto isso, do outro lado do mundo, os japoneses são uns monstros na customização dos Formees. Veja a galeria abaixo e descubra quais são os meus e os deles. 😛

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Post-Review: VVVVVV http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/10/post-review-vvvvvv/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/10/post-review-vvvvvv/#respond Tue, 10 Jan 2012 03:22:24 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2174 Continue reading Post-Review: VVVVVV ]]>
O que você está fazendo no teto? / Não seria você?

Tem certas coisas que as gerações mais recentes de jogadores simplesmente não reconhecerão. Aquele maldito barulho de modem conectando, as telas de apresentação que precediam o resto do carregamento de jogos gravados em fita cassete – e que dependendo da regulagem do infame azimute do gravador, podia desperdiçar minutos de sua vida ao não funcionar após minutos de transferência – e por aí vai. Chega a ser um pouco engraçado ver parte do público atual sendo nostálgico de forma retroativa.

Alguns jogos capitalizam direto em cima das estéticas dos consoles 8-bit (Mega Man 9), 16-bit (Jamestown: Legend of the Lost Colony), e até mesmo de alguns computadores das antigas, como o MSX (La-Mulana, cujo remake pro WiiWare sai do Japão em breve). Mas tem um sistema que passou muito tempo sem um tributo digno de nota foi o Commodore 64… que, ironicamente, eu não tive. Oh não, será que eu também entrei nessa pilha retroativa? 🙂 Enfim, a espera acabou em 2010 com o infame VVVVVV – que finalmente zerei e achei incrível.

“Mas por que você demorou tanto pra zerar? Já saiu faz tanto tempo!”

Pois é: eu tenho no PC, mas admito que ter saído no eShop do 3DS fez a diferença. Ter o jogo em qualquer lugar (se tanto, abdicando das fases criadas por usuários – não incluindo os convidados como Notch e Souleye – e do editor de fases) foi um grande atrativo para voltar ao desafio, cheguei a ver elementos de fase que eu nem sabia que estavam lá. E este desafio, amiguinhos e amiguinhas, se chama “Doing Things the Hard Way”. Um daqueles momentos em que você questiona a existência da progenitora do designer de fases.

Beleza, o lance de trocar o pulo – medalhão dos jogos de plataforma – por trocar a gravidade vai do fácil ao desafiador, com tantos inimigos na tela e espinhos espalhados por várias telas, só que esta frase acima – uma das pequenas heranças dos jogos de computador da era C64, que vez por outra faziam a mesma coisa – marca apenas o começo da dor e ranger de dentes que é passar por esta parte para conseguir um dos 20 shiny trinkets necessários para abrir o laboratório secreto ao fim do jogo.

Além de um desafio extra (o Super Graviton, que deixa seu personagem quicando entre dois raios inversores de gravidade indefinidamente até que o pobre capitão Viridian seja atingido por algo), outra novidade desta área bônus é sua sala de troféus que comprova a crueldade do senhor Terry Cavanagh: ver desafios como “Vença o jogo morrendo menos de 10 vezes no total” é tenso… e ter uma sala à parte para os verdadeiros deuses entre homens que conseguirem zerar VVVVVV sem perder uma vida sequer é igualmente opressor. 🙂

Discutindo o elefante na sala

"Me sinto tão irrelefante, snifs"

É, esta tem que ser uma das piadas mais meta que eu já vi em qualquer jogo. Mas não fique triste se não entender… apenas fique fitando o paquiderme psicodélico ao encontrá-lo. Acho que minha mente acabou de implodir e não vou conseg–

[Este post foi interrompido por uma anomalia dimensional. 20 shiny trinkets serão necessários para compreender esta mensagem.]

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Top 15 jogos de 2011 na Rolling Stone Brasil: eu votei http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/09/top-15-jogos-de-2011-na-rolling-stone-brasil-eu-votei/ http://www.jigu.com.br/blog/2012/01/09/top-15-jogos-de-2011-na-rolling-stone-brasil-eu-votei/#respond Mon, 09 Jan 2012 17:31:30 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2164 Continue reading Top 15 jogos de 2011 na Rolling Stone Brasil: eu votei ]]>
Eu ia jogar mais, mas tomei uma flec-- ok, essa piada fica em 2011

E em meio aos preparativos dos espumantes, petiscos e roupas brancas – ou não -, o mestre Pablo Miyazawa publicou a lista dos 15 melhores jogos de 2011 no site da Rolling Stone Brasil. Dez jornalistas foram consultados… e mais uma vez, fui convidado – sempre uma honra participar disso!

