O blog de games de Pedro Giglio
Jigu
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Posts by Jigu
Viva o projeto Jogo Justo!
Jul 23rd
Na tarde de hoje, começa a campanha para promover o projeto Jogo Justo. Criado por Moacyr Alves (leia minha entrevista com ele no Arcadia), o objetivo deste é reduzir as taxas para jogos eletrônicos. Indo pra frente, podemos ter jogos e consoles mais baratos nas lojas – além de abrir espaço para as empresas virem ao Brasil, aquecendo o mercado e a indústria.
Dê seu apoio visitando o site oficial e ajudando a emplacar a tag #jogojusto no Twitter.
Gnarcade, esportes radicais e jogos clássicos
Jul 14th
O título do post diz tudo. Faça-se o favor e veja o vídeo!
Vou ali morrer de OMG e já volto.
Momento emoção. Valeu, Old!Gamer
Jul 12th
Vocês conhecem o rapaz aí de cima? Ele é o Muraktama, ganhador do pacote triplo da Old!Gamer que lancei no Twitter há um bom tempo. Espero que ele tenha curtido!
Agora, um momento de desabafo, de abrir o coração…
Quando comecei a escrever profissionalmente sobre games, uma das possibilidades que mais me intrigava era o fato de poder conversar com os criadores dos jogos que eu tanto gostava no passado (e que continuo gostando). O primeiro que entrevistei foi Al Lowe, criador de Larry, lá em 2004. Desde então, tive a oportunidade de conversar — ou pelo menos fazer com que minhas perguntas chegassem — com um bocado de outros. Mas é aquilo, né? A primeira foi interessante por várias razões.
Corta para 2010, quando pintou a chance de conversar com ele de novo e falar de sua época na Sierra On-Line para a OLD!Gamer. Bem… não é à toa que fico feliz em ver fotos como esta…
Ao mestre, com carinho.
Passando o controle: Se você tivesse que começar a entrevistar seus game designers favoritos, quem seria a prioridade máxima na sua lista – e por que razão?
Blog de jogos no Globo? Hein?
Jul 5th
É, galera, acabou o mistério: hoje foi o lançamento do Arcadia, o blog do site do jornal O Globo dedicado aos videogames para console, PC, portátil, celular, o que vier de bacana. Sabe como é, para dar aquela complementada na cobertura de novidades sobre a indústria, lançar análises de jogos, publicar entrevistas, e assim por diante.
Antes que perguntem, não vou abandonar este blog. Fiquem de olho nos dois e descubram as diferenças.
O primeiro post pós-inaugural é uma entrevistinha com Robert Simpson, executivo de eSports da Blizzard. Visite o blog e siga o perfil no Twitter para saber as novidades.
Um grupo de jornalistas de games entra em um bar e…
Jul 4th
Logo depois de conferir o Level Up Live, eu e outros jornalistas de games e tecnologia fomos bater papo em um barzinho. Aí você junta essa galera, cervejinhas na mesa (alguns, que não direi quem são porque é sacanagem com a Flávia Gasi, beberam Coca-Cola) e um gravador e qual o resultado?
É o Wow! Amazing! Cast #2 no site do Gus Lanzetta, com mais de uma hora de comentários da galera. Ninguém saiu ferido. (acho)
Passando o controle: Você joga ou jogou os games da Level Up? Se sim, qual?
Post-Its + tempo livre nas mãos = Mario, World 1-1
Jun 21st
Em mais um caso clássico de “muito amor à camisa”:
Passando o controle: Neste vídeo, onde vocês acham que seria a bandeirinha da fase? Ou, ainda, o lar do Bowser?
E3 2010: Matéria no Globo
Jun 21st
As novidades apresentadas na edição 2010, que ocorreu semana passada, refletem uma mudança curiosa no andamento desta geração de consoles: sua duração, como as fabricantes estão agindo para manter vivo o interesse do consumidor e como atrair novos fãs no processo.
Leia a matéria completa no Globo Online!
Passando o controle: Agora que o evento terminou, qual foi sua impressão geral? O que você mais curtiu durante a E3 2010, e o que você espera para de 2011?