Cada participante votou em 10 jogos. Dos meus, somente dois não entraram: Bulletstorm e Shadows of the Damned (sim, tô devendo um post-review desse). E aí, em quais da lista deles será que eu votei? Aproveitando o ensejo, qual a sua lista de jogaços de 2011? Comentaí!

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O que eu quero jogar em 2012… via distribuição digital? http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/30/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-via-distribuicao-digital/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/30/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-via-distribuicao-digital/#comments Fri, 30 Dec 2011 15:57:29 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2150 Continue reading O que eu quero jogar em 2012… via distribuição digital? ]]>
Do topo desta pirâmide (maia), um mundo de jogos o aguarda

É isso aí: no post anterior, você conheceu os dez jogos de 2012 que serão vendidos nas lojas que mais me intrigam. Agora é a vez de listar os títulos que terão venda, em princípio, exclusivamente por download para vários sistemas. Pode ter certeza de que tem muita coisa boa vindo aí, de projetos mais ambiciosos a outros no esquema “pegue e jogue”.

Dez jogos são prioridades no meu radar. Vamos lá? Mesmo esquema de ontem: listinha, descrição, galeria e aqueles que não entraram na lista por pouco.

Alan Wake: American Nightmare (XBLA): Bem que o Saku Lehtinen, diretor de arte da Remedy (que conheci na GDC deste ano e vi sua palestra), me avisou que a empresa não tinha desistido do Alan Wake. Estou curioso para ver o que o perturbado escritor de livros de terror vai enfrentar desta vez… o que me lembra de algo – ainda não zerei os dois DLCs do original!

Black Knight Sword (PSN, XBLA): Uma das paradas mais engraçadinhas de Shadows of the Damned era a ocasional fase de tiroteio 2D, lembrando bonecos de recorte – e este novo jogo por download também brinca com este formato: um teatrinho de sombras, bonecos e cenários de papel, e o tal cavaleiro negro do título em uma aventura. Periga ser bacana.

Dillon’s Rolling Western (eShop): É, os jogos exclusivos ao 3DS na eShop estão mostrando a começar ao que vieram – e este é um dos que parecem legais para o ano que vem. O negócio mistura combate, exploração de cenário e tower defense… e convenhamos: o herói é um tatu cowboy. Estileira.

Hybrid (XBLA): Depois de fazer a criatividade da galera vir à tona com a série Scribblenauts, a 5th Cell muda radicalmente de gênero e estilo – sem contar que é a primeira produção da empresa para o Xbox 360. O que pode sair de uma combinação de tiroteio em terceira pessoa, modo versus para dois times, ficção científica e parkour?

I Am Alive (PSN, XBLA): Originalmente previsto para venda em disco, agora o projeto da Ubisoft é para download. Ambientado em uma cidade afetada por uma calamidade em escala global, este “jogo-catástrofe” põe o jogador para sobreviver em meio às ruínas, lidando com sobreviventes – amigáveis ou hostis – enquanto busca sua família.

Journey (PSN): Além do estilo visual incrível, a nova produção da thatgamecompany tem um conceito bem curioso: você controla seu personagem em um deserto, podendo esbarrar com outros jogadores online para sua jornada… sem saber seu nome, privados de qualquer comunicação verbal, podendo ajudá-los ou não a alcançar seu destino final. Completos desconhecidos.

La-Mulana (WiiWare): Este é outro que já saiu no Japão e está demorando uma cara para sair nas Américas. Este é um remake de um jogo freeware que, em sua versão original, tem um estilo visual que remete à era do saudoso MSX… como se pode ver na foto abaixo, rolou um banho de loja no visual. Parece que sairá para mais sistemas – isto foi citado neste mês, na real – mas não especificaram quais.

Quantum Conundrum (PC, PSN, XBLA): Este é o projeto novo de Kim Swift, uma das criadoras de Portal, fora da Valve. A parada parece tão digna de dar nó na mente do jogador quanto o outro jogo: desta vez, a jogada envolve a manipulação do ambiente em quatro dimensões com propriedades diferentes. Prepare-se para queimar os neurônios de novo.