E3 2010: O que rolou nas conferências das fabricantes?
Jun 15th

Começou a insanidade da E3 2010, quando rola aquela avalanche de novidades e os fãs de videogame costumam ficar enlouquecidos. Neste ano, por mais software bacana que tenha pintado – e acredite, isso é o que não falta – a atenção estava no hardware mesmo. Seja a Sony marretando que o 3D é o futuro, a Microsoft naquela invejinha boa dos jogos por movimento ou a Nintendo e seu 3DS sem óculos nem nada do gênero, foi um bom começo de E3… e que dá margem para achar que esta geração periga ser longa que só.
E como foram as impressões das conferências de imprensa das fabricantes? Olho no lance – com direito a uma galeriazinha de imagens bacana no final:
Microsoft: Além de mostrar certos medalhões como Halo e Gears of War, a empresa se dedicou a apresentação do Kinect (aliás, que nomezinho difícil, hein?). Enquanto a ideia é maneira, espero que a especulação de preço das lojas online gringas não se torne realidade. Vá lá, a tecnologia é muito bacana, mas se pensarmos no Kinect como a resposta da Microsoft ao sucesso do Wii, US$ 150 seria salgado — afinal, é só inteirar mais US$ 50 neste valor e comprar o Wii zerado com MotionPlus e tudo mais. No entanto, é difícil não curtir exemplos de uso como o Kinectimals e a interface da dashboard adaptada a movimentos da mão, reconhecimento de voz, e por aí vai. Espero que a MS seja safa quanto ao preço final ao usuário, porque eu gostaria de brincar de “Minority Report” em casa.
Ah, sim: jogada digna da Apple anunciar o redesign do console para a mesma semana — e finalmente com wi-fi embutido e o HD com mais capacidade, hein? Nada mau, acho que vou trocar o meu na primeira oportunidade.
Momentos OMG: a menininha jogando Kinectimals (não gostou? Você não tem alma); a dashboard adaptada ao Kinect; Raiden brincando de Afro Samurai no Metal Gear Solid: Rising.
Desaparecidos: Milo e Kate; visualização 3D; Hulu
Nintendo: Caso clássico de jogar para a torcida. Abriu o evento com The Legend of Zelda: Skyward Sword para o Wii, revelou Donkey Kong Country Returns (pela Retro, de todas as companhias!), Mario Sports Mix e Kirby’s Epic Yarn. Fora isso, teve o Epic Mickey — sim, colorido E sombrio, como é possível fazer… estão aí filmes como “A Noiva Cadáver” e “Coraline” de prova — e o Wii Party. Mas na real, quem roubou a cena foi o 3DS. Os recursos bacanas, gráficos melhorados e uma linha de títulos impressionante — não bastasse o Kid Icarus Uprising, pra aplacar a ira dos que torraram a paciência da Nintendo por anos, ainda tem Metal Gear Solid, Resident Evil, Ninja Gaiden, Saint’s Row, Super Street Fighter IV… quero logo poder testar o bichinho.
Momentos OMG: Explicação dos recursos do 3DS; interface do Zelda novo; ressuscitarem paradas como Kirby, DKC e Goldeneye
Desaparecidos: Vitality Sensor; Wii HD, que não sai da mente de uns e outros; The Last Story ou Xenoblade
Sony: Por mais bacana que seja o 3D, é uma tecnologia tão cara e distante para nossa realidade daqui que não consigo me empolgar — é coisa pra mais pra frente — e talvez por isso eu tenha achado a reta inicial da conferência deles chata – eu não ligar muito pro Killzone 3 não ajuda, mas não serei besta de dizer que é mal executado. É uma pena quanto ao andamento da conferência, mas pelo menos mais pra frente pintaram paradas mais interessantes, como o inFamous 2 e o Twisted Metal (do qual eu nem sou tão fã assim, mas dou o braço a torcer: maneiríssimo o visual!). Ah, sim: rolou aquela atenção especial ao Move, como no caso do Sorcery (as coincidências são engraçadas, né? Tanto o Link quanto o feiticeiro deste jogo carregam o poder da espada / varinha ao apontar o controle para cima). E sim, seu Gabe, Portal 2 sair pro PS3 com Steamworks foi surpreendente, mesmo.