Runner 2: Future Legend of Rhythm Alien (PSN, XBLA): Um dos meus jogos favoritos de 2010 para o WiiWare (e que depois saiu para PC e Mac) vai ganhar um sucessor para os consoles de alta definição. Ah, e parece que o jogo de plataforma e ritmo tamém sairá no Wii U em algum momento; reza a lenda que a Gaijin Games já tem o kit de desenvolvimento do novo console.

Skulls of the Shogun (PC, XBLA): Se você curte jogos de estratégia tipo Advance Wars, o Japão feudal e uma boa dose de comédia, vai que este é maneiro. Tive a oportunidade de experimentar uma versão de testes este ano e troquei uma ideia com seu criador, Jake Kazdal… e o lance é bem divertido – e olha que a versão que joguei tem quase um ano, quero ver é a final!

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Correndo por fora: Fez, Sakura Samurai: Art of the Sword, Diabolical Pitch, Counter-Strike: Global Offensive, Sine Mora, Amy, DUST 514, Awesomenauts, Warp, Battleblock Theater

E aí, deu falta de algum jogo? Acha que algum deles não vale a empolgação? Fique à vontade para comentar por aqui, e lembre-se: todo ano tem jogo bom, e você sempre vai ter uma fila interminável de coisa maneira pra jogar dos anos anteriores. Divirta-se e feliz 2012!

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O que eu quero jogar em 2012… do varejo? http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/29/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-do-varejo/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/29/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-do-varejo/#comments Thu, 29 Dec 2011 16:11:05 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2147 Continue reading O que eu quero jogar em 2012… do varejo? ]]>
Os jogos de 2012 vêm aí! Marque seu calend-- uh oh

É isso mesmo: a gente pode reclamar o quanto quiser, se pega dizendo coisas como “mas não tem nada que me interesse tão cedo!”, e no fim das contas todo ano é cheio de jogos interessantes para todos os gostos. Sim, o ano que vem terá sistemas novos como o Wii U e o lançamento ocidental do PlayStation Vita, mas como eu não tenho nenhum deles no momento (obrigado, Capitão Óbvio!), minha lista dos mais esperados de 2012 é para os sistemas atuais.

Separei uma lista com os dez jogos do varejo que mais me empolgam para o ano que vem (em breve, um post sobre os vendidos somente por download), sem ordem específica – além de uma galeriazinha marota de imagens de cada um no final do post…

BioShock Infinite (360, PC, PS3): O primeiro BioShock me impressionou com sua ambientação e trama; a sequência apresentando outros recantos da cidade submarina de Rapture foi bem boa, mas preferia ver algo diferente. E não deu outra: Infinite brinca com dobras temporais, radicalismo político e avanço tecnológico em uma cidade suspensa além das nuvens.

Lollipop Chainsaw (360, PS3): O estúdio Grasshopper Manufacture (ou “banda de videogames”, como define Goichi Suda, chefão da parada) prepara uma parceria curiosa com James Gunn – cineasta conhecido por seu trabalho na Troma, referência dos filmes trash, e especialista em terror e comédia – e trará a história de Juliet Starling, animadora de torcidas e matadora de zumbis. Adivinha qual a sua arma favorita?

Mass Effect 3 (360, PC, PS3): taí uma série que me pegou de surpresa. O primeiro é fantástico, o segundo deu uma enxugada em certos aspectos (e embora isso não tenha agradado a todos, achei que deixou o jogo melhor e mais dinâmico), e estou louco para ver o combate final da série na Terra. Será que ainda dá tempo deo rejogar o Mass Effect 2 para eu garantir que todos da equipe sobreviveram e usar o save no terceiro?

Xenoblade Chronicles (Wii): sim, o jogo já saiu no Japão há tempos e está disponível na Europa – mas como meu console é americano e eu não desbloqueei nem nada do gênero, vou jogar este RPG ano que vem. Ponto para o povo da Operation Rainfall, que aumentou a percepção de público e imprensa para o jogão que os consumidores das Américas perderiam, garantindo seu lançamento em 2012 na região.

Kid Icarus: Uprising (3DS): o primeiro jogo do 3DS a ser apresentado tá demorando, né? Tudo bem – o que é mais um ano para quem espera por um novo título da série há 10, não é verdade? Enfim, boto muita fé no trabalho do Masahiro Sakurai e da Sora – é, a mesma galera que trabalhou em Super Smash Bros. Brawl, do qual o herói Pit também participou.

Metal Gear Rising: Revengeance (360, PS3): Juro que ainda não entendi a galera que reclamou deste jogo. Se nos demais títulos da série Metal Gear, coadjuvantes como Raiden e Grey Fox realizavam feitos maiores do que a humanidade, por que não deixar os jogadores realizá-los em um spin-off? Ah, e adorei que a bola da produção tenha sido passada para a Platinum Games.

Diablo III (PC, Mac): Este entrou na minha lista para amenizar uma pequena injustiça histórica – nunca joguei Diablo na vida! De repente esta é a hora de acertar estes ponteiros, já que a série inspirou tantos outros games bacanas que joguei depois, como Torchlight (que está prestes a ganhar sequência, inclusive).

Max Payne 3 (360, PC, PS3): Então quer dizer que a volta do ex-policial mais depressivo do mundo é em São Paulo, né? Beleza. Mais uma vez, aposto que teremos o mesmo efeito que vimos na dublagem de StarCraft II: paulistas dizendo que os personagens soam cariocas, e cariocas dizendo que os personagens soam paulistas. Fazer o quê…

XCOM (PC, 360, PS3): a série de estratégia era sensacional, e admito que estou curioso com esta reinvenção ambientada nos anos 50 – e feliz por saber que não “emburreceram” a série para que virasse um jogo somente de trocar tiros. É, ainda tem um elemento tático com outros personagens, o lance de pesquisa e assim por diante.

Anarchy Reigns (360, PS3): Outro jogo da Platinum na lista? É isso aí – e este aqui ainda tem a volta do Jack Cayman, do amplamente subestimado MadWorld, como um dos tantos personagens jogáveis. Quero só ver como a pancadaria multiplayer em área aberta vai funcionar – e se for ao menos tão legal quanto os demais títulos do estúdio, vem coisa boa por aí.

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Correndo por foraThe Secret WorldResident Evil: Operation Raccoon CitySouth Park: The GameStreet Fighter X TekkenDOTA 2LEGO City StoriesThe Last of UsStarCraft II: Heart of the SwarmRhythm Heaven FeverRhythm Thief & the Emperor’s Treasure, Beyond the LabyrinthSyndicate, Touch My Katamari.

Então é isso aí, pessoal: isso é só um gostinho do que está por vir em 2012. Deu falta de algum jogão vendido nas lojas que você esteja louco pra jogar? Comenta aí! Amanhã posto minha lista dos jogos por download.

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http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/29/o-que-eu-quero-jogar-em-2012-do-varejo/feed/ 4 2147
Embaixadores 3DS: chegaram os dez jogos grátis de Game Boy Advance http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/16/embaixadores-3ds-chegaram-os-dez-jogos-gratis-de-game-boy-advance/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/16/embaixadores-3ds-chegaram-os-dez-jogos-gratis-de-game-boy-advance/#respond Fri, 16 Dec 2011 11:29:34 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=2135 Continue reading Embaixadores 3DS: chegaram os dez jogos grátis de Game Boy Advance ]]>
É isso aí: Link e Ezlo chegam bem acompanhados ao 3DS

É isso aí, pessoal: acabou a espera dos Embaixadores 3DS pelos dez jogos grátis de Game Boy Advance como forma de agradecimento / compensação para aqueles que compraram o mais recente portátil da Nintendo antes de seu corte de preço.

Agora, vou te contar — desta vez, a Nintendo acertou muito a mão na seleção de títulos do GBA: F-Zero: Maximum VelocityFire Emblem: The Sacred StonesKirby & the Amazing MirrorThe Legend of Zelda: The Minish CapMario Kart: Super CircuitMario vs. Donkey KongMetroid FusionWarioWare, Inc: Mega Microgame$Wario Land 4Yoshi’s Island: Super Mario Advance 3.