Momento OMG: inFamous 2; Twisted Metal (com direito ao Sweet Tooth no palco); PlayStation Plus, assinatura online opcional, nem parece mau negócio.
Desaparecidos: PSP2; The Last Guardian; a possível coletânea de Ico.
Passando o controle: Claro, a E3 acabou de começar, e nem citei as conferências e outros jogos das desenvolvedoras… quais foram os melhores momentos do evento até agora para você?
Post-Review: Wipeout HD (PSN)
Jun 15th
Admito: não sou o maior fã dos jogos de corrida, principalmente os mais dedicados à simulação realista ao extremo. É por essas e outras que prefiro os mais arcade, seja com carros tradicionais (Burnout Paradise) ou não (Mario Kart)… e um dos que mais joguei na geração passada foi F-Zero GX, para o GameCube. Desde então, fico na espera de um novo título da série…
Enquanto isso, examino o que a bem-vinda concorrência (quanto mais jogos, melhor) tem a oferecer, e um dos títulos da promoção de primavera da PlayStation Network foi WipeOut HD. Foi uma aquisição muito bem-vinda, mesmo que as semelhanças com o título da Nintendo não passem muito do lance “corrida de naves em pistas vertiginosas”.
Pra começar, há um elemento de combate mais evidente no jogo da Sony. Não que em GX não tenha, mas foi mais comum eu me ver às voltas com a caça de mísseis e afins do que na pilotagem propriamente dita. O chamado efeito “rubberband”, que tenta dar chances aos jogadores em situações ruins — os mais conhecidos devem ser o Bullet Bill e o infame casco azul de Mario Kart — também é deixado de lado. Jogou mal? Aprenda e tente de novo.
Ainda bem que o formato das missões por campanha — time trials, etc… — ajuda um bocado por ser atrelado ao avanço entre elas. Enquanto as chances de eu comprar um novo F-Zero quando sair são altas, até que o chá de sumiço da série teve um bom efeito ao me fazer conferir outro jogo de corrida bem sólido.
Go team Harimau!
Passando o controle: Qual o seu jogo de corrida favorito? E você prefere arcade ou realismo?
Post-Review: Escapee Go! (DSiWare)
Jun 8th
A distribuição digital tem vantagens como a chance de comprar jogos que dificilmente veriam a luz do dia nas prateleiras das lojas. E enquanto é natural ter um pé atrás com games vendidos a preço reduzido, não há dúvida quanto às pérolas que custam mais barato que um PF honesto.
Como os consoles e portáteis costumam usar sistemas de créditos na conta de cada usuário ou sistema, às vezes rola aquela sobra que pode ser economizada… ou valer o risco de tentar aquele joguinho de preço camarada para ver qual é. As impressões dos amigos e imprensa ajudam, claro, mas no final a palavra é sua.
Foi em uma destas que comprei Escapee Go! no DSiWare. Afinal, custava US$ 2, menos do que eu gasto em um dia indo e voltando do trabalho… e não é que o joguinho se revelou bem divertido? A historinha de Claire, uma paranormal com amnésia que foge de um hospital e é perseguida por enfermeiros, policiais e outros inimigos ameaçadores, mistura elementos de furtividade — sério, o jingle a la Metal Gear Solid quando você é detectado deixa qualquer um tenso — e labirinto.
Além de “sentir” onde os inimigos estão, a jovem ganha mais poderes nas fases, como resistência física aumentada, visão além do alcance (ops) e velocidade; outros afetam os inimigos, deixando-os lentos, ou apavorando-as com a terrível Gorgon. Dose é jogar as 17 fases, acahr que o jogo é uma metáfora pra lá de elaborada sobre a paranoia, e o final não explicar muita coisa. Beleza, eu espero o 2.
Passando o controle: Qual o seu jogo de ação furtiva favorito? E com paranormais? Ou – opa – outro que combine estes dois elementos?






