Para baixá-los, basta seguir… bem, praticamente os mesmos passos de quando liberaram os jogos do Nintendinho:

  • abra o eShop;
  • nele, clique em “Configurações e opções”;
  • clique na opção “Títulos baixados”;
  • procure os jogos em meio à sua lista de downloads e clique “Baixar novamente”;
  • se você vai baixar todos de uma vez, enfileire-os com a opção “Baixar mais tarde” e deixe o 3DS em modo sleep;
  • LUCRO!

(Agora é hora de tirar o atraso e corrigir certas injustiças históricas, como não ter jogado Minish Cap direito.)

]]> http://www.jigu.com.br/blog/2011/12/16/embaixadores-3ds-chegaram-os-dez-jogos-gratis-de-game-boy-advance/feed/ 0 2135 Post-Review: The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D (3DS) http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/09/post-review-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-3d-3ds/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/09/post-review-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-3d-3ds/#respond Wed, 09 Nov 2011 15:26:08 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1988 Continue reading Post-Review: The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D (3DS) ]]>

É oficial: mesmo 13 anos depois, continua incrível

A bordo de um ônibus entre São Paulo e Rio de Janeiro, no meio do nada, o medley dos créditos finais de The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D fez virar para a janela, olhar os campos verdejantes e sentir falta de uma aventura que eu ainda não tive a oportunidade de encarar. Sabe aquela sensação de que há um propósito maior na vida do que o ciclo imposto pelo mundo? Ao mesmo tempo, quem disse que precisamos vagar o mundo e termos itens mágicos para sermos heróis?

Enfim, digressiono. O lance é o seguinte: às vezes, simplesmente não rola de dar atenção a todos os filmes, livros, jogos e afins. Se as pessoas e a história acabam definindo alguns como “clássicos”, há aquela chance das pessoas te olharem com ar de surpresa e dispararem: “O quê? Como assim, você não assistiu / leu / jogou XYZ?” Da minha experiência, o Ocarina of Time original é um destes exemplos. E imaginar que este tesouro estava guardado na minha estante por tanto tempo…

Não foi só por eu não ter um Nintendo 64 na minha casa em 1998, pois eu até joguei-o na casa de um amigo da época – e em algum momento, meu save foi perdido… e logo no infame Water Temple, ainda por cima. Apesar de ter o disquinho The Legend of Zelda: Collector’s Edition para o GameCube (incluindo os dois do Nintendinho, os dois do N64 – e o até então inédito Master Quest, incluído como extra em OoT 3D), as demais atrações da época competiam por minha atenção. Isto foi em 2002.

O lançamento do remake para o 3DS neste ano foi a desculpa perfeita para eu resolver esta injustiça. De fato, “injustiça” define bem; parece até ironia do destino eu só voltar a Ocarina of Time nove anos depois, considerando que a divisão da aventura em duas épocas (com Link criança e adulto) e o vai-e-volta entre ambas foi uma das características mais marcantes da trama. Ao mesmo tempo em que eu sabia certas soluções de quando joguei logo após a saída da minha adolescência, ainda havia a graça do desconhecido, o elemento surpresa para mim.

Pensando bem, é mais ou menos como acontece para o próprio protagonista do jogo, né? Ele vivia dividido entre duas eras: em uma, o conforto do normal; na outra, um mundo devastado que precisa ser salvo por ele.

No fim das contas, o jogo continua relevante e interessante de jogar. Sim, houve melhorias na série desde então; dentro do que este a aqui se propõe, tanto as melhorias de interface quanto visuais só engrandeceram uma experiência que, em seu cerne, ainda faz bonito e envolve muito. Quando é que vou jogar o Master Quest desta versão? Quem sabe…

]]> http://www.jigu.com.br/blog/2011/11/09/post-review-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-3d-3ds/feed/ 0 1988 Semana boa pros durangos: Zelda, Broken Sword e City of Heroes grátis http://www.jigu.com.br/blog/2011/09/29/semana-boa-pros-durangos-zelda-broken-sword-e-city-of-heroes-gratis/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/09/29/semana-boa-pros-durangos-zelda-broken-sword-e-city-of-heroes-gratis/#comments Thu, 29 Sep 2011 12:57:42 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1874 Continue reading Semana boa pros durangos: Zelda, Broken Sword e City of Heroes grátis ]]> Um Link só? Acho pouco. Chame mais três

Um Link só? Acho pouco. Chame mais três

Esta é uma semana incrível para quem está sem grana no fim de mês. Para quem tem o Nintendo DSi ou 3DS, foi disponibilizado – um dia antes da atualização semanal de conteúdo – The Legend of Zelda: Four Swords Anniversary Edition, remake do divertido multiplayer. Além de jogar via wireless desta vez, esta versão tem novas fases e campanha singleplayer. Para baixar, é só visitar o DSi Shop / eShop.

O que um americano faz em Paris? Se enrola com templários
O que um americano faz em Paris? Se enrola com templários

Para quem joga no PC, a Good Old Games comemora os 6 milhões de downloads com um presente para seus usuários: a versão do diretor de Broken Sword: Shadow of the Templars, um adventure da Revolution Software repleto de mistérios e conspirações. Vale lembrar que esta edição oferecida no GOG tem material exclusivo! Se você curte o gênero, vale o download.

Você pode ser um herói único (como qualquer outro)
Você pode ser um herói único (como qualquer outro)

Já os fãs de RPGs online e super-heróis dos quadrinhos com a carteira mais leve curtirão saber que a NCsoft anunciou City of Heroes: Freedom, versão free-to-play daquele MMO. Claro, neste aqui ainda tem o lance de micropagamentos e mensalidades para quem preferir algumas vantagens, como campanhas exclusivas… Mas ainda assim, o que você está esperando? É grátis!

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Embaixador 3DS: seus jogos grátis de NES já chegaram http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/31/embaixador-3ds-seus-jogos-gratis-de-nes-ja-chegaram/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/08/31/embaixador-3ds-seus-jogos-gratis-de-nes-ja-chegaram/#comments Wed, 31 Aug 2011 14:13:43 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1783 Continue reading Embaixador 3DS: seus jogos grátis de NES já chegaram ]]> Mario em 3D - fan art
Seria maneiro se fosse assim...

Então você é um Embaixador 3DS – isto é, comprou o mais recente portátil da Nintendo e acessou a loja virtual dele antes do corte oficial de preço – e sabe que tem direito ao download grátis de 20 jogos (metade do Nintendinho, metade do Game Boy Advance)? O lançamento dos jogos de NES estava marcado para amanhã, primeiro de setembro, mas os jogos já estão lá! Se você está com pressa, baixá-los é simples:

  • abra o eShop;
  • nele, clique em “Configurações e opções”;
  • clique na opção “Títulos baixados”;
  • procure os jogos em meio à sua lista de downloads e clique “Baixar novamente”;
  • LUCRO!

Vale notar que não só os dez jogos do NES (Super Mario Bros., Metroid, The Legend of Zelda, Zelda II: The Adventure of Link, Donkey Kong Jr.YoshiIce Climbers, Balloon FightWrecking Crew e NES Open Tournament Golf) estão disponíveis, como também um aplicativo do Embaixador 3DS. Este serve para notificar quando os jogos de GBA sairão – até agora, um vago “até o final de 2011”.

(Particularmente, mal posso esperar para rejogar Metroid Fusion.)

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Super Street Fighter IV: 3D Edition traz o poder do haduko* ao seu bolso http://www.jigu.com.br/blog/2011/07/11/super-street-fighter-iv-3d-edition-traz-o-poder-do-haduko-ao-seu-bolso/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/07/11/super-street-fighter-iv-3d-edition-traz-o-poder-do-haduko-ao-seu-bolso/#respond Mon, 11 Jul 2011 16:12:53 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1610 Continue reading Super Street Fighter IV: 3D Edition traz o poder do haduko* ao seu bolso ]]> Super Street Fighter IV: 3D Edition

Street Fighter IV mexeu com o coração daqueles que moravam no fliperama na época de Street Fighter II. Além de trazer o elenco de lutadores do clássico de 1991, a Capcom mandou bem em manter a lógica de luta 2D adaptando os personagens a um visual 3D incrível. Nada daquelas sandices de Street Fighter EX (por mais que na época tenha me divertido). (…) Super Street Fighter IV trazia melhorias suficientes para que não fosse uma mera expansão de conteúdo por download, além de mais personagens. Agora é a vez do Nintendo 3DS receber esta edição do jogo de luta desta série que dispensa apresentações.

Promessa é dívida: taí o review que estava no limbo! E sim, Super Street Fighter IV: 3D Edition é uma ótima pedida pro 3DS. Leia minha crítica do jogo no Arena Turbo!

* sim, eu sei que é “hadouken”.

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Splinter Cell 3D: Manual do Jovem Espião http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/27/splinter-cell-3d-manual-do-jovem-espiao/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/05/27/splinter-cell-3d-manual-do-jovem-espiao/#respond Fri, 27 May 2011 23:15:16 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1395 Continue reading Splinter Cell 3D: Manual do Jovem Espião ]]> Splinter Cell 3D

Outro argumento apresentado na defesa do PSP era a possibilidade de jogar títulos equivalentes aos de console em qualquer lugar – mesmo que, na real, nem sempre é isso que o jogador quer. Acontece que agora as produtoras já estão mais espertas em se tratando de adaptar suas criações ao meio portátil. Para provar esse argumento – e aproveitando o embalo da chegada do 3DS – a Ubisoft lançou recentemente Splinter Cell 3D.

É, até que essa versão light de Splinter Cell: Chaos Theory para o 3DS ficou bem honesta – mas não muito além disso, né… Leia minha crítica para o Arena Turbo.

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Pilotwings Resort: Alçando voo, mas nem tanto http://www.jigu.com.br/blog/2011/03/10/pilotwings-resort-alcando-voo-mas-nem-tanto/ http://www.jigu.com.br/blog/2011/03/10/pilotwings-resort-alcando-voo-mas-nem-tanto/#respond Thu, 10 Mar 2011 15:00:39 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=1603 Pilotwings Resort

Parece que o recém-lançado 3DS se tornou o sistema para revisitar séries guardadas por muito tempo na gaveta da Nintendo: Pilotwings Resort quebrou um hiato de 15 anos desde sua última aparição (no Nintendo 64).

[leia a versão digital no site da Rolling Stone Brasil]

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E3 2010: Matéria no Globo http://www.jigu.com.br/blog/2010/06/21/e3-2010-materia-no-globo/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/06/21/e3-2010-materia-no-globo/#respond Mon, 21 Jun 2010 15:47:18 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=804 Continue reading E3 2010: Matéria no Globo ]]> E3 Logo

As novidades apresentadas na edição 2010, que ocorreu semana passada, refletem uma mudança curiosa no andamento desta geração de consoles: sua duração, como as fabricantes estão agindo para manter vivo o interesse do consumidor e como atrair novos fãs no processo.

Leia a matéria completa no Globo Online!

Passando o controle: Agora que o evento terminou, qual foi sua impressão geral? O que você mais curtiu durante a E3 2010, e o que você espera para de 2011?

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E3 2010: O que rolou nas conferências das fabricantes? http://www.jigu.com.br/blog/2010/06/15/e3-2010-o-que-rolou-nas-conferencias-das-fabricantes/ http://www.jigu.com.br/blog/2010/06/15/e3-2010-o-que-rolou-nas-conferencias-das-fabricantes/#comments Wed, 16 Jun 2010 00:25:49 +0000 http://www.jigu.com.br/?p=797 Continue reading E3 2010: O que rolou nas conferências das fabricantes? ]]> MY GOD, IT'S FULL OF GAMES

Começou a insanidade da E3 2010, quando rola aquela avalanche de novidades e os fãs de videogame costumam ficar enlouquecidos. Neste ano, por mais software bacana que tenha pintado – e acredite, isso é o que não falta – a atenção estava no hardware mesmo. Seja a Sony marretando que o 3D é o futuro, a Microsoft naquela invejinha boa dos jogos por movimento ou a Nintendo e seu 3DS sem óculos nem nada do gênero, foi um bom começo de E3… e que dá margem para achar que esta geração periga ser longa que só.

E como foram as impressões das conferências de imprensa das fabricantes? Olho no lance – com direito a uma galeriazinha de imagens bacana no final:

Microsoft: Além de mostrar certos medalhões como Halo e Gears of War, a empresa se dedicou a apresentação do Kinect (aliás, que nomezinho difícil, hein?). Enquanto a ideia é maneira, espero que a especulação de preço das lojas online gringas não se torne realidade. Vá lá, a tecnologia é muito bacana, mas se pensarmos no Kinect como a resposta da Microsoft ao sucesso do Wii, US$ 150 seria salgado — afinal, é só inteirar mais US$ 50 neste valor e comprar o Wii zerado com MotionPlus e tudo mais. No entanto, é difícil não curtir exemplos de uso como o Kinectimals e a interface da dashboard adaptada a movimentos da mão, reconhecimento de voz, e por aí vai. Espero que a MS seja safa quanto ao preço final ao usuário, porque eu gostaria de brincar de “Minority Report” em casa.

Ah, sim: jogada digna da Apple anunciar o redesign do console para a mesma semana — e finalmente com wi-fi embutido e o HD com mais capacidade, hein? Nada mau, acho que vou trocar o meu na primeira oportunidade.

Momentos OMG: a menininha jogando Kinectimals (não gostou? Você não tem alma); a dashboard adaptada ao Kinect; Raiden brincando de Afro Samurai no Metal Gear Solid: Rising.
Desaparecidos: Milo e Kate; visualização 3D; Hulu

Nintendo: Caso clássico de jogar para a torcida. Abriu o evento com The Legend of Zelda: Skyward Sword para o Wii, revelou Donkey Kong Country Returns (pela Retro, de todas as companhias!), Mario Sports Mix e Kirby’s Epic Yarn. Fora isso, teve o Epic Mickey — sim, colorido E sombrio, como é possível fazer… estão aí filmes como “A Noiva Cadáver” e “Coraline” de prova — e o Wii Party. Mas na real, quem roubou a cena foi o 3DS. Os recursos bacanas, gráficos melhorados e uma linha de títulos impressionante — não bastasse o Kid Icarus Uprising, pra aplacar a ira dos que torraram a paciência da Nintendo por anos, ainda tem Metal Gear Solid, Resident Evil, Ninja Gaiden, Saint’s Row, Super Street Fighter IV… quero logo poder testar o bichinho.

Momentos OMG: Explicação dos recursos do 3DS; interface do Zelda novo; ressuscitarem paradas como Kirby, DKC e Goldeneye
Desaparecidos: Vitality Sensor; Wii HD, que não sai da mente de uns e outros; The Last Story ou Xenoblade

Sony: Por mais bacana que seja o 3D, é uma tecnologia tão cara e distante para nossa realidade daqui que não consigo me empolgar — é coisa pra mais pra frente — e talvez por isso eu tenha achado a reta inicial da conferência deles chata – eu não ligar muito pro Killzone 3 não ajuda, mas não serei besta de dizer que é mal executado. É uma pena quanto ao andamento da conferência, mas pelo menos mais pra frente pintaram paradas mais interessantes, como o inFamous 2 e o Twisted Metal (do qual eu nem sou tão fã assim, mas dou o braço a torcer: maneiríssimo o visual!). Ah, sim: rolou aquela atenção especial ao Move, como no caso do Sorcery (as coincidências são engraçadas, né? Tanto o Link quanto o feiticeiro deste jogo carregam o poder da espada / varinha ao apontar o controle para cima). E sim, seu Gabe, Portal 2 sair pro PS3 com Steamworks foi surpreendente, mesmo.

Momento OMG: inFamous 2; Twisted Metal (com direito ao Sweet Tooth no palco); PlayStation Plus, assinatura online opcional, nem parece mau negócio.
Desaparecidos: PSP2; The Last Guardian; a possível coletânea de Ico.

Halo Reach (Xbox 360) InFamous 2 (PS3) Sorcery (PS3 + Move) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii) Kinect Sports (Xbox 360 + Kinect) Kid Icarus Uprising (3DS) Donkey Kong Country Returns (Wii) Kirby's Epic Yarn (Wii) Killzone 3 (PS3) Mario Sports Mix (Wii) Twisted Metal (PS3) Kinectimals (Xbox 360 + Kinect) Motorstorm Apocalypse (PS3) Gears Of War 3 (Xbox 360) Kinect Adventures (Xbox 360 + Kinect)

Passando o controle: Claro, a E3 acabou de começar, e nem citei as conferências e outros jogos das desenvolvedoras… quais foram os melhores momentos do evento até agora para você?

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